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Para lá do horizonte
Data/Hora: 28 out 2018 08:00

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Autor Mensagem
 Assunto da Mensagem: Portugal - Europa do Sul (1)
MensagemEnviado: 15 dez 2005 10:02 
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Localização: Para lá do horizonte...
Portugal

- Informação fundamental do país


MOTIVOS DE INTERESSE

- Portugal: Praias de areia limpa. Aldeias de pescadores. Paisagens muito variadas. Fronteiras definidas há cerca de 800 anos. Uma história de marinheiros, descobrimentos e conflitos com Espanha. Diversidade cultural. Muitos imigrantes espalhados por todo o Mundo.
O Algarve é a região mais turística. Mas todo o país tem atractivos para o viajante. Os vinhos são muito conhecidos. Sobretudo os tintos e o vinho do Porto em particular. Tradições relacionadas com os cavalos e as touradas. As principais cidades são Lisboa e Porto. Existe uma certa rivalidade entre elas e diferenças significativas na maneira de estar das pessoas destas regiões. O Porto é mais industrial e em Lisboa estão as sedes das maiores empresas do país. Lisboa é uma cidade com muitos monumentos e actividades culturais. O arquipélago da Madeira é quente e luxuriante. O arquipélago dos Açores é muito bonito, sobretudo na Primavera, quando está mais florido. Durante a ditadura de Salazar o país esteve “orgulhosamente só”, no seu isolamento do resto da Europa. A atenção do país estava nas colónias africanas que pretendiam manter a todo o custo. Após a revolução de 25 de Abril de 1974 o país virou-se mais para a Europa. O povo português é tranquilo, de brandos costumes e muito simpático com o turista. Vestem-se com algum formalismo. Gostam de conviver e é frequente encontrar grupos de colegas de trabalho ou de escola, a comemorar alguma coisa ou simplesmente a saírem juntos para jantar. Apesar de alegres os portugueses têm muito “fado” e “saudade” dentro deles. São pouco pontuais. No transito são assustadoramente agressivos e conflituosos. São muito religiosos. Os portugueses são apaixonados pelo futebol. São também amantes do café que é uma das melhores preparações do Mundo.


SINTESE DA HISTÓRIA

- 216AC: Romanos. A Península Ibérica chamava-se Hispânia. A região entre Douro e Tejo chamava-se Lusitânia.
- Séc.V: Região invadida por tribos germânicas.
- 711DC: Região invadida pelos Mouros.
- Séc.XI: Reconquista pelos reinos Cristãos do Norte.
- 1139: Fundação (350 anos antes de Espanha). D.Afonso Henriques declara-se independente do reino de Leão e Castela. Expande o território até ao Algarve. Progresso no reino de D.Manuel I.
- 1498: Viagem de Vasco da Gama à Índia.
- 1500: Descoberta do Brasil. Comercio com o Oriente. Derrota em Marrocos.
- 1580: Invasão espanhola.
- 1640: Recuperação da independência.
- Séc.XVIII: Marquês de Pombal moderniza o país.
- 1825: Invasão napoleónica.
- 1825: Perda do Brasil. Lutas entre Absolutistas e Constitucionalistas.
- 1910: Revolução Republicana depõe a monarquia.
- 1926: Golpe militar.
- 1928: Ditadura de António Salazar.
- 1950: Crise profunda.
- 1974: Revolução dos Cravos (25 de Abril).
- 1976: Democracia.

Agenda
[Portugal] Dia dos Reis Portugal ter 06-01-2009 0:00 qua 07-01-2009 0:00 cada 6 de Janeiro Portugal 1 dia Come-se o Bolo Rei

[Portugal] Festival Intercéltico do Porto Portugal: Porto dom 01-03-2009 0:00 seg 02-03-2009 0:00 cada 1 de Março Portugal 1 dia Festival de música portuguesa e espanhola.
Finais de Março - Início de Abril.

[Portugal] Semana Santa Portugal: Braga dom 22-03-2009 0:00 seg 23-03-2009 0:00 cada 22 de Março Portugal 1 dia Antes da Páscoa. Muito tradicional. Procissão com tochas acesas. No Domingo de Páscoa começa a época das touradas. 22 de Março e 25 de Abril.

[Portugal] Festa das Flores Portugal/Ilha da Madeira: Funchal qua 01-04-2009 0:00 qui 02-04-2009 0:00 cada 1 de Abril Portugal 1 dia Abril.

[Portugal] Mãe Soberana Portugal: Loulé qua 01-04-2009 0:00 qui 02-04-2009 0:00 cada 1 de Abril Portugal 1 dia Peregrinação a Nossa Senhora da Piedade. 2º Domingo depois da Páscoa (ou seja, 2º Domingo após um evento que pode acontecer entre 22 de Março e 25 de Abril).

[Portugal] Festa da Assunção - Ilha da Madeira Portugal/Ilha da Madeira sáb 15-08-2009 0:00 dom 16-08-2009 0:00 cada 15 de Agosto Portugal 1 dia

[Portugal] Dia da Assunção Portugal sáb 15-08-2009 0:00 dom 16-08-2009 0:00 cada 15 de Agosto Portugal 1 dia Festas com música em todo o país. Gigantones em localidades como Peso da Régua. Fogo-de-artifício (20 de Agosto ou perto desta data). Natal: Reúnem-se as famílias, come-se bacalhau, doces tradicionais, trocam-se presentes e há a Missa do Galo à meia-noite



***

- PT-MI0041: P-Abrantes: Junto ao rio Tejo. Fortaleza em ruínas. Muralhas (Séc.XIII). “Museu Dom Lopo de Almeida” que foi a “Igreja de Santa Maria do Castelo” (Séc.XV). Estão ali sepultados os condes de Abrantes. “Igreja da Misericórdia” (Séc.XVI). A cidade teve importância estratégica nas Guerras Peninsulares. N39 27.676 W8 11.988

- PT-MI0175: P-Alandroal: Castelo (Séc.XIII) em ruínas, que foi construído pelos Cavaleiros de Avis. Ver a Igreja Matriz (Séc.XVI). Ver a Igreja da Misericórdia. N38 42.141 W7 24.050

- PT-MI0215: P-Albufeira: Era uma cidade de pescadores com casas brancas. No tempo dos Romanos construiu-se um castelo. Chamou-se “Al-Buhar” (que significa “Castelo no Mar” em árabe), no tempo dos Árabes. Foi conquistada pelos “Cavaleiros de Santiago (Séc.XIII). Foi incendiada na altura das lutas liberais. Actualmente é muito turistica e movimentada no Verão. A zona que rodeia a “Igreja Velha” é exclusiva para peões. No centro há casas de origem moura, com arcos. Ver a “Igreja de São Sebastião”. Há um túnel que dá acesso à praia. A “Praia dos Barcos” é ponto de encontro de pescadores. Praias pequenas e rocha amarela, entre a “Praia de São Rafael” e a “Praia da Oura”. N37 05.221 W8 15.180

- PT-MI0022: P-Alcácer do Sal: Chamou-se “Al-Kasr” (“castelo de sal” em árabe). Está nas margens do rio Sado. A principal actividade era a produção e comercio do sal. Antes do Castelo Mouro estava ali uma fortaleza Fenícia (Séc.VI AC) e depois disso estiveram ali os Romanos. No Séc.XIII foi tomado por D.Afonso II. Ninhos de cegonhas nos telhados das igrejas. Linha de cafés junto ao rio. Museu Arqueológico na Igreja do Espírito Santo. Ver também a “Capela das 11.000 virgens” na Igreja de Santo António (Séc.XVIII) e a Praça de Touros. Em Outubro realiza-se a Feira Agrícola. N38 22.360 W8 30.460

- PT-MI0029: P-Alcobaça: Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. A maior igreja do país. Arquitectura medieval. Está aqui sepultada D.Inês de Castro, amante de D.Pedro. Foi mandado construir por D.Afonso Henriques e oferecido à Ordem de Cister, em comemoração pela conquista de Santarém aos Mouros. N39 32.923 W8 58.843

- PT-MI0012: P-Alcochete: Na margem Sul do estuário do Tejo. Salinas. Nasceu ali D. Manuel I. N38 45.341 W8 57.816

- PT-MI0053: V-Alenquer: A parte antiga da cidade está num ponto alto. A parte nova da vila (ou, "vila baixa") está junto ao rio Alenquer. Ver a “Igreja de São Pedro” (Séc.XV), com o túmulo de Damião de Góis (cronista) que aqui nasceu. Também Pêro de Alenquer (acompanhou Bartolomeu Dias e Vasco da Gama nos Descobrimentos) é desta cidade. Ver o Castelo (Séc.XIII). Ver a “Igreja-Mosteiro de São Francisco” (Séc.XIII), o primeiro mosteiro franciscano em Portugal. Vá a “Meca” ver a “Igreja de Santa Quitéria” onde em Maio se faz a bênção dos animais. V-Carlos Barbosa (2007): Descrição e ponto validados N39 03.307 W9 00.602

- PT-MI0227: P-Alcoutim: Pequena vila junto ao rio Guadiana. Fazer a N122-2 que dá uma boa ideia da região. Foi em tempos importante porto fluvial e considerado como ponto estratégico. Viveram ali Fenícios, Gregos, Romanos e Mouros. Foi conquistada pelos portuguêses no Séc.XIII. No Séc.XIV foi assinado o Tratado de Paz de Alcoutim, com o rei de Castela. Para a cerimónia foram utilizados barcos floridos que ficaram no meio do rio, entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana. No final do Séc.XVII a cidade era conhecida pelo contrabando de tabaco de Espanha. Castelo (Séc.XIV). Ver a Igreja de São Salvador (Séc.XVI). Fazer um passeio nos barcos de pesca que saem do cais e vão até à Foz de Odeleite, passando por uma barragem Romana em Álamo e bonitas paisagens. N37 28.256 W7 28.402

- PT-MI0205: P-Aljezur: “Castelo” (Séc.X), de origem Moura, que está em ruínas. Ainda tem duas torres e uma cisterna. Junto à Serra de Monchique. Ver a “Igreja Matriz”. Ali perto ver a “Praia da Arrifana” e a “Praia de Monte Clérigo” com bonitas falésias. Ver também a “Praia de Odeceixe”. N37 18.945 W8 48.217

- PT-MI0218: P-Almancil: Ver a “Igreja Matriz de São Lourenço” (Séc.XVIII). Festa de São Lourenço em 10 de Agosto. N37 05.244 W8 01.958

- PT-MI0078: P-Almeida: Originalmente era uma fortificação em estrela de 12 pontas. Foi disputada por portugueses, espanhóis e acabou por ficar para Portugal, pelo “Tratado de Alcañices”. Mesmo assim ainda houve ataques depois disso. Filipe IV vingou-se da Restauração, destruindo as muralhas e o castelo medieval. Foi ocupada por franceses e ingleses na Guerra Peninsular. Já no Séc.XIX o castelo foi destruído por uma explosão. Actualmente entra-se por um túnel que precede uma ponte. Podem-se visitar as casamatas subterrâneas. Na cidade veja a Misericórdia (Séc.XVII). N40 43.533 W6 54.047

- PT-MI0049: P-Almeirim: Foi residência real (Casa de Avis). Grandes propriedades onde se criam cavalos. A “Quinta da Alorna” (Séc.XIX) é muito conhecida pela produção de vinhos. Há ali também a tradição da sopa da pedra que se tornou afamada. N39 12.569 W8 37.780

- PT-MI0202: P-Almograve: Praia com grandes falésias pela costas. N37 39.143 W8 47.686

- PT-MI0048: P-Alpiarça: Na lezíria, planície junto ao rio Tejo, onde se criam cavalos. “Igreja de Santo Eustáquio” (Séc.XIX). “Casa Museu dos Patudos” onde viveu José Relvas (primeiro-ministro da República). N39 15.486 W8 35.159

- PT-MI0216: P-Alte: Povoação muito bonita, num ponto alto. Ver a “Igreja de Nossa Senhora da Assunção” (Séc.XVI). Ver a “Capela de São Sebastião”. Vá à “Fonte Grande” e passeie junto ao rio Alte, rodeado de árvores. Ali perto há uma cascata (a “Queda do Vigário”) e um restaurante num antigo moínho. N37 14.071 W8 10.484

- PT-MI0171: P-Alter do Chão: Chamou-se “Elteri” (ou “Eltori”) no tempo dos Romanos. Mas estes destruíram-na como retaliação pela falta de lealdade dos seus habitantes. Ver o “Castelo” de cinco torres. Vá ao florido “Largo Doze Melhores de Alter”. Casas brancas (barrocas), com típicas faixas amarelas alentejanas. Ver o “Palácio do Álamo” (Séc.XVIII) com o Posto de Turismo, uma galeria de arte e uma biblioteca. Ver a “Ponte de Vila Formosa”, ali perto, sobre o rio Seda, com os seus seis arcos. Ali perto ver a “Coudelaria de Alter” que cria o famoso cavalo Alter Real. São 300 ha de terrenos com estábulos em tons de branco e ocre. Os cavalos de raça nacional (Lusitanos), têm normalmente a cor cinzenta. Contudo, os Alter Real são castanhos. A raça teve origem em águas da Andalusia que foram importadas por D.José. Estes baios puros eram os favoritos de D.José, cuja estátua na Praça do Comercio em Lisboa o representa montado no “Gentil”, aquele de que mais gostava. Durante as Guerras Napoleónicas os cavalos eram roubados e a reprodução era frequentemente feita de forma deturpada, o que quase levou a raça à extinsão. Foi necessário mais de meio século para recuperar esta magnífica raça de cavalos. N39 12.030 W7 39.482

- PT-MI0189: P-Alvito: Ver o “Castelo” (mourisco, Séc.XV) que agora é uma pousada. N38 15.186 W7 59.406

- PT-MI0212: P-Alvor: Chamou-se “Al Bur” no tempo dos Árabes. Povoação de pescadores com casas brancas, que ganhou uma grande movimentação pelo efeito do turismo. Este local foi um porto já no tempo dos Romanos. Foi muito destruída no terramoto de 1755. As pedras do castelo mouro foram utilizadas na reconstrução da cidade e por isso pouco resta dele. Ver a “Igreja do Divino Salvador” (Séc.XVI) que tem um arco em formato de tentáculo de polvo. N37 07.850 W8 35.489

- PT-MI0111: P-Amarante: Junto ao rio Tãmega. Mansões do Séc.XVII, com varandas de madeira. Ruas estreitas. São Gonçalo (Séc.XII) organizava festas frequentemente e era conhecido pelo seu feitiu casamenteiro. As Festas de São Gonçalo são no primeiro fim-de-semana de Junho. As orações pedem maridos para as mulheres e oferecem bolos com formas fálicas. Ver a “Ponte de São Gonçalo” e o “Mosteiro de São Gonçalo”. Há a tradição de abraçar a imagem de São Gonçalo que está na capela do Santuário, junto ao seu túmulo. Ver o “Múseu Amadeo de Souza-Cardoso”. Lá dentro estão o “Diabo” e a “Diaba”, estátuas em madeira negra (Séc.XIX) que serviram de culto para a fertilidade. O “Diabo” foi castrado por ordem do Bispo de Braga. Entre Junho e Outubro, às quintas e Sábados, relaiza-se um arraial. N41 16.371 W8 04.876

- PT-MI0151: P-Arcos de Valdevez: Perto de Ponte da Barca. Fica junto ao rio Vez. Ver a “Igreja de Nossa Senhora da Lapa” (Séc.XVIII). Fazer o percurso pedestre do “Circuito dos Miradouros” que começa em São Miguel (informações no Posto de Turismo). Ver ponte velha. N41 50.841 W8 24.993

- PT-MI0068: P-Arganil: Pensa-se que existiu aqui uma cidade romana chamada “Argos”. A cidade foi dada ao Conde de Arganil pela mãe de D.Afonso Henriques (Séc.XII). Ver a “Igreja Matriz de São Gens” (Séc.XIV). Ali perto, no “Santuário do Mont’Alto”, na “Capela do Senhor da Ladeira” está um Menino Jesus com um chapéu bicórneo. A capela está fechada e só é aberta em dias de festas (pode pedir a chave na última casa do lado direito). N40 13.156 W8 03.220

- PT-MI0055: P-Arouca: Está num vale verde. Ver o “Convento de Arouca” onde viveu Santa Mafalda. Ao lado do convento está a “Igreja de Arouca” (Séc.XVIII). N40 55.753 W8 14.941

- PT-MI0182: P-Arraiolos: A povoação existe desde o tempo dos Celtas (300 AC). O “Castelo” (Séc.XIV), com muralhas e no seu interior a “Igreja do Salvador” (Séc.XVI). Casas baixas e brancas com uma faixa azul que se diz servir para afastar os maus espíritos. Tradição forte nos tapetes que são famosos. Eram muito apreciados pelos monarcas ao longo dos tempos. Pensa-se que a técnica vem dos Mouros. Os desenhos florais são do Séc.XVIII. Ver a “Câmara Municipal” com exposição de tapetes. N38 43.315 W7 59.172

- PT-MI0058: P-Aveiro: Dunas e oceano de um lado e a lagoa da Barrinha de Mira do outro. Junto à costa está a Mata Nacional das Dunas de Mira. Barcos coloridos com proas muito altas, alguns deles ainda puxados por bois. Tradicionalmente os pescadores construíam pequenas casas (“palheiros”) que pintavam às riscas.
Foi em tempos um importante porto. As salinas pertenceram à condessa Mumadona (anteriores ao Séc.X) e foram a principal fonte de riqueza da cidade, juntamente com a pesca do bacalhau (Séc.XVI). Depois o porto ficou assoreado por fortes tempestades e a cidade perdeu as suas fontes de rendimento. Posteriormente (Séc.XIX) recuperou gradualmente com algum desenvolvimento industrial. A ria, os canais e os moliceiros são alguns dos principais motivos de visita. São 65 Km2 com perto de 50 Km de comprimento, que vão do Furadouro às salinas de Aveiro e da Reserva Nacional de São Jacinto à Costa Nova. A Festa da Ria é uma altura em que os poucos moliceiros que ainda existem (barcos coloridos de proa alta e trabalhada) saem para serem vistos. No Verão há um barco que todos os dias faz a Rota da Luz (Aveiro-Salinas-Praias-Torreira).
O “Bairro Velho” e o “Mercado do Peixe” ficam ente o “Canal das Pirâmides” e o “Canal de São Roque”. Mansões (Arte Nova) junto ao “Canal Central”. Provar os “ovos moles (conventuais). Ver a “Igreja da Misericórdia” (Séc.XVI). Ver os “Paços do Concelho”. Ver a “Catedral de São Domingos” (Séc.XV). Ver a “Igreja das Carmelitas”. Ver o “Museu de Aveiro”. Ver o “Mosteiro de Jesus” onde morreu Santa Joana (filha de D.Afonso V) e onde está sepultado D.João de Albuquerque. N40 38.468 W8 39.271


- PT-MI0025: P-Baleal: A poucos quilómetros de Peniche, esta península foi outrora uma ilha, apenas acessível a pé ou de burro, na maré vazia. Aldeia de pescadores com boas praias e recantos paradisíacos a explorar a pé. Excelente praia de ligação a Peniche. Óptimas condições para a prática de surf. Mesmo no Inverno é um óptimo local para passear a pé. N39 22.322 W9 20.300

- PT-MI0159: P-Barcelos: O “Galo de Barcelos” é a imagem da povoação. A lenda conta que um galego, que ia a caminho de Santiago de Compustela, foi condenado ali ao enforcamento por ter, alegadamente, roubado pratas a um homem rico. Desesperado pediu como último desejo, falar com o juiz, numa altura em que este ia comer um galo assado. O homem alegou estar inocente e que aquele galo ainda cantaria. O juiz riu-se e mandou-o de volta para a forca. Mas quando este estava a ser enforcado o galo levantou-se e cantou. O juiz correu para tentar salvar o condenado e só chegou a tempo porque o nó da forca tinha sido mal feito. Dizem ainda que o “Cruzeiro do Senhor do Galo” foi esculpido pelo condenado salvo. A verdade é que o colorido galo é uma imagem de marca de Barcelos. Feira de cerâmica e artesanato. No Séc.XV foi residencia do 1º Duque de Bragança. Na Feira de Barcelos compra-se de tudo. Ver a “Igreja de Nossa Senhora do Terço (Séc.XVIII). Ver a “Igreja do Senhor da Cruz” (Séc.XVIII) onde, duzentos anos antes, um sapateiro chamado João Pires teve uma visão de uma cruz gravada no chão. No principio de Maio realiza-se a “Festa das Cruzes” onde as ruas são cobertas de flores e há fogo-de-artifício. Ver a ponte de granito (Séc.XV) sobre o rio Cávado. Ver o “Solar dos Pinheiros” (Séc.XV) que tem o “Barbadão” esculpido numa torre. A lenda diz que o homem representado na escultura é um judeu cuja filha ficou grávida de D.João I. Por o pai da criança não ser judeu, o homem jurou que nunca mais cortava a barba. No “Museu Arqueológico” estão as ruínas do “Paço dos Condes”, junto ao qual está também um pelourinho. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XIII). Ver o “Museu da Olaria”. N41 32.042 W8 37.155

- PT-MI0040: P-Barragem do Castelo do Bode: Rio Zêzere. Bom local para desportos náuticos. Em “Castanheira” é possível alugar canoas e outros equipamentos. A “Estalagem do Lago Azul” organiza cruzeiros. N39 32.616 W8 19.082

- PT-MI0193: P-Barrancos: A lingua local mistura o português com o espanhol. A especialidade local são os presuntos “Pata Negra” (de porco preto). N38 07.892 W6 58.716

- PT-MI0036: P-Batalha: Ver o "Mosteiro de Santa Maria da Vitória" construído para comemorar a vitória sobre os espanhóis em Aljubarrota (1385). É muito bonito. De estilo gótico. Estão ali sepultados dois soldados desconhecidos da 1ª Guerra Mundial. N39 39.482 W8 49.463

- PT-MI0194: P-Beja: Cidade importante ao longo da história. Foi capital regional no tempo dos Romanos. Nessa altura chamavam-lhe “Pax Julia” por ter sido ali assinado um tratado de paz com os Lusitanos. Actualmente é a capital do Baixo Alentejo. Produção de azeitona, cortiça e cereais. A “Praça da República” é o local onde estava o fórum Romano. Foi controlada pelos Mouros, entre 711 e 1162, que lhe deram o nome actual. Há na região muitas evidencias da história mourisca. Foi palco de batalhas. Os franceses chacinaram a população no início do Séc.XIX. No regime de Salazar, o general Humberto Delgado fez aqui uma tentativa de revolta. A parte antiga da cidade é de ruas estreitas. Ver o “Castelo”. Ver o “Convento de São Francisco” (Séc.XIII) que agora é pousada. Nasceu aqui Mariana Alcoforado, uma freira que, segundo a lenda, se apaixonou pelo Conde de Saint-Léger (que depois se tornou no Marquês de Chamilly), durante a Guerra da Restauração, onde combatia contra os espanhois. As cartas de amor que a freira lhe terá escrito, foram publicadas em francês e apreciadas pelo seu valor lírico. Matisse pintou mesmo um quadro com a figura imaginaria da freira. Ver o “Convento de Nossa Senhora da Conceição” que actualmente é o “Museu Regional Rainha Dona Leonor” e onde está a “Janela da Mariana”. No “Castelo” a “Torre de Menagem” tem 36 metros e uma escada com 183 degraus que dão acesso a uma vista que justifica a subida. Ver o “Museu Visigótico”, na antiga “Igraja de Santo Amaro”. Ali perto ver Pisões. N38 01.125 W7 51.996

- PT-MI0084: P-Belmonte: Estas terras pertenceram à família Cabra, que deu vários registos à história de Portugal. Alguns combateram em Ceuta e Aljubarrota. Pedro Álvares de Cabral descobriu o Brasil. Fernão, conhecido pelo “Gigante das Beiras”, também teve feitos dignos de registo. O “Castelo” (Séc.XIII) e a “Capela dos Cabrais” (Séc.XV) têm o escudo da família com duas cabras. Ver a “Igreja de São Tiago” e a “Igreja da Sagrada Família (Séc.XX) onde está a imagem de Nossa Senhora da Esperança que se pensa ter ido com Pedro Álvares Cabral na viagem em que descobriu o Brasil. Ali perto está “Centum Cellas”, uma torre romana a que também chamam de “Torre do Colmeal”. Tem três pisos e não se sabe ao certo qual era a sua função. Talvez uma estalagem, um edifício militar, uma casa de um homem rico ou mesmo um templo. V-Marília Lourenço (2007): Descrição validada N40 21.649 W7 20.880

- PT-MI0121: P-Bisalhães: Aldeia perto de Vila Real, onde se produzem peças de barro negro e os bordados de Agarez. N41 17.000 W7 47.000

- PT-MI0109: P-Boelhe: Ver a magnífica “Igreja de São Gens (Séc.XII). Muito pequena. N41 08.000 W8 15.000

- PT-MI0127: P-Bolideira: Perto de Chaves. Ver a “Pedra Bolideira”. Está partida em duas e uma das partes oscila em equilíbrio quando tocada. N41 46.000 W7 19.000

- PT-MI0179: P-Borba: Extracção de marmore branco e rosado. N38 48.336 W7 27.601

- PT-MI0098: P-Braga: Chamou-se “Bracara Augusta” no tempo dos Romanos. No centro há jardins, igrejas e mansões (Séc.XVIII) que valem por si só uma visita à cidade. A cidade tem história como centro religioso e comercial. Foi mesmo a capital religiosa de Portugal (Séc.XII) e apesar de ter perdido influencia no Séc.XIX, ainda mantem um estatuto de relevo, realizando regularmente bonitos festivais religiosos (por exemplo na Semana Santa e no São João). Vá à Praça da República ver a “Torre de Menagem” (Séc.XIV). Veja o “Café da Brasileira” (Séc.XIX). Ver a “Capela dos Coimbra” (Séc.XVI). Ver a “Igreja de Santa Cruz” (Séc.XVII). Ver o “Palácio do Raio (Séc.XVIII). Ver a “Cãmara Municipal” (Séc.XVIII). Vr a “Sé” (Catedral de Braga, Séc.XV) e a bonita Galilé. Está aqui sepultado o primeiro filho de D.João I, D.Afonso, que morreu muito jovem. Está aqui também o tesouro do “Museu de Arte Sacra”. No pátio e no claustro veja a “Capela dos Reis” com os túmulos de D.Henrique de Borgonha e Dona Teresa e também do arcebispo D.Lourenço Vicente (Séc.XIV). Veja ainda o simbolo da cidade, a “Imagem de Nossa Senhora do Leite” no pálio gótico. Perto da Sé veja o antigo “Paço Episcopal” (Séc.XIV, XVII e XVIII) que é agora biblioteca e arquivo e ao lado veja o Jardim de Santa Bárbara. Veja o “Palácio dos Biscainhos” (Séc.XVI) onde está o “Museu Etnográfico e Artístico”. Perto da cidade veja a “Capela de São Frutuoso de Montélios” (Séc.XI). Na estrada para Barcelos veja o “Mosteiro de Tibães” (Séc.XI) que será um centro histórico.
Ver o “Bom Jesus do Monte” numa zona arborizada. Enorme santuário religioso de estílo barroco. As capelas na escadaria representam as 14 estações da cruz (secção inferior). No início, de cada um dos lados do Pórtico, estão a “Capela da Agonia de Cristo no Jardim” e a “Capela da Última Seia”. Seguem-se a “Capela do Beijo de Judas”, “Capela da Escuridão”, “Capela da Flagelação”, “Capela da Coroa de Espinhos”, “Capela de Jesus Perante Pilatos”, “Capela do Caminho para o Calvário”, “Capela de Simão o Cireneu” e a “Capela da Crucificação”. Depois vem o “Escadório dos Cinco Sentidos” (cinco fontes que representam a Visão, Audição, Olfato, Paladar e Tacto), na secção média. E o “Escadório ds Três Virtudes” (Fé, Esperança e Caridade). Depois há ainda a “Capela da Descida da Cruz” e por fim a bonita “Igreja do Bom Jesus” (Séc.XV). As procissões começam no “Domingo de Ramos”. A “Sexta-Feira Santa” e o “Domingo de Páscoa” são dias muito importantes em que a religiosidade é vivida com solenidade. No Domingo de Páscoa come-se cabrito por tradição. Em Maio realiza-se a “Festa das Cruzes”. Ali perto, em São Bartolomeu do Mar, no fim da romaria (22 a 24 de Agosto), os habitantes, tradicionalmente, terminam os festejos mergulhando os filhos no mar. N41 33.133 W8 25.022


- PT-MI0132: P-Bragança: Existiram aqui vários fortes. Cidadela rodeada de muralha (Séc.XII). Chamou-se “Brigantia”. O Castelo (Séc.XII) pertenceu a D.Sancho I. Ver a “Domus Municipalis” (Séc.XII) de formato pentagonal. De origem românica, era a sala de reuniões dos “homens bons”. Por baixo estava a cisterna da cidade. A “Torre da Princesa”, no castelo, foi prisão de várias esposas, sendo a mais conhecida, D.Sancha. O “Museu Militar”, no castelo, está numa torre com 33 metros. Ao longo do rio Fervença está o “Bairro Judeo” onde existiu uma indústria da seda. Ver a nova “Sé-Catedral” e a “Sé Velha”. A região produz bons presuntos e alheiras. Ver o “Museu Abade de Baçal”. Ver a “Igreja de São Bento” e a “Igreja de São Vicente” onde se pensa que se concretizou o casamento secreto de D.Pedro com D.Inês de Castro. N41 48.436 W6 45.486

- PT-MI0069: P-Buçaco: A “Floresta Nacional do Buçaco” é muito antiga. É também um jardim botânico. No Séc.VI foi lugar de retiro dos monges Carmelitas que construíram uma casa e rodearam a floresta com um muro. Também fizeram capelas e plantaram árvores que eram trazidas por exploradores portugueses. Em 1810 realizou-se aqui a Batalha do Buçaco em que os portugueses e ingleses combateram e venceram os franceses. Em 1834 o mosteiro foi fechado. A floresta merece uma visita. Procure as grutas dos eremitas e veja o “Palace-Hotel do Buçaco” (PT-MI0069-12: N40 22.634 W8 21.829). A “Porta da Rainha” (PT-MI0069-06: N40 22.720 W8 21.739) foi feita para Catarina de Bragança, mas esteve fechada durante onze anos. O “Eucalipto da Tasmânia” está ali desde 1876. Procure o “Monumento à Batalha do Buçaco”, veja a “Via-Sacra” e as suas pequenas capelas que marcam as “Estações da Cruz”. A “Cruz Alta” (PT-MI0069-09: N40 22.394 W8 21.839) é o ponto mais alto da floresta (vale pela vista). O “Cedro do Buçaco” (26 metros e foi plantado em 1644). As “Portas de Coimbra” (PT-MI0069-02: N40 22.593 W8 22.343) têm as bulas papais que defendem as árvores e proíbem a entrada de mulheres. O “Vale dos Fetos” (PT-MI0069-10: N40 22.769 W8 22.182) tem espécies de todo o mundo e fica ao lado de um lago pequeno. A “Porta dos Degraus” dá para o Luso. A “Fonte Fria” (PT-MI0069-11: N40 22.720 W8 22.089) tem uma cascata artificial e é ladeada por degraus. N40 22.708 W8 21.993

. PT-MI0069-01: P-Porta de Sula - N40 22.558 W8 21.699

. PT-MI0069-03: P-Porta das Lapas - N40 22.757 W8 22.262

. PT-MI0069-04: P-Porta da Serra - N40 22.243 W8 21.638

. PT-MI0069-05: P-Porta da Serra - N40 22.689 W8 22.223

. PT-MI0069-07: P-Capelas - N40 22.520 W8 21.835

. PT-MI0069-08: P-Capelas - N40 22.564 W8 22.074

. PT-MI0069-13: P-Museu Militar - N40 22.793 W8 21.497

- PT-MI0163: P-Cabeceiras de Basto: Zona de relevo e florestas, perto de Guimarães. Foi último reduto contra a invasão dos Mouros. Os “Bastos” são estátuas de pedra que serviam para marcar territórios. As figuras representam guerreiros Celtas. Ver o “Mosteiro de Refojos” (barroco) que tem uma cupula com 33 metros de altura. O “Basto” que está na cidade tem uma cabeça francesa que foi colocada pelas tropas durante a Guerra Peninsular. Esta região é chamada de “Terra de Basto”. N41 30.904 W7 59.486

- PT-MI0015: P-Cabo Espichel: As falésias aqui são muito altas. Os Romanos chamaram a este local “Promontorium Barbaricum”. Farol. O “Santuário da Nossa Senhora do Cabo” (Séc.XVII) (PT-MI0015-01: N38 25.289 W9 12.844) é uma igreja com um edifício comprido que foi alojamento para os peregrinos. Por trás da igreja está uma capela. Há uma lenda que diz que um peregrino viu aqui a Nossa Senhora montada numa mula. Esta lenda atraiu em tempos muitos peregrinos. Ainda se diz que as pegadas das mulas podem ser vistas nas rochas. Na Praia dos Lagosteiros há pegadas de dinossauros. N38 24.885 W9 13.118

- PT-MI0008: P-Cabo da Roca: A 140 metros de altitude sobre a falésia. É o ponto mais ocidental da Europa. N38 46.830 W9 29.923

- PT-MI0209: P-Cabo de São Vicente: Chamava-se “Promontorium Sacrum” no tempo dos Romanos. Na Idade Média era considerado o fim-do-mundo. Falésias de 60 metros. Grandes praias de areia branca. Grutas escavadas pelo mar na falésia. O farol tem um alcance de 95 metros e este é um ponto de referência para a navegaçao desde o Sec.XV. Há uma lenda que diz que o corpo de São Vicente foi lançado daqui (Séc.IV). Também se pensa que D.Henrique (o Navegador) viveu ali. Realizaram-se ali várias batalhas navais, como por exemplo uma que confrontou os britânicos Jervis e Nelson contra os espanhois (Séc.XVIII), tendo vencido os primeiros. A costa desde Sines até ao Burgau é uma Reserva Natural que protege o periodo de nidificação de aves. Esta zona, tal como a de Sagres, fica toda florída de Fevereiro a Maio. N37 01.404 W8 59.719

- PT-MI0225: P-Cacela Velha: Aldeia muito tranquila, na falésia, junto ao mar. Bom ambiente. Casas azuis e brancas. Ruínas de um forte. Igreja (Séc.XVIII). Boa praia. Barcos de pesca na areia. Pertenceu aos Fenícios e depois aos Mouros. Foi tomada pelos Cavaleiros de Santiago (Séc.XIII). N37 09.799 W7 32.903

- PT-MI0152: P-Caldas do Gerês: Termas que foram utilizadas pelos Romanos. Centro de informações sobre o Parque. Em direcção à fronteira da Portela do Homem ver os vestígios da presença dos Romanos no vale do rio Homem. Havia uma estrada que ligava Braga a Astorga (Espanha). N41 43.753 W8 09.716

- PT-MI0207: P-Caldas de Monchique: Perto de Monchique. Conhecida pelas termas desde o tempo dos Romanos. Tratam-se problemas de pele, reumatismo e digestivos. A pequena povoação fica na encosta da Serra de Monchique, no meio de uma floresta. A “medronheira” é uma bebída típica. Ver o centro de artesanato da praça. N37 17.204 W8 33.349

(continua)


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MensagemEnviado: 02 out 2007 23:46 
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- PT-MI0027: P-Caldas da Rainha: Termas com águas medicinais. Produção frutícola e cerâmica. Visitar a “Praça da Republica” (conhecida como “Praça da Fruta”) da rua da Liberdade (conhecida como “Rua das Montras”). Quer na praça da Republica, quer na rua de acesso ao Hospital Termal, pode encontrar inúmeros locais para comprar a típica cerâmica da região. Ver o museu da Cerâmica. Ver a Igreja do Pópulo (manuelina, com capela do Séc.XV) com muitas peças de Rafael Bordalo Pinheiro. N39 24.550 W9 08.206

- PT-MI0117: P-Cambres: Ver a “Quinta da Pacheca” e as suas vinhas e produção do Vinho do Porto. N41 08.000 W7 48.000

- PT-MI0143: P-Caminha: Cidade fortificada junto ao rio Minho. Espanha está logo ali ao lado. A sua localização geográfica deu-lhe importancia. Foi ocupada por Celtas e mais tarde por Romanos. Foi importante porto comercial até ao Séc.XVI. Um pequeno “ferryboat” faz uma passagem por dia para Espanha. Ver a “Torre do Relógio” (Séc.XV) onde estava a entrada nas antigas muralhas. Ver os “Paços do Concelho”. Ver o “Solar dos Pitas” (Séc.XV). Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XV). N41 52.587 W8 50.266

- PT-MI0172: P-Campo Maior: Pensa-se que a povoação teve origem em três famílias que para ali foram viver e aquele local era o “campo maior” da região. Foi fortificada no início do Séc.XIV por D.Dinis. No Séc.XVIII um raio atingiu um armazém de pólvora e na explosão que destruiu a povoação, morreram 1500 pessoas. Trinta e quatro anos depois, com as suas ossadas, foi construída a “Capela dos Ossos”. As paredes, todas cobertas de ossos, dão-lhe um ar sinistro. N39 00.884 W7 04.079

- PT-MI0073: P-Caramulo: Na Serra do Caramulo havia vários sanatórios no passado. No mesmo edifício estão dois museus. A “Fundação Abel de Lacerda” (tapeçarias, esculturas, porcelanas, pratas, marfins, bronzes e pinturas) e o “Museu do Automóvel”. Ali perto procure a “Cabeça da Neve” (970 metros) e o “Caramulinho” (1074 metros) de onde poderá usufruir de uma paisagem que vale bem a deslocação. N40 34.074 W8 09.917

- PT-MI0114: P-Cárquere: Fica entre Cinfães e Lamego. Ver a “Igreja da Virgem Maria”. A lenda diz que D.Afonso Henriques estava aqui, doente, numa altura em que ainda não era rei, na companhia de Egas Moniz e este, seguindo um sonho, desenterrou uma estátua da virgem. Construíram-lhe a igreja original e D.Afonso Henriques ficou curado como que por milagre. Há ali também uma estátua da virgem em marfim, de origem e data desconhecidas. N41 05.221 W7 57.465

- PT-MI0009: P-Cascais: Baía na foz do Tejo. D. Luís I (Séc.XVII) fez aqui o seu palácio de verão. Foi moda nos anos 70. Local de férias das famílias ricas. Praias. Lojas elegantes. Algumas ruas são fechadas ao trânsito. Pescadores levam o peixe para ser vendido na lota. Esplanadas agradáveis. Ver o “Museu Biblioteca” (“Parque da Gandarinha”) que foi a casa do Conde de Castro Guimarães e pode-se ver o espolio deixado pela família. Ver o “Museu do Mar” com a história de Cascais. A “Igreja de Nossa Senhora da Assunção” tem pinturas de Josefa de Óbidos. Perto está a “Boca do Inferno” e a “Praia do Guincho” (dunas à volta e um forte que é hotel) que é uma das preferidas para a prática do surf. N38 41.809 W9 25.221

- PT-MI0044: P-Castelo de Almorol: Numa ilha do rio Tejo. Era uma antiga fortaleza romana. Uma lenda conta que um cruzado (“Palmeirin de Inglaterra”) combateu aqui por uma mulher chamada Polinarda. Outra diz que se ouve ali os lamentos do fantasma de uma princesa que amava um escravo mouro. Este castelo (Séc.XII) é símbolo de resistência, uma vez que nunca foi tomado. Actualmente está sob o controlo do exército. N39 27.783 W8 22.940

- PT-MI0097: P-Castelo Branco: Ver o “Castelo dos Templários”. Ver o “Jardim Episcopal”, junto ao “Palácio do Bispo” (Séc.XVIII), com grande quantidade de estátuas. As estátuas dos Filipes de Espanha, que ocuparam Portugal durante 60 anos, estão aqui representadas em tamanho menor que as restantes, exactamente como forma de diminuir a sua importância. Ver o “Museu Francisco Tavares Proença Júnior” que está no “Paço Episcopal” (Séc.XVII). Têm objectos arqueológicos, tapeçarias (Séc.XVI) e objectos das origens de Portugal. Colchas de seda bordadas. Ver o “Convento da Graça” (Séc.XVIII). Ver o “Museu de Arte Sacra”. Ver o “Cruzeiro de São Jorge” (Séc.XV) no centro da cidade N39 49.380 W7 29.584

- PT-MI0082: P-Castelo Mendo: - N40 35.623 W6 56.947

- PT-MI0079: P-Castelo Rodrigo: - N40 52.550 W6 57.830

- PT-MI0169: P-Castelo de Vide: Na Serra de São Mamede. Foi cidade romana. Ver a “Igreja de Santa Maria” (barroca). Ver o edifício da “Câmara”. Ver o “Pelourinho” (Séc.XVIII). “Mansões”. A “Fonte da Vila” é uma das nascentes de águas com propriedades curativas de que os Romanos tanto gostavam. A judiaria é um labirintico emaranhado de casas brancas. Há ali uma sinagoga (Séc.XIII). Ver a “Capela do Salvador do Mundo” (Séc.XIII). Ver a “Nossa Senhora da Alegria” nas muralhas do “Castelo” N39 24.756 W7 27.096

- PT-MI0226: P-Castro Marim: Foi habitada pelos Fenícios, Gregos e Romanos. A sua localização junto ao rio Guadiana faz dela uma cidade com interesse. Foi conquistada pelos Mouros e daí extenderam-se para o resto do Algarve (“Al-Gharb”). As antigas salinas são agora a Reserva Natural do Sapal (2.090 ha), com muitas plantas e aves, como o flamingo, cegonha e o pernilongo-de-asas-pretas. N37 13.159 W7 26.610

- PT-MI0165: P-Celorico de Basto: Junto ao rio Tâmega. Pequeno Castelo. Mansões. A “Casa do Campo” recebe hospedes. N41 23.256 W8 00.024

- PT-MI0077: P-Celorico da Beira: É nesta zona que pastam as ovelhas que dão o melhor queijo da Serra da Estrela. De Dezembro até Maio, poderá comprar queijo no mercado. A feira de Fevereiro é a maior. Na estrada para o Castelo (Séc.X) está o centro histórico com casas de granito, de janelas em estilo manuelino e portas de estilo gótico. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XVIII) que foi hospital para os ingleses, durante a Guerra Peninsular. N40 38.149 W7 23.556

ImagemImagem PT-PM0001: Centro Histórico de Angra do Heroísmo Imagem

ImagemImagem PT-PM0006: Centro Histórico de Évora Imagem

- PT-MI0125: P-Chaves: Fica junto ao rio Tâmega. Chamava-se “Aquae Flaviae” no tempo dos Romanos (78DC) quando estes vieram para ali, atraídos pelo ouro e pelas águas termais. A sua posição geográfica fez com que fosse ocupada por Suevos, Visigodos e Mouros. Pertence aos portuguêses desde o Séc.XII. O nome poderá estar associado às “Chaves do Norte” que foram dadas a Nuno Alvares Pereira pela prestação na batalha de Aljubarrota. Mas também poderá derivar de “Flaviae”. O centro histórico é muito bonito. Ver a “Torre” (Séc.XIV) na praça medieval, com o “Museu Militar” e “Museu da Região Flaviense”. Este castelo foi oferecido a D.João I, por Nuno Álvares Pereira. Ver a “Igreja Matris”. Bons presuntos. Cerâmica de barro preto. Ver a “Igreja da Misericórdia”. Ver a “Ponte Romana” (100DC) com 16 arcos. Esta ponte deu importãncia à cidade por facilitar a ligação entre Braga e a cidade espanhola de Astorga. As nascentes de água termal afloram a 73ºC (das mais quentes da Europa). Trata-se reumatismo, rins e hipertensão. N41 44.641 W7 28.299

- PT-MI0112: P-Cinfães: Entrada para Lamego e para o Alto Douro. Junto ao rio Douro e a Serra de Montemuro (1000 metros). Paisagem muito verde. Agricultura e artesanato (tecelagem, rendas, cestos e miniaturas de barcos rebelos). N41 04.307 W8 05.403

- PT-MI0078, PT-MI0079, PT-MI0080, PT-MI0081, PT-MI0082: P-Circulo de Castelos de Fronteira: “Almeida” (N40 43.533 W6 54.047), “Castelo Rodrigo” (N40 52.550 W6 57.830), “Figueira de Castelo Rodrigo” (N40 53.765 W6 57.717), “Pinhel” (N40 46.466 W7 03.961) e “Castelo Mendo” (N40 35.623 W6 56.947).

- PT-MI0244: P-Citânia de Briteiros: 15 km a Norte de Guimarães. 150 habitações da Idade do Ferro, que foram escavadas por Martins Sarmento. Algumas das casas foram reconstruídas. Viveram ali Celtiberos (IV AC-IV DC) e pensa-se que foi controlada pelos Romanos (20 AC). Há ali cisternas subterrâneas e condutas de água. N41 31.658 W8 18.962

- PT-MI0061: P-Coimbra: Chamou-se “Aeminium” no tempo dos Romanos e depois “Conímbriga”. Depois vieram os Mouros e o reino de Castela. E finalmente D.Afonso Henriques mudou para ali a capital que estava em Guimarães. Nasceram ali 6 reis. E ali se fundou a primeira universidade do país. Na parte alta e mais antiga da cidade estavam catedrais, a universidade e um museu. A zona ribeirinha, junto ao rio Mondego é bonita. Lojas. O caminho-de-ferro. Vá ao Largo da Portagem na Baixa, repleto de bares e restaurantes. Ver a “Igreja de São Tiago” (Séc.XII). Ver a “Igreja de Santa Cruz” onde estão os túmulos dos dois primeiros reis de Portugal. Ao lado está o mosteiro onde viviam os monges que foram os primeiros professores da Universidade. Ver a “Igreja do Carmo” (Séc.XVI). Ver a “Igreja da Graça” (Séc.XVI). O “Pátio da Inquisição” onde se faziam os julgamentos (Séc.XVI). O “Arco de Almedina” (significa arco “da cidade”, do árabe) fica na entrada para a parte antiga da cidade, num ponto alto. A “Torre de Anto“ (Séc.XVI) com galeria de arte e artesanato. Ruas labirínticas na antiga Medina, com algumas “Repúblicas” (alojamento de estudantes, tradicionais e com uma cultura muito própria). A “Sé Velha” e a “Sé Nova” são catedrais que estão junto à Universidade. Vá até à Praça da República. A Sul do Mondego estão os dois conventos de “Santa Clara”, onde foi morta D.Inês de Castro (1355) e onde esteve Santa Isabel. Há uma nascente de água a que chamam a “Fonte dos Amores”, na “Quinta das Lágrimas” (Séc.XVIII) que tem uma lenda relacionada com D.Inês de Castro. A Quinta é agora um hotel. O rio Mondego é conhecido localmente por “rio dos poetas”. Ver o “Museu Nacional Machado de Castro” (esculturas, pinturas e um labirinto subterrâneo do tempo dos Romanos, chamado “criptopórtico de Aeminium”. Ver a “Igreja e Mosteiro de Santa Cruz”. Ver o “Jardim Botânico” (Séc.XVIII), os maiores de Portugal. Ver o “Aqueduto de São Sebastião” (Séc.XVI). Ver “Santa Clara-a-Velha” onde foi enterrada Santa Isabel e onde esteve também D.Inês de Castro antes de ser transferida para Alcobaça. Santa Isabel foi depois transferida para “Santa Clara-a-Nova”. Esta igreja de origem gótica está a ser restaurada. Ver “Santa Clara-a-Nova” (Séc.XVII), o convento que foi construído para as freiras que vieram do convento antigo. Actualmente é parcialmente ocupado pelo exercito. Na igreja está sepultada Santa Isabel num caixão de prata. Ver o “Portugal dos Pequeninos” com o seu mundo em ponto pequeno onde as crianças podem brincar livremente. Trata-se de um labirinto de casas em miniatura que representam as regiões de Portugal e as antigas colónias portuguesas. A “Queima das Fitas” realiza-se uma vez por ano. Esta tradição tem mais de 700 anos. As cores das fitas representam a faculdade a que o estudante pertence. Vermelhas representam “leis”, amarelas representam “medicina” e azuis-escuras para “letras”. Estes eram os únicos temas que inicialmente se estudavam em Coimbra. N40 12.649 W8 24.978

- PT-MI0006: P-Colares: Virada para o mar, por cima da Várzea de Colares. Região muito verde. O vinho de Colares é afamado. Ver a Praia das Maçãs, Azenhas do Mar (bonita povoação sobre o mar, com piscinas naturais), Praia Grande e Praia da Adraga (com bar de praia, muito tranquilo). N38 48.045 W9 26.580

- PT-MI0062: P-Conímbriga: Junto a Condeixa-a-Nova. Ficava na estrada romana que ligava “Olisipo” (Lisboa) a “Bracara Augusta” (Braga) e são os maiores vestígios romanos em Portugal. Os Romanos estiveram aqui desde IIAC. Os vestígios mais significativos são do Séc.II e III. Banhos, fórum, aqueduto, casas luxuosas, etc. A “Casa de Cantaber” é uma das maiores casas do Império Romano Ocidental. Tinha lagos, jardins, banhos e um sistema de aquecimento sofisticado. A “Casa das Fontes” (Séc.II) é outro bom exemplo. Ainda há muita coisa por explorar em Conímbriga. Lamentavelmente nos Séc.III e IV as casas foram destruídas para tirar pedra para construir defesas contra os bárbaros. No Séc.V os suecos queimaram a cidade e mataram as pessoas. Há um museu. N40 06.041 W8 29.627

- PT-MI0043: P-Constância: Onde o rio Zêzere entronca no rio Tejo. Casas brancas. Viveu ali Camões, o poeta, depois de ter sido expulso da corte. Ver a “Casa Memória de Camões”. O poeta escreveu “Os Lusíadas”, um poema épico. Era um homem que vivia com intensidade. Perdeu um olho numa batalha no Norte de África. Depois foi para a Índia. Sobreviveu a tempestades. A sua obra relata a viagem de Vasco da Gama à Índia e é o grande livro de referência das Descobertas. Contudo só foi reconhecido depois de morrer. Tem aqui uma estátua que o homenageia. N39 28.605 W8 20.248

ImagemImagem PT-PM0002: Convento de Cristo em Tomar Imagem

- PT-MI0007-17: P-Convento dos Capuchos: Entrada entre duas grandes pedras. Mosteiro Franciscano (Séc.XVI) onde os monges viviam em celas forradas de cortiça. Vistas espectaculares. N38 47.140 W9 26.195

- PT-MI0051: P-Coruche: No centro da lezíria, junto ao vale do Sorraia. Esta região é habitada desde o Paleolítico. Foi destruída pelos Mouros (Séc.XII). Aqui vive-se a cultura taurina com muita intensidade. Ver a “Igreja de São Pedro” (Séc.XVII). Ver a “Igreja de Nossa Senhora do Castelo” (Séc.XII). N38 57.402 W8 31.938

- PT-MI0014: P-Costa da Caparica: Praias e dunas. Restaurantes e bares de praia. Comboio em linha com 10 Km (activo no Verão). Praias familiares mais a Norte, depois algumas mais isoladas e, mais a Sul, a Lagoa de Albufeira (windsurf, kite surf, etc.). N38 38.670 W9 13.997

- PT-MI0170: P-Crato: Casas com grandes chaminés. Foi dado por D.Sancho II à Ordem dos Hospitalários, que fez ali a sua sede. Casaram ali D.Manuel I e D.João III. Foi saqueada e queimada no Séc.XVII pelos espanhois. O que sobra do “Castelo” está em muito mau estado. Ver a “Varanda do Grão-Prior”. Ver a “Igreja Matriz”. Ali perto ver o “Mosteiro e Igreja da Flor de Rosa” (Séc.XIV) que agora é pousada. N39 17.360 W7 38.810

- PT-MI0138: P-Duas Igrejas: Perto de Miranda do Douro. Tradição dos Pauliteiros. Podem ser vistos na Festa de Santa Bárbara, no 3º Domingo de Agosto. Dançam, betendo com paus e são acompanhados por tambores e gaitas de foles. N41 28.450 W6 21.099

- PT-MI0173: P-Elvas: Está junto à fronteira com Espanha e por isso a sua história é marcada por batalhas e actividades relacionadas com o contrabando. As fortificações estão bem conservadas. Os Mouros viveram ali mais de cinco séculos. A arquitectura da cidade velha tem muito do marquês de Vauban. Baluartes pentagonais. No Séc.XVII as muralhas resistiram aos ataques espanhóis, na Guerra da Independência. A cidade foi a base de Wellington no cerco a Badajoz. Ver o “Forte de Santa Luzia” (Séc.XVII) e o “Forte da Graça” (Séc.XVIII) que davam suporte defensivo à cidade. O “Castelo” tem origem romana. Foi reforçado pelos Mouros e posteriormente por D.Sancho II, D.Dinis e D.João II. Ver a “Nossa Senhora da Assunção” (Séc.XVI) que foi a “Catedral de Elvas”. Ver o “Museu Arqueológico” que foi um antigo colégio jasuíta. Ver a “Biblioteca” com mais de 50.000 livros. Ver a “Nossa Senhora dos Aflitos” (Séc.XVI), uma pequena igreja que teve origem numa mais antiga, dos Templários, de formato ortogonal. A igreja também tem vestígios árabes. Ver o “Pelourinho” (manuelino), no Largo de Santa Clara. Ver o “Aqueduto da Amoreira” (Séc.XV) que demorou 124 anos até ficar terminado. São 843 arcos com 30 metros de altura, com 5 subarcadas intermédias. O aqueduto faz os 8 Km que distam a fonte da Amoreira da fonte do Largo da Misericórdia. Antes da existência do aqueduto, a povoação tinha de ir buscar água ao poço de Alcalá. N38 52.675 W7 10.099

- PT-MI0005: P-Ericeira: Muito movimentada no verão. Povoação de pescadores que ainda segue métodos tradicionais. Praias bonitas. Marisqueiras. Cafés e bares junto à Praça da República. Mini golfe. Museu da Ericeira dedicado à pesca. Casas caiadas de branco e ruas empedradas sobre a falésia. Festa dos Pescadores (16 de Agosto) com procissão de velas e bênção de barcos. Foi daqui que partiu o último rei de Portugal para o exílio em Twickenham (perto de Londres). N38 57.897 W9 25.084

- PT-MI0220: P-Estói: Povoação muito tranquila. Ver o “Palácio de Estói” (rococó, de início do Séc.XX) que agora pertence à Câmara de Faro. Ver o “Milreu” (Séc.I ou II DC), um complexo de origem romana. Foi um local importante, que no Séc.V foi transformado em basílica Cristã. N37 05.563 W7 53.644

- PT-MI0010: P-Estoril: Estiveram aqui exilados reis de Itália, Espanha, Hungria e Roménia. Por isso se tornou numa estância fina. O Casino é famoso. O Autódromo não fica longe. N38 42.210 W9 23.843

- PT-MI0178: P-Estremoz: Cidade branca rodeada de oliveiras. A povoação foi palco de batalhas, tendo assumido maior importância na Guerra da Restauração e nas lutas liberais. A parte antiga (medieval), está rodeada de muralhas. “Torre das Três Coroas”, de marmore (Séc.XIII) com 27 metros. O “Castelo” foi construído para D.Isabel. Actualmente é uma pousada. Foi ali que morreu a Rainha Santa Isabel. Ver a “Capela da Rainha Santa”. Ver as ruínas do “Palácio” de D.Dinis. Ver o “Museu Municipal”. Esta é uma região forte na extracção de marmores e qualidade, o “ouro branco” do Alentejo. Portugal é o segundo maior exportador e estes marmores são de qualidade superior. 90% (500.000 toneladas por ano) vêm desta região. O marmore desta zona e de Borba é branco e rosado. O da região de Viana do Alentejo é verde. A extracção de marmore vem do tempo dos Romanos. N38 50.893 W7 35.254

- PT-MI0185: P-Évora: Uma das cidade mais bonitas do país, com um bonito centro histórico. Foi importante no tempo dos Romanos. Na Idade Média foi local de ensino de artes e ofícios. Foi morada de reis portuguêses e ocupada por Espanha. Esteve ali uma universidade jesuíta até ao Séc.XVIII. Actualmente vive-se novamente um ambiente académico. É Património da Humanidade. Ver o “Templo de Diana” do tempo dos Romanos (Séc.II e III DC). Foi utilizado como armeiro, teatro e até matadouro. Ver a “Praça do Giraldo” com uma fonte do Séc.XVI. Antes desta, esteve ali outra onde inicialmente vinham parar as águas do aqueduto. Ver o “Convento de Lóios” (Séc.XV). Este mosteiro é agora pousada. Os quartos eram as celas e a sala de jantar , os claustros. O convento também é conhecido pelo nome de “São João Evagelista”. Ver o “Museu de Évora”. O edifício era um palácio (Séc.XVI) onde viveram governantes e bispos. Ver a “Casa de Garcia de Resende” (poeta e diplomata da Renascença). Ver a “Sé” (Catedral de Évora) que parece um forte. Demorou quase 50 anos para ser construída (estilos romanico e gótico). Ver a “Igreja da Misericórdia”. Ver a “Nossa Senhora da Graça” (Séc.XVI, estilo pseudoclássico) com quatro figuras conhecidas como “os meninos”. As muralhas da cidade são um misto da época romana, medieval e do Séc.XVII. As ruas labirinticas e as arcadas da Praça do Giraldo são de influencia Moura. O nome da praça poderá ter vindo de “Giraldo Sem-Pavor”, um fora-da-lei que expulsou os Mouros no Séc.XII, mandado por D.Afonso Henriques. Nesta praça foi decapitado o cunhado de D.João II, duque de Bragança (Séc.XV) e foram queimadas algumas pessoas, pela Inquisição (Séc.XVI). Há mais de 20 igrejas e mosteiros. Uma delas é a Capela dos Ossos, semelhante à de Campo Maior. Ver a “Velha Universidade”, integrada na Universidade de Évora, com claustro e capela (barroca, Séc.XVIII, que actualmente chamam de “Sala dos Actos” por servir para as cerimónias de doutoramento. Esta velha Universidade era o “Colégio Jesuíta do Espírito Santo”, um centro de aprendizagem. Ver a “Igreja de São Francisco” (Séc.XV) com a “Capela dos Ossos” (Séc.XVII), que foi feita das ossadas de 5000 monges. O cenário macabro é completado com dois corpos mumificados. Ver o “Largo das Portas de Moura” com a “Casa Soure” e a “Casa Cordovil”, de influencia árabe. Tem uma fonte ao centro (Séc.XVI). Tem a entrada do “Convento do Carmo”. Ver o “Jardim Público” onde era o “Palácio de D.Manuel” até ter caído em ruínas, ficando apenas dessa época, a “Galeria das Damas” e o Pavilhão. A povoação chamou-se “Ebora Cerealis” no tempo dos Romanos, por ser na altura um grande espaço de plantação de trigo. Também as minas de cobre e ferro são do tempo dos Romanos. O marmore era muito usado pelos Romanos para construir casas com qualidade. As muralhas , na sua totalidade, têm dois aneis. O primeiro é romano (Séc.I AC) e já só se vêm poucos pedaços. Foram feitos acrescentos a esta primeira muralha, no tempo dos Mouros e na ápoca Medieval. Há duas torres no “Largo das Portas de Moura”. A segunda muralha (Séc.XIV) foi construída por D.Fernando I. Esta tinha 40 torres e 10 portas. A porta de Alconchel está virada para a estrada de Lisboa. Foi depois reforçada por D.João IV (Séc.XVII). Resistiram aos ataques espanhois. O “Aqueduto da Água de Prata” é uma obra imponente, que foi inclusive referida nos Lusiadas. Foi destruído na Guerra da Restauração (Séc.XVII). Ainda restam 9 Km. Faça o “Circuito dos Megálitos” (80 Km) que estão espalhados pela região. Não se sabe ao certo para que serviam aquelas pedras que são de 4000 a 2000 AC. Os “dólmenes” deveriam servir para enterrar os mortos, juntamente com os seus pertences. Há nesta zona mais de 130. Os “menires” deveriam servir para os rituais de fertilidade, dado que têm uma forma fálica. Os “cromeleques” deveriam ter uma finalidade religiosa porque delimitam um espaço de forma regular. O circuito passa por Évora em cuja região circundante há mais de 150 locais. Depois vem o “Menir de Almendres”, com 2,5 metros de altura (atrás dos silos da Cooperativa Agrícola) e o “Cromeleque de Almendres”, logo a seguir, com 95 pedras que formam um templo dedicado ao culto do sol. O “Dólmen do Zambujeiro” é o maior de Portugal (14 metros de cumprimento até à cãmara) e tem enormes pedras a formar a galeria. O “Dólmen-Capela de São Brissos” fica junto à aldeia de Brissos. A capela foi construída encostada a uma anta. Há uma semelhante em “Pavia”. As “Grutas de Escoural” têm pinturas rupestres com 15-20.000 anos. N38 34.156 W7 54.867

- PT-MI0181: P-Évora Monte: Na casa do Nº 41, da única rua da povoação, D.Miguel cedeu o trono ao irmão, no Séc.XIX. O “Castelo” foi reconstruído após um terramoto em 1531 que o destruíu. Tem a particularidade das muralhas terem ornamentos de pedra que representam cordas. As muralhas foram restauradas usando betão. N38 45.954 W7 42.839

(continua)


Editado pela última vez por palves em 26 jul 2009 23:15, num total de 46 vezes.

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MensagemEnviado: 04 mar 2008 22:36 
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- PT-MI0242: P-Falperra: Perto de Braga. Ver a “Igreja de Santa Maria Madalena” (Séc.XVIII). N41 24.000 W7 39.000

- PT-MI0221: P-Faro: Foi palco de invasões, incêndios e terramotos. Na Pré-História era uma aldeia de pescadores. No tempo dos Romanos foi importante porto e centro administrativo. Nessa altura era chamada de “Ossonaba”. Depois pertenceu aos Mouros, até ao Séc.XIII, altura em que foi conquistada por D.Afonso III. No Séc.XVI foi saqueada e incendiada pelos ingleses, sob comando do Conde de Essex. Foi reconstruída e novamente destruída por um terramoto no Séc.XVIII. Ainda se podem ver vestígios da antiga muralha. Podem ver-se edifícios dos Séc.XVIII e XIX. Passear a pé pela cidade velha, desde o porto, até à zona de casas, passando pelo “Arco da Vila” (mourisco, Séc.XIX), onde era a entrada do castelo medieval. Passar pelo “Largo da Sé”, local de laranjeiros e pelo “Paço Episcopal” (Séc.XVIII). Fora das muralhas está o “Arco do Repouso” (mouro) e a “Igreja de São Francisco” (Séc.XVIII). Ver a “Igreja de Nossa Senhora do Pé da Cruz” (Séc.XVII) com uma bonita capela exterior. Ver a Sé (Séc.XVII, barroca e renascentista), construída no local de uma antiga mesquita, com a “Capela-mor”, a “Capela de Nossa Senhora dos Prazeres” e o “Orgão” (Séc.XVIII). Ver o “Museu Municipal” (Séc.XX), no antigo “Convento de Nossa Senhora da Assunção”. Ver o “Museu Marítimo” na capitania do porto, com modelos de barcos da Idade das Descobertas. Ver o “Palácio Bivar”, o “Mercado”, a “Ermida de Santo António do Alto” e as “Salinas”. Ver o “Museu Etnográfico”. Ver a “Igreja do Carmo” (Séc.XVIII, barroca), com a “Capela dos Ossos” (Séc.XIX) construída com ossadas do cemitério dos frades. Ver a “Igreja de São Pedro” (Séc.XVII). Ver o “Cemitério dos Judeus” com uma disposição tipicamente sefardita (crianças, mulheres e homens, a partir da entrada). Esta comunidade judaica foi levada para a cidade, no Séc.XVIII, pelo Marquês de Pombal, para dinamizar a economia da região. N37 00.892 W7 56.067

- PT-MI0037: P-Fátima: Santuário de Fátima. Local de peregrinação de grande importância religiosa (como Santiago de Compostela ou Lourdes). Basílica e torre com 65 metros. Recinto de muito grande dimensão.
De 13 de Maio a 13 de Outubro chegam peregrinos de todo o Mundo. O local ficou conhecido pela aparição da Virgem aos três pastorinhos (13.5.1917). Lúcia, Francisco e Jacinta. A Virgem apareceu por cima de uma azinheira e mandou que voltassem ao mesmo local, no mesmo dia, durante 6 meses. A Virgem comunicou a Lúcia três segredos. O primeiro, durante a 1ª Guerra Mundial, falava da paz que viria. O segundo era sobre a Rússia. E o terceiro, apenas revelado em 2000, era sobre a tentativa de assassinato do Papa João Paulo II. Ver a "Capela das Aparições" no local onde aconteceram. Lá dentro está a bala que quase matou o Papa. Ver também a "Casa dos Pastorinhos" ali perto, onde viviam. N39 37.831 W8 40.721


- PT-MI0080: P-Figueira de Castelo Rodrigo: - N40 53.765 W6 57.717

- PT-MI0059: P-Figueira da Foz: Já esteve na moda como estância de férias. Marina. Casino. Praia muito grande. Popular ponto para a prática de surf. Ver o “Museu Municipal Dr. Santos Rocha”. Ver a “Casa do Paço” que é forrada a azulejos tirados de um navio naufragado. Ver a “Fortaleza de Santa Catarina” (Séc.XVI), triangular, na foz do rio Mondego, que foi base do duque de Wellington. N40 08.905 W8 51.528

- PT-MI0144: P-Foz do Minho: Perto de Caminha. Os pescadores podem levar grupos até à ilha para ver o “Forte da Ínsua”. N41 52.973 W8 50.386

- PT-MI0135: P-França: Aldeia tradicional no Parque Natural de Montesinho. Casas de pedra com varanda de madeira, ao estílo medieval. Tradição na utilização de plantas para curar doenças. N41 54.168 W6 44.098

- PT-MI0142: P-Freixo de Espada à Cinta: O nome pode derivar de um espanhol ou vidigodo de nome Espadacinta. Mas há também uma lenda que diz que D.Dinis amarrou a espada a um freixo quando fundou a cidade. Ver a “Torre do Galo” (Séc.XIV). Na Primavera é bonito ver todas as amendoeiras em flor. Desde o Séc.XVIII que a criação de bichos da seda é uma tradição da região. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XVI) que se assemelha ao Mosteiro dos Jerónimos em ponto pequeno. N41 05.422 W6 48.498

- PT-MI0162: P-Guimarães: O berço da nação. Foi a primeira capital de D.Afonso Henriques. Ruas do bairro medieval no centro da cidade. “Castelo de São Miguel” (Séc.X) onde nasceu D.Afonso Henriques. A pia batismal está na “Igreja de São Miguel” (românica). Na primeira semana de Agosto há as Festas Gualterianas, com sentido medieval. Ver o “Paço dos Duques” (Séc.XV). Ver o “Museu de Alberto Sampaio” nos claustros românicos de “Nossa Senhora da Oliveira”. O edifício da “Câmara Municipal” é o antigo “Convento de Santa Clara”. Ver a “Igreja de Nossa Senhora da Oliveira”. A lenda diz que a oliveira foi para ali transplantada para das suas azeitonas produzir azeite para a lamparina do altar. Mas esta murchou. Depois o mercador Pedro Esteves colocou-lhe a cruz e a oliveira recuperou. A árvore que hoje lá está, não é, obviamente, a original. Ver o “Museu Martins Sarmento” (arqueologo que escavou a “Citânia de Briteiros, entre outros) no claustro (gótico) do “Convento de São Domingos” (Séc.XIV). Ver a “Igreja de São Francisco” (Séc.XVIII). Ali perto ver o “Mosteiro de Santa Marinha da Costa” (Séc.XII) que actualmente é uma pousada com jardins e capela. N41 26.709 W8 17.876

- PT-MI0047: P-Golegã: "Feira Nacional do Cavalo" nas duas primeiras semanas de Novembro. No dia 11 de Novembro, dia de São Martinho, é a prova do vinho novo. "Igreja Matriz" (Séc.XVI). "Museu da Fotografia Carlos Relvas". "Museu de Pintura e Escultura Martins Correia", numa antiga estação dos correios. N39 24.215 W8 29.209

- PT-MI0083: P-Guarda: Está a 1056 metros de altitude, na Serra da Estrela. O nome vem da sua função como guarda da fronteira, no tempo de D.Sancho I, altura da sua fundação. A “Sé” é quase um forte e levou quase 200 anos até estar terminada. Ver o “Museu da Guarda” (pinturas, arqueologia e uma área dedicada a Augusto Gil, o poeta da Guarda). Ver a “Igreja da Misericórdia” (Séc.XVII) e a “Igreja de São Vicente” (Séc.XVIII). Viveu aqui uma comunidade judaica. D.João I apaixonou-se aqui por Inês Fernandes, a filha de um sapateiro judeu. Tiveram um filho (Afonso) que foi o primeiro duque de Bragança. E um dos filhos deste, D.João IV, foi rei de Portugal. N40 32.265 W7 16.063

- PT-MI0096: P-Idanha-a-Velha: Embora pequena, esta aldeia representa parte da história de Portugal. Acredita-se que Wamba, um rei Visigótico, nasceu aqui. A “Catedral” foi restaurada no Séc.XVI. Foi um bispado no Séc.XII. Actualmente o interior armazena pedras e esculturas Romanas. Ver o “Pelourinho” (Séc.XVII). Ver a “Igreja matriz”. Ver a “Torre dos Templários” - que estiveram ali até ao Séc.XIV - com lagar do Séc.XX. N39 59.860 W7 08.660

- PT-MI0023: P-Ilha da Berlenga: Reserva Natural paradisíaca a 12 Km de Peniche, apenas acessível ao turista, durante alguns meses do ano (época balnear). Meia hora num dos vários barcos que asseguram o transporte (perguntar em Peniche). Muitas aves marinhas (gaivotas e mergulhões). Ver o “Forte de São João Batista” (Séc.XVII) que foi em tempos alvo de ataques de piratas e exércitos inimigos. Actualmente é albergue (poucas condições). Ver a pequena praia do lado Este da Ilha. Visitas de barco às grutas. O “Furado Grande” é um túnel com 70 metros e dá para o “Covo do Sonho” com falésias de granito vermelho. Há também um farol e uma pequena aldeia de pescadores. A ilha já foi abrigo de Monges. A ilha é um excelente local para pesca à cana e mergulho autónomo e em apneia. Apreciar a tranquilidade e os bailados das gaivotas. Para Oeste estão os desabitados e inóspitos Farelhões. N39 24.925 W9 30.277

- PT-MI0233: P-Ilha Graciosa: Arquipelago dos Açores. Grupo Central. Ilha muito tranquila. Tem 12 Km de comprimento e pouco relevo. Muitas quintas agrícolas e vinhas. Ainda se utilizam carros de bois. N39 03.647 W28 01.166
. PT-MI0233.1: P-Santa Cruz da Graciosa: Tem um cais. Casas de dois pisos, caiadas, com varanda de ferro e janelas ovais. Ver o Museu Etnográfico e o barco baleeiro que está ao lado. Subir ao Monte da Ajuda, com a capela fortificada da Nossa Senhora da Ajuda (Séc.XVIII) e ali perto, uma antiga vigia de baleeiros. Ir à Furna do Enxofre e descer à cratera do vulcão. Lá em baixo há uma gruta com um lago sulfuroso. De manhã é mais bonito por causa da posição do sol. Por cima está a Furna Maria Encantada, onde se chega por um túnel. A vista é muito bonita. ???
. PT-MI0233.2: P-Carapacho: Está na base de um vulcão. Águas geotérmicas de tratamento. ???

- PT-MI0228: P-Ilha da Madeira: Faz parte do Arquipélago da Madeira. N32 43.670 W16 54.141
. Vinho da Madeira: No Séc.XVI o vinho era levado pelos navios porque as suas propriedades ajudavam a evitar o escorbuto nos marinheiros. Depois, descobriram que o sol tropical melhorava a qualidade do vinho. No Séc.XVIII inventaram um processo, a que chamaram de "estufagem", em que o vinho era "cozinhado" com o calor do sol e com tubos de água quente, durante 6 meses, a 40-50º. Depois é fortificado com brandy. São quatro os tipos de uva utilizados. Tantos quantos os tipos de vinho da Madeira. "Sercial": Uvas brancas, cultivadas a 800 metros de altitude. Vinho seco de cor ambar. Aperitivo ou a acompanhar sopa ou peixe. Servir meio fresco. "Verdelho": Uvas brancas, cultivadas a 400-600 metros de altitude. Tawny meio seco. Acompanhar carnes ou bolo da Madeira. "Boal": Uvas brancas, cultivadas a menos de 400 metros de altitude. Escuro e meio-doce. Acompanhar queijos e sobremesas. Tem semelhanças ao vinho do Porto. "Malmsey": Uvas malvasia, cultivadas junto às falésias solarengas. Muito escuro. Digestivo. É o mais conhecido de todos os Madeira.
. Levadas da Madeira: Sistema de irrigação que leva as águas do Norte, para o Sul da ilha. Depois de guardada em tanques ou lagos, ou directamente das nascentes, a água é levada por canais feitos para irrigar hortas, bananais e vinhas. São 2.150 Km de levadas, algumas construídas em 1500. Os caminhos feitos para a sua manutenção são bons percursos pedestres que nos levam a locais onde não chegariamos de outra maneira.
. PT-MI0228.01: P-Funchal: Museus e edifícios históricos. Ver a Sé (início do Séc.XVI). Ver o Museu de Arte Sacra (Séc.XVI). Ver a Quinta das Cruzes (Séc.XIX) que é o Museu de Artes Decorativas e onde se pensa que viveu Gonçalo Zarco. Ver o Convento de Santa Clara onde está sepultado João Gonçalves da Câmara (neto de Zarco) e Martim Mendes Vasconcelos. Ver o Jardim Botânico com plantas de todo o Mundo. Visitar as Adegas de São Francisco, com alguns edifícios do Séc.XVII, que foi mosteiro Franciscano e onde se pode fazer prova de vinhos. Ver o Mercado dos Lavradores (produtos agrícolas, flores, cestaria e peixe) que oferece muitas cores e grande movimento. Ver a Zona Velha, com lojas, esplanadas e cafés. Ver as casas num dos extremos da Rua D.Carlos I (Séc.XV). Ver a Capela do Corpo Santo (Séc.XVI) que foi construída por pescadores (a mais antiga do Funchal). Ver a Fortaleza de São Tiago (Séc.XVII) com o Museu de Arte Contemporânea. N32 38.794 W16 54.674
. PT-MI0228.02: P-Quinta do Palheiro Ferreiro (Séc.XVIII): O melhor jardim da Madeira. Tem uma pequena capela barroca. Pertenceu ao Conde de Carvalhal e depois foi vendida aos Blandy (anglo-madeirenses). O Jardim tem uma zona a que chamam de Jardim das Senhoras e outra a que chamam Inferno (densidade tropical). N32 38.998 W16 52.002
. PT-MI0228.03: P-Monte: Subia-se de elevador e descia-se de tobogã. Agora ainda se pode descer no Tobogã do Monte, num percurso de 4 Km, feitos em 20 minutos, no cesto de verga que nos leva até ao Funchal. Esta espécie de trenó é controlada por dois homens (vestidos de branco e com chapeu de palha) e desce a grande velocidade pelas ruas empedradas. Este meio de transporte original, existe ali desde o meio do Séc.XIX. No Jardim do Monte ver a antiga estação do elevador e o viaduto e depois seguir para a Igreja de Nossa Senhora do Monte (Séc.XIX). Naquele lugar havia uma capela (Séc.XV), construída por Adão Gonçalves Ferreira, que, com Eva, a sua irmã gémea, foram as primeiras crianças a nascer na ilha. No dia 15 de Agosto realiza-se a Festa da Assunção com peregrinação ao local. A lenda diz que a Virgem deu a estátua que está no altar a uma pastora (Séc.XV). Está ali sepultado Karl I, o último imperador Habsburgo, que ali estava exilado e que morreu de pneumonia. Ver os Jardins do Monte Palace (Séc.XIX, com muitas pontes, fontes e cascatas. São 7 ha de vale luxiriante, com grande quantidade de plantas. N32 40.494 W16 54.180
. PT-MI0228.04: P-Machico: Pensa-se que o nome vem de Robert Machim, que fugiu com a aristocrata Anne de Hertford e ali naufragaram, tendo ambos morrido. A tripulação reparou o barco e rumou a Lisboa. Pensa-se que foi esta história que motivou D.Henrique, o Navegador, a mandar Gonçalves Zarco a explorar a ilha da Madeira. A ilha chegou a estar dividida em duas capitanias, sendo a da zona Leste, comandada por Tristão Vaz Teixeira, com base no Machico. Ver a Igreja dos Milagres (Séc.XIX), que está no local da primeira igreja da Madeira, onde se pensa estarem sepultados Robert Machim e Anne de Hertford. A 8 de Outubro há uma procissão que comemora o "regresso da cruz" que, segundo a lenda, foi encontrada a boiar no mar, após a destruição da igreja original por uma inundação. N32 43.054 W16 45.951
. PT-MI0228.05: P-Caniçal: Em tempos foi o centro da actividade industrial em torno na caça à baleia. Filmaram-se ali Moby Dick, em 1925. Esta actividade terminou em 1981 e a Madeira foi declarada Santuário Marítimo, protegendo estes animais, bem como golfinhos e focas. Alguns dos antigos caçadores de baleias trabalham agora na sua protecção. Ver o Museu da Baleia nos antigos escritórios da empresa que explorava a actividade. Pode-se ver um filme que documenta esta caça antiga. Porto de pesca (sobretudo atum) com barcos coloridos na praia de rocha. Ali perto está a Ponta de São Lourenço com falésias de 180 metros. Fazer passeios pedestres nos caminhos da rocha nua. A "Prainha" é a única praia de areia natural da ilha. N32 44.347 W16 44.292
. PT-MI0228.06: P-Santana: O nome vem de Santa Ana, mãe da Virgem. Cerca de 100 casas triangulares, tradicionais, de colmo. Estas casas só existem nesta ilha. Estão ali desde o Séc.XVI. Portas e janelas de cores muito vivas. Servem apenas de abrigo quando chove e para dormir, já que as pessoas cozinham na rua e nem têm casa-de-banho. A parte de baixo serve de sala e o quarto está no piso superior, muito pequeno. Há também casas destas nas colinas, para abrigo do gado. Cultura agrícola em terraços. No vale cultivam-se legumes e frutas. Os ramos dos vimeiros desta zona são matéria prima para os cesteiros da Camacha. N32 45.550 W16 49.318
. PT-MI0228.07: P-Camacha: Fabrico de produtos de verga. Por vezes podem ver-se os cesteiros a trabalhar. N32 40.778 W16 50.797
. PT-MI0228.08: P-Ribeiro Frio: O nome vem do ribeiro que ali passa. Viveiro de trutas. Bonito jardim. Daqui saem dois dos melhores percursos pedestres pelas levadas. O da "Portela" tem 12 Km, com túneis e precipícios arrepiantes, pelas montanhas. É preciso ter experiência para fazer este percurso. O dos "Balcões" faz-se em 20 minutos. Sobre o vale do rio Ametade, até à Penha da Águia. N32 44.055 W16 53.222
. PT-MI0228.09: P-Pico do Arieiro: 1.810 metros de altitude, o terceiro mais alto da Madeira. Até lá chegar, passa-se por zona de eucaliptos e loureiros. Se as nuvens estiverem baixas, continue a subir porque um céu limpo deverá estar à sua espera mais acima. Picos deslumbrantes. São 10 Km de percurso pedestre até ao Pico Ruivo. Boa pousada no cimo. N32 42.991 W16 56.009
. PT-MI0228.10: P-Pico Ruivo: 1.861 metros, a mais alta da Madeira. Chega-se por percurso pedestre de 45 minutos, desde a "Achada do Teixeira". A alternativa é vir do Pico do Areeiro (2-3 horas), sendo este um percurso bem mais exigente e para quem não tem vertígens. Mas é um dos percursos mais bonitos para se fazer na ilha. N32 44.216 W16 57.733
. PT-MI0228.11: P-Curral das Freiras: O nome vem das freiras de Santa Clara que ali se refugiaram quando o Funchal foi atacado por piratas (Séc.XVI). Actualmente já não há ali freiras. Visão geral da povoação no miradouro da "Eira do Serrado". Zona de forte relevo. Durante quase 400 anos o acesso era por caminho pedestre. Agora vai-se por estrada sinuosa. Produção de castanhas com as quais se faz pão e licor. N32 43.361 W16 57.870
. PT-MI0228.12: P-Paulo da Serra: Planalto pantanoso (17x6 Km). Energia eólica. É um local de grande retenção de águas que alimentam as levadas. N32 44.038 W17 03.193
. PT-MI0228.13: P-Rabaçal: Chega-se ali a partir do Paul da Serra. Passeios pedestres pelas levadas. N32 45.249 W17 08.017
1. Percurso da Queda do Risco: 30 minutos, entre árvores envoltas em liquenes, junto à Levada do Risco. A cascata é muito bonita.
2. Percurso das Vinte e Cinco Fontes: Duas a três horas. Musgos e fetos. Uma cascata grande e outras mais pequenas. Pode-se chegar lá, passando pela Ribeira da Janela ou pela levada da Rocha Vermelha. Os dois percursos resultam num total de 8 Km que podem ser feitos em três horas e meia. Atenção que as levadas podem ser escorregadias e os caminhos chegam a ter 30 cm de largura. No Rabaçal há um parque de estacionamento com mesas de pic-nic.

. PT-MI0228.14: P-Boa Ventura: Ver os terrenos agrícolas de socalcos (terraços) nessa zona (de Santana para Boa Ventura). N32 48.983 W17 00.464
. PT-MI0228.15: P-São Vicente: Agricultura. Ver a igreja Matriz (Séc.XVII). Ruas empedradas sem carros. Lojas, bares, pastelarias (provar o bolo de mel, feito de melaços e frutas). Sai-se dali para Porto Moniz, por estradas estreitas com falésia ao lado, túneis e quedas de água. São 19 Km que demoraram 16 anos a abrir à mão. N32 48.080 W17 02.710
. PT-MI0228.16: P-Seixal: Local abrigado, onde se produz bom vinho, que vem de uvas criadas em terraços. ???
. PT-MI0228.17: P-Porto Moniz: Fica num dos extremos da ilha. Campos de cultivo muito pequenos, rodeados de árvores e fetos secos. Povoação pitoresca. Lagos naturais na rocha, ligados por caminhos artificiais. N32 52.025 W17 10.033
. PT-MI0228.18: P-Calheta: Vinhas e plantações de banana. Ainda há alguma indústria do açucar. Produção de rum. A fábrica pode ser visitada (Março-Abril é a melhor época). Ver a Igreja Matriz (Séc.XV). N32 43.584 W17 09.944
. PT-MI0228.19: P-Loreto: Ver a Capela (Séc.XV). N32 43.182 W17 10.475
. PT-MI0228.20: P-Lombo dos Reis: Ver a Capela dos Reis Magos. N32 44.010 W17 10.950
. PT-MI0228.21: P-Ribeira Brava: Praia de pedra. Porto de pesca, onde se chega passando um túnel. Ver a Igreja de São Bento (Séc.XVI). N32 40.243 W17 03.872
. PT-MI0228.22: P-Câmara de Lobos: Pequena aldeia piscatória (sobretudo peixe-espada). Serviu de inspiração a pinturas de Winston Churchill. Bares e restaurantes. Casas simples. Ver a pequena Capela de São Nicolau (Séc.XV). N32 38.842 W16 58.475
. PT-MI0228.23: P-Cabo Girão: Segunda maior falésia da Europa (589 metros). N32 38.942 W16 58.751

- PT-MI0198: P-Ilha do Pessegueiro: Muito perto de Porto Covo. Ruínas de um “Forte” e praia agradável, ambos virados para a pequena ilha, sem mais para ver, além dela própria. N37 49.702 W8 47.406

- PT-MI0235: P-Ilha do Pico: Arquipelago dos Açores. Grupo Central. Grande pico de vulcão (2.350 metros, o ponto mais alto de Portugal) ainda activo. Campos agrícolas num rendilhado de muros de pedra vulcânica (lava basáltica). A vinha é das poucas culturas que se adequam a estes solos "recentes". Casas feitas com a pedra basáltica que lhes dá a cor negra. N38 28.935 W28 21.921
. PT-MI0235.1: P-Madalena: Capital da ilha. Porto muito calmo. Daqui saem barcos para o Faial. À entrada do porto há dois rochedos a que chamam de "O Em Pé" e "O Deitado" e que estão replectos de aves. Para subir ao Pico é preciso autorização e convem contratar um guia (informações no Posto de Turismo). ???
. PT-MI0235.2: P-Lajes do Pico: O Espaço Talassa leva grupos de barco em saídas de 3 horas para observar baleias. Há observadores em terra que guiam o barqueiro por rádio. As baleias, tal como os golfinhos, aparecem no Verão. Foram caçadas até 1980. Na altura, em vez de rádios, eram utilizadas bandeiras que passavam informações em código, para evitar serem ultrapassados por outros grupos de caçadores concorrentes. São cerca de 20 as espécies que ali passam. Seguem a corrente do Golfo. Ver o Museu dos Baleeiros. ???
. PT-MI0235.3: P-São Roque do Pico: Ver a antiga Fábrica da Baleia. Fazer passeios de barco em torno da ilha. As formações rochosas, de lava negra, junto à costa, são chamadas localmente de Mistérios. Cachorro: Casas construídas com a rocha de lava.
Produz-se no Pico o vinho Vermelho do Pico, que se parece com o Vinho de Cheiro. ???


- PT-MI0229: P-Ilha de Porto Santo: Faz parte do Arquipélago da Madeira.Pequena ilha a 57 Km da Madeira. Há pequenos aviões, helicópetero e ferryboat a partir da Madeira. O Porto de Abrigo é onde chegam os barcos. Vila Baleira é a capital. Praia de areia de 9 Km. Local de veraneio dos madeirenses. Práticas de desportos aquáticos e subaquáticos. Ver a Casa de Colombo. Colombro esteve ali (Séc.XV) para conhecer Bartolomeu de Perestrelo, governador de Porto Santo. Acabou por casar com a filha, Filipa Moniz, que morreu ao dar à luz. N33 02.750 W16 21.711

- PT-MI0231: P-Ilha de Santa Maria: Arquipelago dos Açores. Grupo Central. Foi a primeira ilha do arquipelago dos Açores a ser descoberta (Séc.XV). Tem 18 Km de comprimento. Praias de areia, campos verdes e clima quente.N36 58.816 W25 05.416
. PT-MI0231.1: P-Vila do Porto: É a capital. Tem uma grande baía. A pista de aterragem foi construída na Segunda Guerra Mundial e está num planalto seco.N36 56.808 W25 08.802
. PT-MI0231.2: P-Anjos: É uma povoação de pescadores. Tem uma estátua de Colombo que assinala o seu regresso do Novo Mundo e a Capela da Mãe de Deus, a mais antiga dos Açores.N37 00.367 W25 09.228
. PT-MI0231.3: P-Pico Alto (590 metros): É o ponto mais alto da ilha.N36 58.250 W25 06.588
. PT-MI0231.4: P-Santo Espírito: Igreja de Nossa Senhora da Purificação (barroca).N36 57.350 W25 02.473
. PT-MI0231.5: P-Baía de São Lourenço: Estância de Verão, num local bonito.N36 59.366 W25 03.311

- PT-MI0230: P-Ilha de São Miguel: Arquipelago dos Açores. Grupo Oriental. 56 Km, a maior do arquipelago. Campos verdes, paisagens vulcânicas, lagoas, nascentes de águas minerais quentes e história. Caldeiras que resultam das erupções vulcânicas e nas quais por vezes se acumulam águas, como é o exemplo da Caldeira das Sete Cidades. Furnas.N37 45.881 W25 30.841
. PT-MI0230.1: P-Ponta Delgada: Grupo Oriental. Ver as Portas da Cidade (Séc.XVIII). Foi ponto de paragem obrigatória para os navios que navegavam entre a Europa e o Novo Mundo. Casas brancas, igrejas, conventos e ruas empedradas. Ver a Igreja de São Sebastião (Séc.XVI). Ver o Forte de São Brás. Ver o Convento da Esperança. Ver o Museu Carlos Machado, ond era o Mosteiro de Santo André.N37 45.333 W25 41.646
. PT-MI0230.2: P-Caldeira das Sete Cidades: 12 Km de circunferência. Há um trilho a toda a volta, que tem início no Miradouro da Vista do Rei. Há uma povoação junto à caldeira e que se chama Sete Cidades. Há ali também três lagos verdes.N37 51.897 W25 46.950
. PT-MI0230.3: P-Ribeira Grande: Ver a Casa da Cultura no Solar de São Vicente (Séc.XVII).N37 48.999 W25 30.996
. PT-MI0230.4: P-Lagoa do Fogo: Tem uma praia de areia. No meio de rocha vulcânica. Muito bonita. Furnas: Actividade geotérmica que ali se torna visível.N37 45.777 W25 28.451
. PT-MI0230.5: P-Caldeira das Furnas: Jactos de vapor. Nascentes de água quente que borbulham à superfície. Lamas terapêuticas. Águas minerais.N37 45.583 W25 20.000
. PT-MI0230.6: P-Parque Terra Nostra: Jardins criados por Thomas Hickling (Séc.XVIII). São 12 ha de árvores e plantas, com uma piscina de água quente, de cor amarelada.N37 46.031 W25 19.090
. PT-MI0230.7: P-Lagoa das Furnas: Ali de cozinha o Cozido, nas terras quentes. A carne e os vegetais são colocados em recipientes que são enterrados no chão, durante cinco horas. Fica com um sabor característico. Serve-se com Vinho de Cheiro.
Toda esta região é muito bonita. Relevo acentuado e muito verde. Ver o Miradouro do Sossego e a Ponta da Madrugada.N37 46.103 W25 19.689


- PT-MI0234: P-Ilha de São Jorge: Grupo Central. Ilha estreita e com relevo acentuado. São 56x8 km. A Norte, grandes falésias. As fajãs são pedaços de falésia que abateram, criando linguas de terra. Os primeiros colonos (Séc.XV) escolheram as fajãs para se instalarem. Faz-se ali um excelente queijo, o conhecido Queijo de São Jorge. Bons percursos pedestres de acesso às fajãs. Talvez o melhor exemplo seja a ligação de 10 Km da Serra do Topo à Fajã dos Cubres.N38 39.241 W28 04.122
. PT-MI0234.1: P-Calheta: Museu de São Jorge.???
. PT-MI0234.2: P-Malhadas: Povoação bonita. Igreja de Santa Bárbara (Séc.XVIII).???
. PT-MI0234.3: P-Urzelina: Torre de uma igreja enterrada pela lava à 200 anos.???
. PT-MI0234.4: P-Sete Fontes: Zona arborizada para piqueniques. Subir ao Pico da Velha.???

- PT-MI0232: P-Ilha Terceira: Arquipelago dos Açores. Grupo Central. Foi a terceira ilha do arquipelago dos Açores a ser descoberta (Séc.XV). Está ali a Base das Lajes, utilizada pelos americanos. Fazem-se ali Touradas à Corda, entre a Primavera e o Outono, em que o touro, amarrado com uma corda, é solto nas ruas, para divertimento das populações. Há muitas capelas coloridas, em honra do Espírito Santo. Muito verde no interior e zonas negras de lava, na costa. N38 44.997 W27 13.159
. PT-MI0232.1: P-Angra do Heroísmo: Património Mundial pela UNESCO. Paravam ali (Séc.XVII) os navios que navegavam no Atlântico. Está ali sepultado o irmão de Vasco da Gama. O nome vem da coragem demonstrada durante as Lutas Liberais (Séc.XIX). Terramoto de 1980 causou grande destruição. Ruas, casas e igrejas bonitas. O Monte Brasil é uma cratera vulcânica de onde se tem bonitas vistas da baía. O Castelo de São João Baptista é utilizado pelos militares. Ir ao Alto da Memória. Ver a Sé (Séc.XVI) com torres gémeas. Ver o Jardim Municipal, que pertenceu ao Convento de São Francisco (Séc.XV), onde está agora o Museu de Angra do Heroísmo. ???
. PT-MI0232.2: P-Caldeira de Guilherme Moniz: No interior da ilha. Tem 3 Km de largura. ???
. ???: P-Algar do Carvão: É uma grande gruta subterrânea de origem vulcãnica, com musgo nas paredes. ???
. PT-MI0232.3: P-Furnas do Enxofre: Géiseres. Fazer a estrada, por entre hortênsias azuis, da Serra de Santa Bárbara, até à cratera (1022 metros). Da Serra do Cume (545 metros) vê-se o aeroporto e a Praia da Vitória, de areia, cujo nome vem de uma vitória sobre os espanhóis que, ao tentarem desenbarcar na Baía da Salga, foram empurrados por uma manada de gado para esta praia ???
. PT-MI0232.4: P-Biscoitos: O nome vem das formas da rocha de lava. Piscinas na rocha. Região do vinho que resulta das vinhas que crescem ao abrigo das Curraletas (muros). Ver o Museu do Vinho. Produz-se o Vermelho, que em tempos foi muito apreciado pelas cortes russas. Nesta ilha as Festas do Espírito Santo são particularmente bonitas. Uma criança é coroada imperador. Realizam-se durante sete semanas, depois da Páscoa. No Domingo de Pentecostes é o ponto mais alto das festas. Vêm imigrantes dos Estados Unidos, Canadá e do continente. Os Impérios do Espírito Santo são coloridas capelas (há 58, na totalidade), de onde sai a procissão e onde é distribuída a Sopa do Espírito Santo (carne e legumes) e o pão. Este ritual tem origem na rainha Santa Isabel. Há muitas flores e música nestas festas. Em alguns lugares fazem-se touradas à corda. ???

(continua)


Editado pela última vez por palves em 11 ago 2010 00:07, num total de 13 vezes.

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MensagemEnviado: 03 dez 2008 01:18 
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Localização: Lisboa e Caldas da Rainha/Portugal
(continuação)

- PT-MI0200: P-Lagoa de Melides: Grande faixa de areia. N38 07.737 W8 47.545

- PT-MI0028: P-Lagoa de Óbidos: A 10 Km de Caldas da Rainha. Boas condições de pesca à cana. Ver as “bateiras” (barcos típicos da lagoa) e os sempre presentes, apanhadores de bivalves. Boa rampa de acesso para barcos. Recomenda-se um passeio pela areia em direcção ao mar, até a praia da Foz-do-Arelho. Visitar os bares de madeira com vista sobre a lagoa e os coloridos quiosques. Excelentes condições para a pratica de ‘windsurf’, canoagem e outros desportos de água. O fundo da lagoa é muito tranquilo. O melhor acesso é pelo lado sul, pela estrada para Peniche e depois pela aldeia do “Vau”. N39 25.512 W9 13.187

- PT-MI0199: P-Lagoa de Santo André: Grande faixa de areia. N38 06.828 W8 47.851

- PT-MI0211: P-Lagos: Fica numa grande baía. Tem muito movimento diurno e vida nocturna. Pertenceu aos árabes desde o Séc.VIII. Ver o “Arco Mourisco”, perto da Av. dos Descobrimentos. Foi importante centro naval na época dos Descobrimentos. Chegavam aqui escravos vindos de África. Foi aqui que se realizou o primeiro mercado de escravos da Europa, debaixo das arcadas da Rua da Senhora da Graça. A cidade foi muito destruída pelo terramoto de 1755. Casas dos Séc.XVIII e XIX, no centro. As fontes de rendimento da cidade são o turismo e a pesca. Tem uma boa marina. Ver o “Forte da Bandeira” (Séc.XVII), junto ao mar, à entrada da grande baia. Ver a “Igreja de Santa Maria” (Séc.XVI). Ver a “Igreja de Santo António” (Séc.XVIII), que é das mais bonitas do Algarve. O santo foi patrono do regimento local e acompanhou-o durante a Guerra Peninsular. Está ali sepultado o Coronel irlandês Hugh Beatty, que comandou o regimento contra Espanha (Séc.XVII). Ver o “Museu Regional”, ao lado da igreja de Santo António. Trata-se de um museu etnográfico, mas que tem também animais estranhos em frascos, como por exemplo, um cabrito de oito patas. Ali perto, vá à Ponta da Piedade onde poderá visitar as grutas de barco. Sugere-se que vá ao final do dia, quando o sol está mais baixo. Conheça a praia de Dona Ana, a Praia do Camilo, a enorme Meia Praia e as muitas prainhas que existem para Oeste da cidade. Um pouco mais longe, veja a “Barragem da Bravura”. N37 06.112 W8 40.268

- PT-MI0118: P-Lamego: Na região do Vinho do Porto. Produz-se aqui também o espumante Raposeira. Fruta e Presunto. Foi aqui que viveu inicialmente D.Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal. Antigas mansões barrocas (Séc.XVI). É local de peregrinação. A “Nossa Senhora dos Remédios”, no monte de Santo Estêvão. Inicialmente (Séc.XIV) havia apenas a capela de Santo Estêvão e só no Séc.XVIII se construiu a actual igreja. A escadaria é parecida com o Bom Jesus de Braga. São 686 degraus e 9 patamares que vão até ao Pátio dos Reis. Ver a Sé (Séc.XII). Ver o Museu de Lamego que está no antigo Palácio dos Bispos. Ali perto ver a “Capela de São Pedro de Balsemão”, a mais antiga igreja de Portugal, com o túmulo de Afonso Pires, bispo do Porto no Séx.XIV. Está ali também a estátua da “Nossa Senhora do Ó” (Séc.XV), a virgem grávida. Ali perto ver o “Mosteiro de São João de Tarouca” (Séc.XII), o primeiro da ordem de Cister. Está ali o túmulo do conde de Barcelos, filho bastardo de D.Dinis. N41 05.947 W7 48.208

- PT-MI0103: P-Leça do Bailio: Ver a “Grande Igreja dos Hospitalários”. Ver a “Casa de Serralves”. Ver a Igreja fortificada do “Mosteiro” onde esteve a Ordem dos Templários. N41 12.072 W8 36.915

- PT-MI0034: P-Leiria: Junto ao rio Lis. Chamou-se “Collipo” no tempo dos Romanos. Depois passou para as mãos dos Mouros e enfim, conquistada pelos portugueses. Esteve aqui a corte de D.Afonso III. Castelo com biblioteca e salas e reuniões. “Igreja de Nossa Senhora de Pena” (gótica). “Igreja de São Pedro”. Ver também a Sé “Séc.XVI) e o Santuário de Nossa Senhora da Encarnação (Séc.XVI) com escadaria (Séc.XVIII). O Pinhal de Leiria foi mandado plantar por D.Dinis para tirar madeira para a construção das caravelas. Ali perto tem ainda a “Praia e Pedrógão” e “São Pedro de Muel” (muito bonita). N39 44.608 W8 48.714

- PT-MI0240: P-Lindoso: Castelo (Séc.XIII), junto à fronteira. Tem uma galeria de arte. Ver os espigueiros. N41 52.018 W8 11.820

- PT-MI0090: P-Linhares: Ver o Castelo medieval e as casas do Séc.XV. Ver a cascata do “Poço do Inferno”. N40 32.419 W7 27.828

- PT-MI0001: P-Lisboa: Capital do país. Cidade com muito para ver. N38 43.536 W9 09.022
. Bairro de Alfama: No tempo dos Mouros este bairro foi toda a cidade. O bairro é uma teia de ruelas estreitas como qualquer Medina do Norte de África. As pessoas conhecem-se umas às outras e a roupa seca em estendais à janela. Por cima está o “Castelo de São Jorge” (Séc.XVI) com espectacular vista sobre a cidade. Ver a “Sé”, a “Igreja de Santa Engrácia e São Vicente de Fora”. “Miradouro de Santa Luzia”, “Museu de Artes Decorativas”, “Feira da Ladra” (particulares juntam-se ali para vender e comprar pechinchas), “Museu Militar”, “Casa dos Bicos”, “Igreja de Santo António” e “Miradouro e Igreja da Graça”.
. Baixa: Foi completamente destruída pelo terramoto de 1755. Depois o Marquês de Pombal desenvolveu um projecto totalmente novo, num plano ortogonal, desde a “Praça do Comercio” até ao “Rossio”. Era o Centro Comercial da cidade. Cafés, teatros e restaurantes. Edifícios neoclássicos. Bancos e escritórios. Ruas cheias de dia e quase desertas à noite. Ver a “Praça dos Restauradores”, “Elevador da Glória” e “Praça da Figueira”, “Jardim Botânico”, “Elevador de Santa Justa”, “Rua Augusta” e “Avenida da Liberdade”.
. Bairro Alto e Estrela: Um dos mais castiços de Lisboa. Foi bairro de ricos (Séc.XIX). Depois tornou-se numa zona socialmente pouco recomendável. Modo de vida bairrista com tascas e pequenas oficinas. Mais recentemente converteu-se num lugar conhecido pelo ambiente nocturno dos bares e discotecas. O Chiado é uma zona fina, com lojas elegantes, sobretudo depois da recuperação do grande incêndio que o destruiu. A Estrela é conhecida por causa da basílica e pelo jardim. A Lapa é zona de embaixadas e casas de gente abastada. Ver também a “Igreja do Carmo”, “São Roque”, “Teatro Nacional de São Carlos”, “Museu do Chiado”, “Cais do Sodré” e “Mercado 24 de Julho”, “Miradouro de São Pedro de Alcântara”, “Praça do Príncipe Real Palácio de São Bento”, “Museu Nacional de Arte Antiga” e “Solar do Vinho do Porto”.
. Belém: Foi daqui que partiram as caravelas rumo aos Descobrimentos, que financiaram grandes monumentos de Lisboa, como o “Mosteiro dos Jerónimos” e a “Torre de Belém”. Zona de parques e jardins, com cafés junto ao rio. Ver também o “Museu Nacional de Arqueologia”, “Praça do Império”, “Palácio de Belém”, “Museu Nacional dos Coches”, “Praça Afonso de Albuquerque”, “Jardim Agrícola Tropical”, “Planetário Calouste Gulbenkian”, “Museu da Marinha”, “Centro Cultural de Belém”, “Monumento aos Descobrimentos”, “Torre de Belém”, “Ermida de São Jerónimo”, “Igreja da Memória”, “Jardim Botânico da Ajuda” e “Palácio Nacional da Ajuda”.
. Periferia do Centro: Jardins do “Parque Eduardo VII”, com a “Estufa Fria” e o “Pavilhão Carlos Lopes”, “Fundação Gulbenkian” e respectivo parque, “Museu da Cidade” no Campo Grande, “Palácio Fronteira”, “Museu Nacional do Azulejo” nos claustros do “Convento da Madre de Deus” e do outro lado do Tejo, o “Monumento do Cristo Rei”. E ainda, no Parque das Nações, não perder o “Oceanário”, “Centro de Arte Moderna José de Azevedo Perdigão”, “Praça de Touros do Campo Pequeno”, “Museu das Águas Livres” e “Mãe d’Água” das Amoreiras, “Parque do Monteiro-Mor” com “Museu Nacional do Traje” e “Museu Nacional do Teatro”.

- PT-MI0219: P-Loulé: Cidade bonita. Artesanato. Ver a “Igreja de São Clemente”. Ver o castelo de origem moura. Casas de chaminés rendilhadas, típicas do Algarve. Ver o mercado, com uma cúpula cor-de-rosa. Aos sábados os ciganos fazem ali uma feira. Ver a rua que parte da “Igreja Matriz”, com os artesãos a trabalharem a madeira, couros e cerâmica. Ver “São Clemente” (Séc.XIII) com capelas laterais (Séc.XVI). Ver a “Capela de Nossa Senhora da Conceição” e a “Capela de São Brás”. Ver a “Igreja da Misericordia”. Ver a Capela de Nossa Senhora da Conceição”. Ver ali perto a “Capela de Nossa Senhora da Piedade” (Séc.XVI) com boa paisagem neste ponto. N37 08.362 W8 01.343

- PT-MI0072: P-Lourosa: Ver a “Igreja de São Pedro” (Séc.X) onde existe um cemitério romano (escavado por baixo da igreja), pórtico visigótico, arcos românicos no interior e uma janela mourisca. N40 19.215 W7 55.799

- PT-MI0065: P-Lousã: O Marquês de Pombal mandou vir de Itália especialistas no fabrico de papel que aqui se instalaram. A “Fábrica de Papel da Lousã” (Séc.XVIII) continua a funcionar. O “Palácio dos Salazares” é um bom exemplo das casas desta altura. A “Misericórdia” é outro bom exemplo com um portal renascentista do Séc.XVI. Ver o “Castelo de Arouce” (Séc.XI) que, segundo a lenda, foi construído por um rei de Arunce para fugir de atacantes. Curiosamente está desprotegido num vale. Ver o “Santuário de Nossa Senhora da Piedade”. O “Alto do Trevim” (1204 metros) é o ponto mais alto da Serra da Lousã. N40 06.688 W8 14.866

- PT-MI0066: P-Luso: Inicialmente (Séc.XI) era uma pequena aldeia ligada ao “Mosteiro da Vacariça”. Depois (Séc.XVIII) transformou-se numa importante estância termal, aproveitando as nascentes de água quente que têm origem por baixo da “Capela de São João”. Acredita-se que estas águas têm propriedades terapêuticas. Há aqui antigos hotéis e um casino da mesma época. Ali perto está a “Floresta Nacional do Buçaco” que merece uma caminhada. É um local muito verde. N40 23.227 W8 22.707

- PT-MI0002: P-Mafra: Convento de Mafra: Resulta da promessa de D. João V que o mandaria construir caso D. Mariana da Áustria lhe desse um filho. N38 56.305 W9 19.656

- PT-MI0003: P-Malveira: Às quintas-feiras realiza-se a maior feira da região. N38 55.788 W9 15.392

- PT-MI0167: P-Marvão: Vila medieval de casas brancas. Está numa escarpa virada para Espanha, a 862 metros de altitude. Muralhas (Séc.XIII e XVII). Chamou-se “Herminius Minor” no tempo dos Romanos. Também foi ocupada pelos Mouros. Pensa-se que o nome tem origem em Marvam, que era o nome de um líder Mouro. Tem uma pousada. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XV). A antiga “Casa do Governador”, com uma varanda de ferro (Séc.XVII) é agora um banco. “Fonte” barroca. “Castelo” (Séc.XIII) com duas cisternas. Ver o “Museu Municipal” na antiga "Igreja de Santa Maria". N39 23.746 W7 22.518

- PT-MI0101: P-Matosinhos: Ver a “Igreja do Bom Jesus” com uma imagem de Cristo que foi encontrada na praia (Séc.X). N41 11.126 W8 40.801

- PT-MI0067: P-Mealhada: Conhecida pelo leitão. N40 22.545 W8 27.120

- PT-MI0166: P-Mértola: Muitas evidencias da história mourisca. N37 38.360 W7 39.69

- PT-MI0149: P-Melgaço: Entrada para o Parque Nacional da Peneda-Gerês. N42 06.692 W8 15.464

- PT-MI0204: P-Mértola: Povoação de casas brancas com uma história rica. Chamam-lhe “Vila-Museu”. Teve origem com os Fenícios, que criaram ali um porto interior, no rio Guadiana. Estiveram ali, posteriormente, Romanos e a seguir, Mouros. Ver o “Núcleo Romano”, “Núcleo Visigótico” (numa antiga basílica em ruínas, junto à estrada romana que ligava a Beja) e o “Núcleo Islâmico”. Ver a “Igreja Matriz”, junto às muralhas. Esta igreja foi uma mesquita islâmica e mantem grande parte do estilo original. Ver o “Castelo” que está em ruínas. Ali perto ver Minas de São Domingos. Ali perto ver o Parque Natural do Vale do Guadiana. N37 38.360 W7 39.698

- PT-MI0115: P-Mesão Frio: Entrada para a região do vinho do Porto. Junto ao rio Douro e à Serra do Marão. Cestaria. As “Faladas” são bolos feitos com castanha pilada. Ver a “Igreja Matriz de São Nicolau” (Séc.XIX, com origem no Séc.XVI). Um antigo mosteiro Franciscano (Séc.XVIII) aloja actualmente nos seus claustros, a “Câmara Municipal” e o “Posto de Turismo”. Ver a Casa da Rede”. Ali perto ver a “Enotecade Grajão”. N41 09.655 W7 53.201

- PT-MI0247: P-Minas de São Domingos: Perto de Mértola. Extraiu-se dali cobre durante 107 anos. A exploração era gerida por uma família britânica que dava duras condições aos trabalhadores. Actualmente o local está abandonado mas vale uma visita pelo ambiente algo fantasmagórico. As águas são de um vermelho férreo e por isso o local pode resultar em boas fotografias. N37 40.351 W7 29.927

- PT-MI0130: P-Mirandela: Junto ao rio Tua. Ponto de passagem no bonito trajecto do caminho de ferro da linha do Tua. Jardins. Ponte romana com 20 arcos e que foi construída para passagem de militares e transporte de minério. Ver o “Museu Municipal Armindo Teixeira Lopes. Ver a “Câmara Municipal” (Séc.XVII). N41 28.972 W7 11.034

- PT-MI0102: P-Miranda do Douro: Junto ao rio Douro, que faz a fronteira com Espanha. No Séc.XVI teve maior desenvolvimento. No Séc.XVIII, na Guerra dos Sete Anos, o paiol do castelo explodiu e morreram 400 pessoas. A partir dessa altura a cidade entrou em declínio. Ver a “Sé” (Séc.XVI). Há uma lenda que diz que no Séc.XVIII um miudo incitou os portuguêses contra os espanhois que os cercavam, levando-os à vitória. Ver o “Museu da Terra de Miranda”. Os “Pauliteiros” fazem uma dança tradicional com paus que se pensa terem origem em rituais de fertilidade. N41 29.758 W6 16.564

- PT-MI0246: P-Miróbriga: Próxima de Santiago do Cacém. Cidade romana com fórum , dois templos, banhos termais e um circo com capacidade para 25.000 pessoas. N38 00.615 W8 41.024

- PT-MI0206: P-Monchique: Pequena povoação a 458 metros de altitude. Artesanato em madeira (por exemplo, cadeiras dobraveis, cuja arte se pensa vir do tempo dos Romanos). Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XVI). Ver o “Mosteiro de Nossa Senhora do Desterro” (Séc.XVII) que está em ruínas. N37 19.084 W8 33.339

- PT-MI0164: P-Mondim de Basto: Junto ao rio Tâmega e perto de Cabeceiras de Basto. Suba ao “Monte Farinha” (996 metros). Suba a escadaria da “Igreja de Nossa Senhora da Graça”. N41 24.582 W7 57.200

- PT-MI0148: P-Monção: Em tempos era parte integrante de uma linha defensiva ao longo do rio Minho, com postos fortificados. A cidade é muito bonita. Duas praças com casas antigas, castanheiros e canteiros de flores. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XIII). Deu-laDeu Martins é a heroína da cidade. O nome significa “Deus lha deu”. Em 1368 a cidade estava cercada por espanhóis e quase a renderem-se por causa da fome. Esta mulher fez pães com a última farinha que tinham e atirou-os das muralhas ao inimigo. Gritou-lhes que podia atirar-lhes muitos mais. Os espanhóis acreditaram que o cerco estava para durar e desistiram. Durante muito tempo havia a tradição de fazer pãezinhos Deu-la-Deu, mas com o tempo, perdeu-se.
Há ali águas termais para tratamento do reumatismo. Em Junho realiza-e a “Festa da Coca” em que é encenado o combate de S.Jorge com o dragão. Produção de vinho verde. O “Palácio da Brejoeira” fica ali perto e é um dos produtores mais conhecidos. Também ali perto está o “Mosteiro de São João de Longos Vales” (Séc.XII). N42 04.540 W8 28.928


- PT-MI0095: P-Monsanto: Foi considerada a aldeia mais portuguesa de Portugal. Aldeia de casas de granito, algumas delas construídas aproveitando as pedras existentes, de maior dimensão. A povoação original foi fortificada e foi palco de muitas batalhas. Depois foi construído o Castelo que hoje está em ruínas, tendo sido destruído por uma explosão de armazenamento de pólvora (Séc.XIX). Há uma lenda que diz que os lusitanos, ao estarem cercados por Mouros, lançaram das muralhas a última vitela, recheada com o pouco trigo que ainda tinham e riram-se dos inimigos, o que os fez acreditarem que havia abundância de comida e por isso retiraram. A meio de Maio relembra-se o acontecimento com uma reconstituição. Vale a pena a subida até ao castelo. N40 02.398 W7 06.765

- PT-MI0186: P-Monsaraz: Aldeia medieval muito pequena, toda rodeada de muralha, junto ao rio Guadiana. Foi palco de muitos combates. Geraldo Sem-Pavor, o aventureiro que trabalhava a mando de D.Afondo Henriques, conquistou a cidade aos Mouros e entregou-a aos Templários. Foi frequentemente atacada por espanhois e até por soldados ingleses, aliados de Portugal, sob comando do Conde de Cambridge, que na ausência de pagamento e com a anulação de um casamento de aliança (Conde de Cambridge com a filha de D.Fernando I), atacaram a povoação. A imponente “Porta da Vila” deixa-nos entrar no “Castelo” (Séc.XIII). É na Praça de Armas que se realizam as touradas. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XVI). Ao lado podem ver-se casas brasonadas (Séc.XVII e XVIII). O “Museu de Arte Sacra” está nos antigos Paços da Audiência. Monsaraz é também uma região demarcada de bons vinhos. Ali perto pode ver a “Igreja de Santo António” (neogótica, Séc.XIX). Na região há também vários megalíticos. Ver o “Menir do Outeiro” (5,6 metros de altura), o “Menir da Bulhôa”, junto à povoação de Telheiro e o “Cromeleque de Xerez” em quadrado de pedras. N38 26.653 W7 22.714

- PT-MI????: P-Monserrate: Magnífico parque florestal com palácio (Séc.XIX). Muitas árvores exóticas, arbustos, fetos, uma cascata, um lago e uma capela rodeada pelas raízes de uma enorme “ficus”. A propriedade transitou de proprietário para proprietário (ingleses). Actualmente a recuperação de Monserrate está nas mãos de uma organização chamada “Os amigos de Monserrate”. ???

- PT-MI0124: P-Montalegre: Castelo (Séc.XIV) com uma torre de 27 metros. N41 49.531 W7 47.297

- PT-MI0184: V-Montemor-o-Novo: As fortificações vêm do tempo dos Romanos e depois, dos Mouros. O nome do rio Almancor que ali passa, vem do guerreiro Mouro, Al-Mansur. A cidade foi conquistada aos Mouros no início do Séc.XIII. “Castelo” (Séc.XIII) em ruínas (N38 38.613 W8 13.000). Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XVII) (N38 38.723 W8 12.930). São João de Deus nasceu ali perto e foi o fundador da Ordem dos Hospitalários. Ver o “Museu de Arqueología” (N38 38.622 W8 12.765) que foi em tempos um convento. Paulo Alves (2008): -. N38 38.950 W8 12.943

- PT-MI0060: P-Montemor-o-Velho: Junto ao rio Mondego. Plantações de arroz e milho. Castelo (Séc.XIV), construído sobre uma fortaleza moura e que antes tinha servido os Romanos. Ver a “Igreja de Santa Maria de Alcáçova” (Séc.XI). Nasceu aqui Fernão Mendes Pinto (cronista sobre viagens ao Oriente). Diogo de Azambuja (explorador que viajou também com Colombo) está aqui enterrado. Diogo Pires foi sepultado no “Convento de Nossa Senhora dos Anjos” (anterior ao Séc.XVII). N40 10.352 W8 41.045

- PT-MI0136: P-Montesinho: Aldeia tradicional no Parque Natural de Montesinho. Casas de pedra com varanda de madeira, ao estílo medieval. Tradição na utilização de plantas para curar doenças. Há aqui pombais de formato característico, com paredes brancas, telhado de lousa e paredes de xisto. Formato oval, cortado de um dos lados (ferradura). Os pombos são utilizados para alimento e os seus escrementos, para adubo. N41 56.000 W6 46.000

- PT-MI0139: P-Mougadouro: Castelo (Séc.XIII) muito destruído. Pertenceu a D.Dinis que o ofereceu aos Templários. Artigos de couro, seda linho e lá. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XVI). N41 20.488 W6 42.669

- PT-MI0191: P-Moura: A lenda diz que a filha de um governador mouro (Salúquia) se atirou da torre do castelo quando soube que o homem que amava tinha sido morto. Moura faz referência a esta muher. Casas brancas e ruas estreitas na zona antiga da cidade. Foi palco de batalhas constantes, por estar perto da fronteira. Foi cercada na Restauração e a cidade ficou em muito mau estado. O “Castelo” (Séc.XIII) resistiu, mas foi destruído pelos espanhois no início do Séc.XVIII e actualmente pouco resta. Ver a “Nossa Senhora do Carmo” (Séc.XIII) que foi o primeiro convento Carmelita em Portugal. N38 08.402 W7 27.065

- PT-MI0187: P-Mourão: Povoação de pequenas casas com grandes chaminés, junto ao rio Guadiana. Ver o “Castelo” (Séc.XIV). N38 22.958 W7 20.530

ImagemImagem PT-PM0003: Mosteiro da Batalha Imagem

ImagemImagem PT-PM0004 e PT-PM0005: Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém em Lisboa Imagem

- PT-MI0129: P-Murça: Mel, queijo de cabra e enchidos. Ver a “Porca”, em granito. Da Idade do Ferro. Os porcos eram conhecidos por berrões. Pensa-se que tinham um significado ligado à fertilidade. Ver a “Igreja da Misericordia”. N41 24.222 W7 27.047

- PT-MI0030: P-Nazaré: Diz uma lenda que o nome vem do Séc.IV quando um monge trouxe uma estátua da virgem, de Nazaré na Palestina. Povoação de pescadores, junto a uma enorme baía cuja praia é muito popular. Pescadores que ainda vestem com roupas tradicionais. Os homens com camisas aos quadrados e as mulheres com sete saias sobrepostas. Barcos típicos de proa alta e colorida. O peixe é deixado a secar ao sol. As mulheres sentam-se na areia da praia a fazer renda e os homens a remendar redes, por vezes à sombra dos barcos. Bons restaurantes de peixe. Subir ao “Sítio”, que fica no alto da falésia, no elevador que parte do interior da povoação. Dali vê-se toda a praia. Outra lenda diz que D.Fuas Roupinho perseguia um veado num dia de nevoeiro (Séc.XII) e foi a virgem quem evitou que ele caísse do penhasco. Lá em cima ver também a “Ermida da Memória” e a “Igreja de Nossa Senhora da Nazaré” (Séc.XVII). Em Setembro não perder a “procissão do mar” com os barcos a levarem a virgem numa romaria de luz e cor em que o turista pode ir ao mar numa das traineiras. N39 36.343 W9 04.397

- PT-MI0160: P-Noudar: Perto de Serpa e Barrancos. “Torre de Vigía” e “Fortaleza” (Séc.XIV) que faz parte de uma cadeia de fortificações de fronteira deste género. N38 10.689 W7 03.792

- PT-MI0026: P-Óbidos: Povoação de casas brancas no interior de um dos mais bem conservados castelos (Séc.XIV) do país. Aqui viveu D.Dinis e Isabel de Aragão. Recomenda-se um passeio pelas ruas empedradas da vila, apreciando as casas sempre floridas com buganvílias e trepadeiras. Depois faça uma caminhada pelas muralhas, espreitando a região pelas ameias. Ver a “Porta da Vila”, Pelourinho na praça de Santa Maria e respectiva igreja. Ver Igreja de São Pedro, onde está sepultada a artista Josefa de Óbidos. Ver o museu Municipal. Perto de Óbidos está o Santuário do Senhor da Pedra (SécXVIII). N39 21.681 W9 09.274

(continua)


Editado pela última vez por palves em 11 ago 2010 00:02, num total de 3 vezes.

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MensagemEnviado: 26 jul 2009 23:06 
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(continuação)

- PT-MI0222: P-Olhão: É porto de pesca desde a Idade Média. Vem daqui quantidade considerável de conservas de atum e sardinha. Ficou para a história a viagem de 17 pescadores que atravessaram o Atlântico sem cartas, para levar a D.João VI, que estava exilado no Rio de Janeiro, a notícia da expulsão das tropas de Napoleão, de Portugal. Casas de influência moura, quadradas, caiadas de branco, com terraço no telhado. Subir à torre da igreja de Nossa Senhora do Rosário (Séc.XVII). A igreja foi construída com dinheiro dos pescadores, que tinham grande devoção por Nossa Senhora do Rosário, sobretudo na altura em que nesta costa havia piratas vindos do Norte de África. Ver a Capela de Nossa Senhora dos Aflitos, que é o local onde se juntam as mulheres dos pescadores para rezar, em especial quando há tempestades. Ruas estreitas na parte antiga da cidade. Ver a feira que ali se realiza. Ver o Mercado do Peixe. Aos Sábados vendem-se produtos locais. Ir às ilhas de Armona, Culatra e Farol (há barcos regulares) onde há boas praias do lado virado para o mar. Esta zona está integrado no Parque Natural da Ria Formosa. N37 01.590 W7 50.428

- PT-MI0071: P-Oliveira do Hospital: Esta região foi oferecida aos cavaleiros da Ordem de São João de Jerusalém pela mãe de D.Afonso Henriques. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XIII). N40 21.710 W7 51.710

- PT-MI0038: P-Ourém: Vila medieval com castelo e muralha (Séc.XV). Igreja matriz (Séc.XV) com túmulo de D.Afonso. Uma lenda dia que o nome da povoação vem de “oureana”, uma moura que se apaixonou por um cristão e se converteu. Entre as torres do castelo há uma estreita passagem que era secreta. N39 39.410 W8 34.781

- PT-MI0057: P-Ovar: Inicialmente vivia-se aqui, quase que exclusivamente da pesca (mar e ria de Aveiro). O termo “varina” deriva de “O Var”, por isso pode dizer-se que as origens são daqui. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XVII). Ver a “Capela do Calvário” da “Capela dos Passos” (Séc.XVIII). O Carnaval é aqui levado muito a sério e é um dos mais conhecidos do país. O “pão-de-ló”é muito conhecido. Ver o “Museu de Ovar”. Júlio Dinis (romancista do Séc.XIX) viveu aqui. Ver as pequenas casas tradicionais revestidas a azulejos azuis. N40 51.572 W8 37.453

- PT-MI0110: P-Paço de Sousa: Está aqui sepultado Egas Moniz, o conselheiro de D.Afonso Henriques. N41 10.000 W8 21.000

- PT-MI0017: P-Palmela: Castelo de Palmela. À noite está iluminado. Junto à Serra da Arrábida. O castelo era dos Mouros e foi conquistado por D. Sancho I. Pertenceu aos cavaleiros da Ordem de Santiago (Séc.XII). Foi mosteiro. Actualmente está bem conservado e é pousada. Tem restaurante e piscina. Na cidade visitar a Igreja de São Pedro. Festa das Vindimas, em Setembro, nos Paços do Concelho (Séc.XVII). Pessoas vestidas com trajes regionais esmagam as uvas de forma tradicional (com os pés). Há fogo-de-artifício que é lançado do castelo. N38 34.081 W8 53.948

- PT-MI0152: P-Parque Nacional da Peneda-Gerês: Na Serra do Gerês, junto à fronteira com Espanha. São 700Km2 de magnífica vida selvagem que inclui cavalos, lobos e águias-douradas. As aldeias ainda levam uma vida tradicional. Ver o Espigueiros (maior concentração no Lindoso e Soajo) feitos de madeira ou pedra granítica. São acentes em colunas para protecção contra os ratos e ouros animais. Têm fendas laterais para que o ar circule nos cereais que ali são guardados. Estes locais de armazenamento têm origem nos Séc.XVIII e XIX. Ver a “Nossa Senhora da Peneda”, santuário que é uma replica do Bom Jesus de Braga. Está numa zona de relevo rochoso. Há uma peregrinação no início de Setembro. N41 N41 43.753 W8 09.716

- PT-MI0122: P-Parque Natural do Alvão: São 72Km2 de Reserva Natural. Fica entre os rios Corgo e Tãmega. O “Alto das Caravelas” (1339 metros) é o ponto mais alto. Terras verdes de cultivo e picos áridos. Falcões, mergulhões e lontras. Ver as aldeias de “Ermelo” e “Lamas de Olo”, com os seus espigueiros onde se guarda o milho. Em “Olo” há uma cascata chamada de “Figas de Ermelo”. Vá ao “Alto do Velão”. N41 22.728 W7 48.431

- PT-PT-MI0133: P-Parque Natural de Montesinho: São 70.000ha entre Bragança e Espanha. Esta região selvagem é conhecida por “terras-frias”. O ponto mais alto está a 1481 metros. Algumas zonas são de bosque de carvalhos, salgueiros e amieiros. Nos pontos mais altos as rochas são despidas ou com arbustos de urzes e giestas. Ainda há aqui lobos, águias-douradas, javalis, lontras e falcões. N41 54.443 W6 47.519

- PT-MI0223.1 e PT-MI0223.2: P-Parque Natural da Ria Formosa: De Faro até à Cancela Velha, são 60 Km de costa. Pântanos, salinas, ilhas e ilhotas de areia, com tranquilos canais de águas quentes e muito nutritivas. Por isso há ali muito peixe e molusculos (amêijoas e ostras, entre outros). Por toda a região abundam as aves, sapos, camaleões e cobras. Há aquicultura e salinas. Ver a “Quinta de Marim” com 60 ha de dunas e pinhais que é um centro de educação ambiental. Quinta trandicional, moinho de marés e um centro de recuperação de aves feridas. Foi este centro que salvou da extinsão o cão-d’água português que era no passado utilizado pelos pescadores. Há ali também tanques de salga Romanos, onde o peixe era tratado.
A Ria Formosa é um importante local de reprodução de aves como a garça-carraceira e a tarrantana-de-crista-vermelha. Pode ver-se a perdiz-do-mar, a tarambola e a galinha-d’água. Na altura das migrações, este é local de paragem para as aves. N37 00.835 W8 00.371 a N37 09.546 W7 31.795


- PT-MI0033: Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros: Rochas calcárias. Pequenos terrenos separados por muros de pedras empilhados de forma aparentemente precária. Bonitas cavernas com estalactites e estalagmites. Os burros são protegidos neste parque natural. As Grutas de Mira de Aire (a 17Km) são as maiores do país. 110 metros de profundidade. Muitas galerias grandes. Lagos subterrâneos. “Sala das Jóias” e “Chapéu Chinês”. Espectáculo com luzes e água. N39 31.236 W8 48.798

- PT-MI0245: P-Parque Natural da Serra de São Mamede: Ver Serra de São Mamede. N39 18.835 W7 20.650

- PT-MI0248: P-Parque Natural do Vale do Guadiana: 600 Km2, junto a Mértola. Cegonhas-negras, aves de rapina, pombos de asas azuis, etc. N37 41.912 W7 39.132

- PT-MI0007-14: P-Parque da Pena: O ponto mais alto da Serra de Sintra é na Cruz Alta. Parque exótico, excelente para caminhadas. N38 46.915 W9 23.472

- PT-MI0183: P-Pavia: Perto de Arraiolos. “Capela” muito pequena, construída num dólmen. É conhecida como a “Anta de São Dinis”. N38 53.617 W8 01.147

- PT-MI0108: P-Penafiel: Junto ao rio Sousa. Cidade de granito. Ver a “Igreja Matriz”. Ver o “Santuário de Nossa Senhora da Piedade”. Produção de viho (p.ex.Quinta da Aveleda). N41 12.333 W8 17.132

- PT-MI0063: P-Penela: O Castelo foi construído por Sesinando (Séc.XI) como parte integrante da defesa do vale do Mondego. Fica junto à Serra da Lousã. Ver a “Igreja de São Miguel” (Séc.XVI) no interior das muralhas. Ver a “Igreja de Santa Eufémia” (Séc.XVI) na povoação (a pia baptismal é um capitel romano). N40 01.698 W8 23.469

- PT-MI0093: P-Penamacor: Foi atacada por Romanos, Visigodos e Mouros. Os Cavaleiros Templários, liderados por Gualdim Pais, construíram a Muralha (Séc.XII) e o Castelo que está acima da cidade. Na cidade velha a antiga “Câmara Municipal” está por cima de um arco medieval. Ver a Igreja da Misericórdia (Séc.XVI). N40 10.180 W7 10.084

- PT-MI0089: P-Penhas da Saúde: Já aqui houve sanatórios. Agora é um ponto bom para a prática de sky. N40 18.440 W7 32.890

- PT-MI0024: P-Peniche: Península e povoação de pescadores. Muralha (Séc.XVI). Bons restaurantes de peixe e marisco. Ver a Fortaleza (Séc.XVI) do lado Sul, junto ao porto, que foi prisão política no regime de Salazar e agora é o “Museu de Peniche” dedicado aos presos políticos do antigo regime. Pode-se visitar as antigas celas e o ambiente é realmente dramático. Ver também a “Igreja da Misericórdia”, o “Cabo Carvoeiro” de onde se vê a “Nau dos Corvos” e a capela da “Nossa Senhora dos Remédios”. Do porto saem os barcos para a Ilha da Berlenga (ver MI correspondente). Boas condições para a pesca à cana, caça submarina e para passeios em barcos de recreio (boa rampa de acesso à agua para quem tiver barco próprio). Fazer um passeio a pé pela costa Sul e na costa Norte procurar a “Papôa”. N39 21.625 W9 22.692

- PT-MI0007-13: P-Peninha: Vista magnífica a 490 metros de altitude. Capela (Séc.XVII) sobre rochas. N38 46.119 W9 27.640

- PT-MI0021: P-Península de Tróia: Chega-se ali de “ferryboat”, a partir de Setúbal. 18 Km de praias com dunas e pinhais. Na lagoa está a antiga cidade romana de “Cetóbriga”, onde faziam a salga do peixe. Podem ver-se ruínas e tanques de pedra. Na aldeia piscatória da “Carrasqueira” podem ver-se casas tradicionais de colmo. Os barcos de pesca são tradicionalmente estreitos e coloridos. Ficam ancorados no lodo das margens ou a estrados de madeira assentes sobre estacas. N38 29.467 W8 53.997

- PT-MI0116: P-Peso da Régua: Inicialmente (Séc.XVIII) havia duas povoações, “Peso” e “Régua”. Chamam-lhe apenas Régua. O Marquês de Pombal definiu que era aqui o centro da região demarcada do Vinho do Porto e por isso era daqui que os barcos rebelos saiam com as pipas que levavam para Vila Nova de Gaia. A cidade sofria inundações frequentes quando o Douro transbordava. Ver a “Casa do Douro” onde está instalada a sede do Instituto do Vinho do Porto (Ver MI referente ao Vinho do Porto). N41 09.612 W7 47.307

- PT-MI0081: P-Pinhel: - N40 46.466 W7 03.961

- PT-MI0070: P-Piodão: Está situada num vale, a crescer para a encosta, na Serra do Açor. Esta aldeia de xistos é das mais bem conservadas aldeias isoladas da região. Tem vindo a ser recuperada com a ajuda de fundos comunitários. Nesta aldeia negra destaca-se a Igreja Matriz que é branca. Embora algumas casas já tenham alterado a forma de fazer a aguardente de mel, vale a pena provar esta especialidade da região, sobretudo se procurar a original. N40 13.656 W7 49.516

- PT-MI0180?: P-Pisões: Perto de Beja. Esta Vila romana (Séc.I DC) está ainda parcialmente por escavar. Fica na Herdade de Almocreva, na estrada para Aljustrel. N37 59.861 W7 56.934

- PT-MI0154: P-Pitões das Júnias: Ver o “Mosteiro” (Séc.XII) a 3Km da povoação. N41 50.393 W7 56.695

- PT-MI0035: P-Pombal: Casas brancas. Castelo dos Cavaleiros Templários. O Marquês de Pombal viveu aqui. A prisão e o celeiro têm o escudo da família. O Museu Marquês de Pombal era o Mosteiro de Santo António. N39 54.828 W8 37.886

- PT-MI0150: P-Ponte da Barca: Junto ao rio Lima. Ponte (Séc.XV) que dá o nome à povoação. Antes desta ponte existia uma barca que transportava os peregrinos de um lado para o outro do rio. Ver o “Pelourinho”. Ver as mansões nobres (Séc.XVI) e XVII com arcadas. Ver o “Jardim dos Poetas” e o parque junto ao rio. Ali perto está a “Igreja de Bravães” (Séc.XIII) com esculturas românicas. N41 48.462 W8 25.024

- PT-MI0155: P-Ponte de Lima: O nome vem de uma ponte antiga sobre o rio Lima. Foi palco de batalhas contra os Mouros, na defesa da região do Minho. Ver a “Ponte Romana”. Ver a “Igreja de Santo António” (Séc.XV) com o “Museu dos Terceiros”. Ver a “Torre-prisão” e o “Palácio dos Marqueses de Ponte de Lima” (Séc.XV), onde está a Câmara Municipal, ambas fortificações da Idade Média. A feira realiza-se na margem esquerda do rio. As Feiras Novas realizam-se a meio de Setembro. N41 46.093 W8 34.626

- PT-MI0168: P-Portalegre: Está num planalto da Serra de São Mamede. A sua origem é romana. Fortificada. Em tempos cresceu, graças ao negócio das sedas, tapeçarias e têxteis. “Mansões” renascentistas e barrocas. Ainda se fabricam tapeçarias no Rossio, um antigo mosteiro Jesuíta. Zona de cortiça. Ver a “Sé” (Catedral do Séc.XVI). Ver o “Museu Municipal”, numa mansão. Viveu ali José Régio (poeta e dramaturgo) e a sua casa ainda pode ser vista. Ver o "Museu José Régio". N39 17.752 W7 25.822

- PT-MI0213: P-Portimão: É uma cidade de alguma dimensão e não tem aspectos estéticos significativos. Porto desde o tempo dos Romanos, no estuário do rio Arade. O centro da cidade, do Séc.XVIII, tem um mercado e lojas. Trabalhos com couro. Ver a “Igreja de Nossa Senhora da Conceição” (Séc.XIV) que foi reconstruída depois do terramoto de 1755. Ali perto ver a Praia da Rocha e as praínhas em seu redor. As falésias que as rodeiam são de tom avermelhado. Ver a “Fortaleza de Santa Catarina (Séc.XVI). N37 08.300 W8 32.041

- PT-MI0099: P-Porto: Festas de São João (23 e 24 de Junho). Em comemoração do Solstício de Verão. Por tradição bate-se na cabeça das pessoas com alhos-porros ou com martelos de plástico. Fazem-se fogueiras e há fogo-de-artifício no Douro. Faz-se também uma regata de barcos rebelos que eram os barcos em que tradicionalmente se transportava o mosto. Desenvolveu-se no tempo dos Romanos como porto comercial e continuou a prosperar com os aprovisionamentos dos cruzados (Séc.XI) que iam combater os Mouros na Terra Santa, com os aprovisionamentos dos navios no tempo das Descobertas (Séc.XV e XVI) e com o comercio dos vinhos com a Inglaterra.
. Bairro da Sé: Ver a “Catedral”. Ver a “Igreja de Santa Clara” e a “Estação de São Bento”.
. Bairro do Barredo: Igual desde a Idade Média.
. Ribeira: Junto ao rio. Casas estreitas, ruelas e arcadas, restaurantes e bares.
. Cordoaria: Jardins. Ver a “Torres dos Clérigos”. Lojinhas castiças.
. Centro e Baixa: Avenida dos Aliados e “Câmara Municipal”. Cafés, esplanadas e lojas. Ver o “Mercado do Bolhão”.
. Boavista: Avenida da Boavista com lojas. Rotunda da Boavista (Praça Mouzinho de Albuquerque) com uma estátua em que o Leão representa a aliança dos portugueses com os ingleses e a águia representa os franceses. Este monumento comemora a vitória na Guerra Peninsular.
Ainda a ver: “Sé” (Séc.XII), “Casa-Museu Guerra Junqueiro”, “Feitoria Inglesa”, “Palácio da Bolsa”, “Museu de Etnografia e História”, “Casa da Misericórdia”, “São Francisco” (Séc.XIV), “Igreja dos Congregados”, “Igreja e Torre dos Clérigos” (Séc.XVIII) com 75 metros de altura, “Igreja do Carmo” (Séc.XVIII), “Museu Soares dos Reis (Séc.XVIII) que foi oficina de têxteis de judeus, residência real e centro de operações militares na Guerra Peninsular. No Séc,XVIII esteve nas mãos dos franceses (tal como toda a cidade), até ser libertado por Wellington. “Igreja de São Martinho de Cedofeita” (Séc.XII). “Museu Romântico” na Quinta da Macieirinha, que foi residência do rei Carlos Alberto da Sardenha e onde se podem provar 150 tipos de vinho do Porto. “Jardim do Palácio de Cristal” (Séc.XIX), cujo palácio foi substituído pelo Pavilhão Rosa Mota (chamam-lhe “Meia Laranja”).
O rio Douro (927 Km) está muito ligado ao Porto. Dizem que D.Henrique, “O Navegador”, nasceu nas margens do rio, na “Casa do Infante”. Ver os “Barcos Rebelos”. Ver o “Mosteiro da Serra do Pilar” (Séc.XVI). Ver o Museu do Carro Eléctrico”. Ver o “Museu da Arte Contemporânea”. Ver a “Casa-Museu Fernando de Castro”. Ver o “Castelo da Foz”. Ver o “Castelo do Queijo”. N41 08.963 W8 36.619


- PT-MI0197: P-Porto Covo: Pequena aldeia piscatória, agora transformada pelas muitas habitações que foram construídas para exploração turistica. Praia rodeada de rochas . “Forte” antigo. Na parte original da aldeia, as casas são brancas, com uma faixa azul. N37 51.090 W8 47.493

- PT-MI0032: P-Porto de Mós: Castelo abandonado. Foi um forte Mouro. Ver a igreja de São João Batista (Séc.XIII). A igreja de São Pedro está no jardim público. O Museu Municipal tem ossos de dinossauro e achados Romanos e outras peças mais recentes. N39 36.114 W8 49.041

- PT-MI0157: P-Póvoa do Varzim: Praias. Vida nocturna. N41 22.800 W8 46.097

- PT-MI0011: P-Queluz: Ver o “Palácio de Queluz”. Foi pavilhão de caça e depois Palácio de Verão. Estilo rococó. N38 45.014 W9 15.452

- PT-MI0064: P-Rabaçal: Aldeia perto de Penela. Produz-se aqui um queijo famoso. Em algumas casas o queijo ainda é tratado de forma tradicional, amadurecendo no escuro. Esta é uma zona de castanheiros e oliveiras. N40 51.227 W7 15.424

- PT-MI0158: P-Rates: Perto da Póvoa do Varzim. Ver a “Igreja de São Pedro de Rates” (Séc.XIII). N41 25.463 W8 40.242

- PT-MI0177: P-Redondo: Povoação medieval com uma zona histórica de casas brancas. Produção de bons vinhos, sendo o centro de uma das regiões do Alentejo. Tradição na cerâmica. Produzem-se bilhas de influência romana e pratos coloridos. “Castelo” em ruínas, mandado construir por D.Dinis. Ali perto ver o “Convento de São Paulo” (Séc.XIV), na Serra de Ossa, que é agora um hotel de luxo. Viveu ali Catarina de Bragança, quando regressou de Inglaterra, após a morte do marido, Carlos II, com quem casou, motivada por uma aliança entre os dois países. N38 38.822 W7 32.782

ImagemImagem PT-PM0007: Região Vinícola do Alto Douro Imagem

- PT-MI0020: P-Reserva Natural do Estuário do Sado: Pântanos e lagoas. Lontras, aves marinhas, ostras e muitas espécies de peixes. Moinho de maré em “Mouriscas”. Arrozais. Pernas-longas, alfaiates, tarambolas-cinzentas, perdizes-do-mar, garças-vermelhas, flamingos e falcões dos pântanos. N38 31.180 W8 47.202

- PT-MI0094: P-Reserva Natural da Serra da Malcata: Junto a Penamacor. São 20 Km2. Lobos, lontras e o lince ibérico. N40 15.630 W7 01.934

- PT-MI0046: P-Reserva Natural do Paul do Boquilobo: Entre o rio Tejo e o rio Almonda. Criada em 1981. Nidificação de garças na Primavera. Salgueiros e plantas aquáticas. N39 21.436 W8 33.151

- PT-MI0013: P-Reserva Natural do Estuário do Tejo: Perto de Alcochete. Pântanos salgados. Pequenas ilhas onde nidificam aves. Flamingos no Outono e Primavera. Há barcos para observação de aves, touros e cavalos. N38 44.605 W8 59.633

- PT-MI0241: P-Rio Mau: Ver a “Igreja de São Cristovão de Rio Mau” (Séc.XII). N41 24.000 W8 41.000

- PT-MI0137: P-Rio de Onor: Parque Natural de Montesinho. Aldeia dividida entre Portugal e Espanha. N41 56.344 W6 37.009

- PT-MI0131: P-Romeu: Perto de Mirandela. Ver o “Museu das curiosidades”. O restaurante Maria Rita é conhecido. N41 31.699 W7 03.631

- PT-MI0106: P-Roriz: Junto ao rio Vizela. Ver Igreja de São Pedro. N41 49.180 W7 15.955

- PT-MI0086: P-Sabugueiro: A “Cabeça do Velho” é, tal como a “Cabeça da Velha”, perto de “Seia”, uma rocha com um formato feito pela erosão do granito. N40 24.162 W7 38.393

- PT-MI0091: P-Sabugal: Esta zona é habitada desde a pré-história. Ver o Castelo medieval e a Torre do Relógio (Séc.XVII) em granito. N40 21.059 W7 05.343

- PT-MI0210: P-Sagres: Pequena povoação com uma baía à sua dimensão. Foi ali que D.Henrique (o Navegador) construiu a fortaleza onde montou uma escola de navegação e um estaleiro de construção naval. Foi ali que planeou a passagem de mares desconhecidos para os europeus, para além do Cabo Bojador. Os navios foram financiados pela Ordem de Cristo, razão pela qual as velas levavam a sua cruz. O Cabo Bojador foi dobrado por Gil Eanes que saiu de Lagos. As muralhas actuais são de um forte construído posteriormente (Séc.XVII). Ver a “Rosa-dos-Ventos” com 43 metros de diâmetro. Ver a “Capela de Nossa Senhora da Graça”. Ali perto ver as praias do “Telheiro”, “Ponta Ruíva”, “Beliche”, “Tonel” e “Martinhal”. N37 00.632 W8 56.601

- PT-MI0107: P-Sanfins de Ferreira: Havia aqui uma citânia (cidadela da Idade do Ferro, Séc.VI AC). Há vestígios destes tempos. Um anel triplo de defesa e cerca de 100 cabanas no interior. N41 19.453 W8 22.261

- PT-MI0056: P-Santa Maria da Feira: As pessoas chamam-lhe apenas Feira. Famosa pelos mercados e pelo negócio da cortiça. Todos os meses há uma grande feira. Ver a “Igreja dos Lóios” (Séc.XVII). Casas antigas que pertenceram a mercadores (Séc.XVIII e XIX) com ruelas que as ligam. Ver a “Igreja da Misericórdia” (Séc.XVIII) com a sua grande escadaria, numa colina verdejante. Ver o Castelo (Séc.XV), construído sobre um forte (Séc.XI) que por sua vez já se sobrepunha a um templo de um deus local. Foi Fernão Pereira (Conde da Feira) quem o reconstruiu. O castelo está vazio mas em bom estado. N40 55.898 W8 32.183

- PT-MI0050: P-Santarém: Perto Chamou-se “Praesidium Julium” no tempo dos Romanos e “xantarim” no tempo dos Mouros (deriva de “Santa Iria”, uma freira de Tomar que foi martirizada). Os portugueses tomaram a cidade aos Mouros em 1147. Foi residência real e hoje é a capital do Ribatejo. Ver a “Igreja do Seminário (barroca, do Séc.XVII). Ver a “Igreja de Marvila” (Séc.XII). Ver a “Torre das Cabaças” (22 metros de altura). Ver o “Museu Arqueológico de São João de Alporão” (antiga igreja românica) e onde está sepultado Duarte de Menezes (governador de Ceuta). Ver o jardim das Portas do Sol e os vestígios do castelo mouro e muralhas medievais. Ver a “Igreja da Graça” (Séc.XIV) com o túmulo de Pedro alvares Cabral (descobridor do Brasil). Ver a “Igreja do Santíssimo Milagres” (há uma lenda que diz que no Séc.XIII, um marido que batia na mulher, ao comungar, a hóstia se transformou em sangue e por isso na sacristia existe um frasco que se diz conter sangue de Cristo). Nesta cidade a cultura dos touros é muito forte. Realiza-se aqui a maior feira agrícola do país, com touradas e desfiles de campinos. Por isso nos dez primeiros dias de Junho, a cidade está em festa com a “Feira do Ribatejo”. N39 14.268 W8 41.118

- PT-MI0195: P-Santiago do Cacém: Castelo de origem moura. Ver a Igreja Matriz (Séc.XIII). Ver as Mansões (Séc.XVIII) na praça principal. Ver o Museu Municipal. Ali perto ver Miróbriga. N38 00.896 W8 41.563

- PT-MI0105: P-Santo Tirso: Região de texteis. Junto ao rio Ave. Ver o antigo Mosteiro de São Bento (Séc.XVII) dos Beneditos, que agora é escola agrícola e onde está o Museu Abade Pedrosa. N41 20.444 W8 28.642

- PT-MI0031: P-São Martinho do Porto: Baia muito bonita com pequena entrada para o mar. Recomenda-se um passeio a pé para ambos os extremos da baia, subindo ao penhasco. Para Norte, seguindo o ancoradouro até a o fim, altura em que poderá seguir um túnel escuro que atravessa a pedra até uma zona de mar aberto. Mais atrás há uma estrada que sobe até à escarpa. Pode ir até à "Praia da Gralha". Para Sul da baía, poderá ir até "Salir do Porto" que está no outro extremo da baia. Suba por um caminho ao lado das dunas que o leva a um vértice de onde se vê à direita a baia e à esquerda o mar alto. No fim deste caminho encontra um antigo forte em ruínas. É aqui que tem a melhor vista. Ver a Igreja visigótica de São Gião a 5 Km dali. N39 30.732 W9 07.948

- PT-MI0042: P-Sardoal: "Igreja de São Tiago" e "São Mateus" (Séc.XVI). "Capela do Espírito Santo". Gil Vicente (dramaturgo do Séc.XVI) viveu ali. N39 32.117 W8 09.577

- PT-MI0242: P-Sedra: Ver as “Inverneiras” onde se vivia no Inverno, passando depois, no Verão, para os abrigos de pedra na Serra. Esta migração ainda se faz um pouco. N41 24.000 W7 39.000

- PT-MI0087: P-Seia: A “Cabeça da Velha” é, tal como a “Cabeça do Velho”, perto do “Sabugueiro”, uma rocha com um formato feito pela erosão do granito. N40 24.782 W7 42.368

- PT-MI0075: P-Sernancelhe: Um centro de granito rodeado de casas brancas. Esta povoação existe desde o Séc.X nas margens do rio Távora. Estátuas de granito (Séc.XII). O pelourinho na praça. Ver o “Solar dos Carvalhos” que foi residência de nobres no Séc.XVIII. Na Serra da Lapa está o “Santuário de Nossa Senhora da Lapa”. Uma história conta que Joana, uma pastora muda, encontrou uma imagem da Virgem Maria que levou para casa. A mãe ficou irritada e atirou a imagem para o fogo. Nessa altura a miúda falou, pedindo à mãe para não queimar a imagem que dizia ser a “Senhora da Lapa”. Depois disso construíram a capela em volta do rochedo onde a imagem foi encontrada. Este é um local de peregrinação. Ver o “Castelo de Penedono” (Séc.X) nas rochas junto a uma pequena povoação das redondezas. Há uma lenda sobre Magriço, um cavaleiro medieval que foi para Inglaterra com outros onze cavaleiros, defender a honra das suas damas inglesas. Se o castelo estiver fechado, a chave é guardada na loja ao lado do pelourinho. N40 53.853 W7 29.648

- PT-MI0192?: P-Serpa: Muralhas e um aqueduto. Ver a “Porta de Beja” e a “Nora Árabe”. A povoação foi conquistada aos Mouros no Séc.XIII). Foi ocupada durante algum tempo pelos espanhois, no início do Séc.XVIII. Bons queijos de ovelha. Casas brancas. “Castelo” (Séc.XIII) que anteriormente era mouro. Ver o “Convento de Santo António” (Séc.XV). Ver a “Nossa Senhora de Guadalupe”. Ali perto ver Noudar. N37 56.570 W7 36.091

- PT-MI0018: P-Serra da Arrábida: Pequena cordilheira de montanhas que acompanham a costa, entre Sesimbra e Setúbal. É Parque Natural. Águias, gatos selvagens e texugos, entre outros. Arrábida deriva do termo arábico que identifica o “local de oração”. Vegetação mediterrânica densa e aromática, neste lugar de grande tranquilidade. Vá a “Vila Nogueira de Azeitão” beber um Moscatel de Setúbal. A Estrada Nacional 379-1 é conhecida como Estrada da Escarpa. Vá ao “Portinho da Arrábida” (baía espectacular) e conheça também as praias de “Galapagos” e “Figueirinha”. A “Falésia do Risco” é a mais alta de Portugal (380 metros). O “Convento da Arrábida” (Séc.XVI) foi um mosteiro Franciscano. Tem cinco torres onde os frades se isolavam. O “Museu Oceanográfico” é um forte (Séc.XVII) que foi construído para protecção contra piratas e mouros. Está junto ao Portinho e actualmente é um Centro de Biologia Marítima e Museu. A “Quinta da Bacalhoa” (Séc.XV) em Vila Franca de Azeitão, além da mansão tem uma galeria e um jardim com fonte. N38 30.098 W8 59.168

- PT-MI0123: P-Serra do Barroso: Fica perto do P.N. da Peneda-Gerês na zona da barragem do Alto Rabagão. É uma região com muita água. É aqui a nascente das águas de Carvalhelhos. Em Boticas provar a bebida local. Produz-se aqui um vinho a que chamam de “Vinho dos Mortos”. Este nome resulta de um processo que remonta ao início do Séc.XIX quando os locais enterravam a produção de vinho para que não fosse roubado pelo exercito francês. Ao desenterrarem o vinho viram que tinha ganho qualidade e a partir dessa altura passaram a enterrar as garrafas. As aldeias criam bois que as representam em lutas chamadas de “Chegas de Bois” e que duram cerca de meia-hora. N41 41.000 W7 51.000

- PT-MI0085: P-Serra da Estrela: É o ponto mais alto de Portugal que vai até aos 1993 metros. A Torre vai até aos 2000. As casas tradicionais são feitas de granito e os telhados coberto de colmo. Os pastores espalham-se pela serra, tratando das ovelhas que dão o leite para o famoso queijo da Serra da Estrela e a lã para os têxteis. Efectivamente produz-se aqui, no Inverno, o queijo de ovelha mais famoso do país. Antigamente a coagulação era feita com cardo. Actualmente os fabricantes têm de ser certificados.
O cão pastor de raça Serra da Estrela é conhecido pela sua envergadura e coragem. Sobrevivia ao frio dos Invernos e defendia os rebanhos dos ataques dos lobos. Diz-se que têm mesmo sangue de lobo no seu ‘pedigree’. Antigamente era-lhes colocada uma coleira com bicos para que os lobos não conseguissem atacar-lhes o pescoço. V-Gonçalo Simões (2007): Descrição validada N40 26.968 W7 31.427


- PT-MI0161: P-Serra da Lousã: Fazer o Circuito das Aldeias Serranas: Casal Novo (PT-MI0161.1: N40 05.496 W8 14.150): A maioria das casas está recuperada. A povoação é muito tranquila e só ganha algum movimento aos fins-de-semana quando uma ou outra casa fica ocupada. Talasnal (PT-MI0161.3: N40 05.501 W8 13.542): Os habitantes permanentes são menos de meia-dúzia. Cerca de metade das casas estão recuperadas. Há um pequeno bar que normalmente está aberto e um restaurante com pratos regionais que abre aos fins-de-semana. O habitante mais divertido da aldeia é o Fabrice, um escultor frances que ali vive. É ele quem toma conta da Casa Abrigo (reservas no Clube de Campismo de Coimbra). Vaqueirinho (PT-MI0161.4: N40 04.772 W8 13.446): Chega-se à aldeia por um pequeno carreiro. Há um bar no largo e os habitantes permanentes são na maioria alemães que foram para ali à procura de isolamento e tranquilidade. Há ainda muitas casas por recuperar e a maioria das que estão habitadas foram recuperadas com muito improviso e poucos recursos financeiros. Chiqueirinho (PT-MI0161.2: N40 05.184 W8 13.973): Cerca de metade das casas estão recuperadas. Algumas das quais com qualidade. É mais uma aldeia que, tal como o Casal Novo, só ganha movimento quando os proprietários lá vão passar o fim-de-semana. Cerdeira (???: ???): Apenas meia dúzia de casas estão recuperadas. Vive ali em permanencia apenas uma família de alemães. Ela é escultora e o seu atelier poder ser visitado. Trabalha a madeira com que faz bonitas marionetes. Se lhe deixar uma fotografia, a marionete terá a cara da pessoa retratada. A casa no ponto mais alto da aldeia pode ser alugada. Este é um bom local para descançar. A aldeia está isolada. Chega-se por estrada de terra e os carros ficam junto à capela. Depois fazem-se os últimos metros a pé, passando por uma pequena ponte de madeira. Ver também Lousã. N40 05.340 W8 14.164

- PT-MI0249: P-Serra de Monchique: Serra de origem vulcãnica. Tem grande responsabilidade no clima do Algarve. Chega aos 902 metros de altitude na Fóia. A zona da Picota (773 metros) tem mais vegetação. A flora da serra é muito variada e as paisagens são muito bonitas. Há ali também várias espécies de aves. N37 18.999 W8 36.000

- PT-MI0245: P-Serra de São Mamede: Parque Natural (1989) com 320 Km2. Podem ver-se abutres, águias, veados, javalis, ginetas, lontras e uma das maiores colónias de morcegos da Europa. A flora é sobretudo de castanheiros e sobreiros. A serra foi habitada na pré-história. Há gravuras rupestres nas Serras de Cavaleiros e Louções. “São Salvador de Aramenha”, abaixo de Marvão, era a cidade romana de “Amaia”. Há uma estrada romana que liga as aldeias brancas. O ponto mais alto da serra é no “Pico de São Mamede” (1025 metros), a 15 Km de Portalegre. “Alegrete” é uma povoação fortificada com Castelo em ruínas (Séc.XIV). N39 18.835 W7 20.650

- PT-MI0007: P-Serra de Sintra: Muito verde e com bonitas rochas cobertas de musgo. Serpenteado de estrada estreita, percorre a densa floresta. Ver "Seteais", "Monserrate", "Peninha", "Cabo da Roca", "Parque da Pena", "Convento dos Capuchos", "Sintra". N38 47.262 W9 23.431

- PT-MI0016: P-Sesimbra: Porto de pesca junto à Serra da Arrábida. Local abrigado do vento. Bom local para fazer praia. Toda a região é muito bonita. Forte de Santiago (actualmente alfandega) junto à cidade velha. Pode-se entrar no terraço de onde se tem uma excelente vista. A cidade velha tem muitas ruazinhas estreitas. Há muitos cafés e bares em Sesimbra. Ir ao porto de abrigo e dar um passeio pela Avenida dos Náufragos, junto à praia. Aqui come-se bom peixe. Ao final do dia há uma lota no cais. Lá em cima está o Castelo dos Mouros, com uma igreja e um cemitério. N38 26.756 W9 06.105

- PT-MI0007-05: P-Seteais: Palácio cor-de-rosa (Séc.XVIII) que hoje é hotel. N38 47.762 W9 23.877

- PT-MI0019: P-Setúbal: É o terceiro maior porto do país. Jardins, fontes e mercado coberto. Muitas lojas e cafés. "Catedral de Santa Maria da Graça" (Séc.XVI) com altar de talha dourada. Nasceram aqui o poeta Manuel Barbosa du Bocage e a cantora de ópera Luísa Todi. Os Romanos tinham aqui salgas de peixe. No Posto de Turismo podem ser vistos, debaixo do chão, os tanques escavados na pedra, onde se fazia a salga. A "Igreja de Jesus" (gótica do Séc.XV) tem colunas torsas e abóbadas. O tecto tem nervuras em espiral, de estilo manuelino. Há um museu ao lado da igreja com 14 pinturas da vida de Cristo. O Museu de Arqueologia e Etnografia tem muitos achados da região (ânforas de transporte de vinho e “gaurum” – molho de peixe marinado em sal e ervas – moedas e recipientes em bronze. O "Castelo de São Filipe" (Séc.XVI) foi construído para protecção dos piratas e invasores ingleses. Entra-se por um túnel de pedra que actualmente é pousada. Tem um terraço com vista para o rio Sado. "ferryboat" para Troia. N38 31.403 W8 53.567

- PT-MI0214: P-Silves: Povoação fortificada. O castelo de muralhas vermelhas foi inicialmente construído pelos Romanos. Foi cadeia. Naquele lugar existia o “Palácio dos Varandahs” onde vivia Al-Mu’tamid, governador de “Sevilha” e “Wali de Al-Gharb”. Dentro das robustas muralhas está a “Cisterna da Moura Encantada” que é a reserva de água da cidade. Depois vieram os Árabes que lhe chamaram “Xelb” (Séc.XII) e fizeram ali a capital da região. Foi centro cultural. No Séc.XIII passou para as mãos dos Cavaleiros de Santiago. No Séc.XV o rio Arade assoreou e a cidade perdeu importância. Exploração de citrinos. Ver a “Sé” (Séc.XIII). Naquele lugar existia uma mesquita. Ver a “Igreja da Misericordia” (Séc.XVI), em frente à Sé. Ver o “Museu Arqueológico”. No centro há um pequeno poço-cisterna de origem árabe (Séc.XII). Ali perto ver a “Cruz de Portugal” (Séc.XVI). N37 11.326 W8 26.399

- PT-MI0196: P-Sines: Nasceu ali Vasco da Gama. Porto industrial e petrolífero. Praia de areia branca, mas com o elemento poluição pelas costas. “Castelo” medieval onde se pensa ter nascido Vasco da Gama, que era o filho do Alcaide-Mor. Museu na Torre no Castelo, dedicado ao navegador. Ver o “Museu Arquológico”. Bonitas praias nas redondezas. N37 57.520 W8 51.798

- PT-MI0007-11: P-Sintra: Foi local de repouso dos reis de Portugal. Está na parte Norte da Serra de Sintra. Ver o "Palácio Nacional de Sintra" (PT-MI0007-09: N38 47.839 W9 23.429) e as suas grandes chaminés e o "Palácio da Pena" (PT-MI0007-02: N38 47.257 W9 23.308) que é Património Mundial (1995). Ver os "Correios", "Volta do Duche" com a "Fonte Mourisca" e a "Fonte da Sabuga", o "Parque da Liberdade" e a "Câmara Municipal". Em cada quinze dias realiza-se uma feira. Procurar o "Miradouro da Vigia" em São Pedro e aproveitar para tomar um café e comer uma queijada na Casa da Sapa. O "Museu do Brinquedo" tem brinquedos de todo o Mundo e de todas as épocas. O "Museu Regional" tem uma área para exposições temporárias e outra com achados do neolítico e da época dos Romanos. Há também o "Museu de Arte Moderna". O "Castelo dos Mouros" (Séc.VIII) (PT-MI0007-01: N38 47.376 W9 23.349) – que foi conquistado por D. Afonso Henriques – com uma capela hoje em ruínas e uma antiga cisterna moura. Há um percurso pedestre que liga o castelo à "Igreja de Santa Maria" (Séc.XII). No "Parque da Pena", os caminhos rodeados de vegetação densa e exótica, passam por fontes, mirantes, uma vivenda (Séc.XIX) que pertenceu a uma condessa e a estátua do arquitecto que desenhou tudo aquilo. O ponto mais alto (530 metros) é na "Cruz Alta". Ver a "Capela de São Lázaro" (PT-MI0007-03: N38 47.476 W9 22.818). Ver a "Igreja de São Pedro de Peneferrim" (PT-MI0007-04: N38 47.509 W9 22.821). Ver o "Palácio e Quinta Da Regaleira" (PT-MI0007-06: N38 47.746 W9 23.725). Ver o "Museu Ferreira de Castro" (PT-MI0007-07: N38 47.751 W9 23.563). Ver a "Igreja Da Misericórdia" (PT-MI0007-08: N38 47.831 W9 23.426). Ver a "Casa Museu Anjos Teixeira" (PT-MI0007-10: N38 47.795 W9 23.256). Ver o "Museu de Arte Moderna" (PT-MI0007-12: N38 48.179 W9 22.898). Ver "O Gigante" (PT-MI0007-15: N38 47.133 W9 23.316). Ver a "Antiga Pousada da Juventude" (PT-MI0007-16: N38 47.244 W9 23.153). N38 47.793 W9 23.210

- PT-MI0239: P-Soajo: Aldeia tradicional. Agricultura em terraços. Festa a meio de Agosto. N41 52.529 W8 15.734

- PT-MI0004: P-Sobreiro: Aldeia em miniatura, de Zé Franco, com casas, quintas, moinhos e uma queda de água. N38 57.559 W9 21.209

- PT-MI0092: P-Sortelha: No cimo de uma elevação de rocha granítica, rodeada pelas muralhas do castelo (Séc.XIII). Ver o pelourinho (Séc.XVI), junto ao castelo, com uma esfera armilar. As casas são de granito. Realiza-se aqui a “capeia”, uma tourada em que o touro é desafiado por uma armação de troncos, manobrada pela população de aficionados. N40 19.867 W7 12.648

- PT-MI0126: P-Soutelo: Perto de Chaves. Ali perto ver o “Penedo de Outeiro Machado” com 50 metros de comprimento. Pensa-se que os hieróglifos sejam de origem Celta, mas não se conhece o significado. N41 45.442 W7 31.971

- PT-MI0113: P-Tarouquela: Ver a “Igreja de Santa Maria Maior (Séc.XII). N41 04.000 W8 11.000

- PT-MI0224: P-Tavira: Igrejas históricas e mansões do Séc.XVIII, junto ao rio Gilão. Ver a Ponte, de origem Romana. Os Mouros tinham a cidade como de elevada importância. D.Paio Peres Correia conquistou a cidade no Séc.XIII, depois dos Mouros terem assassinado sete dos seus cavaleiros durante um periodo de tréguas. Por estar próxima de Marrocos, sempre foi um ponto estratégico e também uma base de apoio às tropas portuguêsas no Norte de África. Foi ainda importante no controlo da pirataria. Após o Séc.XVI entrou em declínio. Muito atacada pela peste no Séc.XVII. Os efeitos do assoreamento do porto também contribuíram. Depois, o atum que era pescado nesta costa, afastou-se e deixou de ser fonte de trabalho. O turismo trouxe nova dinâmica à cidade, sabendo esta cidade preservar o ambiente. Ver o Castelo Mourisco. Passear em Quatro Águas onde as casas têm os originais telhados em pirâmide, que se julga terem tido aqui origem. Ver a Igreja de Santa Maria do Castelo, onde está sepultado D.Paio Peres Correia e os seus 7 cavaleiros. Em Tavira há 21 igrejas. Ver a Igreja de Nossa Senhora da Graça (Séc.XVI) que pertenceu à Ordem de Santo Agostinho. Ver a Igreja da Misericórdia (renascentista do Séc.XVI). Ver o Palácio da Galeria. Ver as casas do Séc.XVI da Rua Pires Padinha e Rua da Liberdade. Ir à Ilha de Tavira, saindo de barco em Quadro Águas. A ilha está integrada no Parque Natural da Ria Formosa. N37 07.507 W7 39.031

- PT-MI0176: P-Terena: Perto do Alandroal. Tradição na cerâmica. Ver o “Santuário de Nossa Senhora da Boa Nova” (Séc.XIV). N38 37.094 W7 24.630

- PT-MI0039: P-Tomar: Castelo (Séc.XII) com o "Convento de Cristo". Cidade dos Templários. Ruas estreitas. Ver a "Igreja de São João Batista" (gótica, Séc.XV). "Festas dos Tabuleiros" (origem pagã), em Julho, em cada 2 ou 3 anos. Raparigas, vestidas de branco, trazem tabuleiros à cabeça, com pães e flores. Ver a "Sinagoga" (Séc.XV) com o "Museu Luso-Hebraico de Abraham Zacuto". Ver a "Igreja de São Francisco" (Séc.XVII). Ver o “Museu dos Fósforos” (antigos claustros). Ver a "Igreja de Santa Maria do Olival" (Séc.XIII) com o túmulo de Gualdim Pais (primeiro grão-mestre da Ordem dos Templários). Era a principal igreja dos marinheiros na época dos Descobrimentos. Ver a "Capela de Santa Iria" e a "Ponte Velha" (Séc.XV). Ver a "Capela dos Vales". O "Parque do Mouchão" está numa ilha do rio. Tem uma "Roda d’água" romana. Ver a "Ermida de São Gregório" (Séc.XVI) e a "Capela de Nossa Senhora da Piedade" (Séc.XVII). Ver a "Basílica de Nossa Senhora da Conceição" (Séc.XVI).
A "Ordem dos Cavaleiros Templários" (Séc.XII e XIII) ajudava muito nas batalhas contra os Mouros. E por isso foram recompensados com terras conquistadas que ficavam à sua guarda. Tinham efectivamente poder político. Depois o Pápa terminou esta ordem mas D.Dinis transformou-a na "Ordem de Cristo". Mais tarde (Séc.XV) D.Henrique (o Navegador) investiu o dinheiro da Ordem na exploração marítima. Por isso as velas das caravelas tinham a cruz da Ordem de Cristo. N39 36.196 W8 24.713


- PT-MI0140: P-Torre de Moncorvo: Na Primavera as amendoeiras em flor estão por todo o lado. Ruas medievais. Pensa-se que o nome vem de um nobre que ali vivia e que se chamava Mendo Corvo. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XVI). N41 10.281 W7 03.242

- PT-MI0045: P-Torres Novas: "Castelo" (Séc.XII) com jardim. Ver a "Misericórdia" (Séc.XVI). A "Igreja de Santiago" (Séc.XIII). "Museu Municipal de Carlos Reis" em homenagem ao pintor que ali nasceu. Perto, ver as “Grutas das Lapas” do neolítico. Ali perto procurar "Vila Cardílio", junto à N3, três Km a Sudoeste de Torres Novas. Ruínas Romanas (Séc.IV), com um sistema subterrâneo de aquecimento, o hipocausto. N39 28.762 W8 32.479

- PT-MI0054: P-Torres Vedras: Na cidade e um pouco por toda a região há fortificações construídas durante a Guerra Peninsular, altura em que os ingleses, liderados pelo duque de Wellington, ajudaram os portugueses contras as tropas francesas lideradas por Napoleão. A esta linha defensiva chamou-se “Linhas de Torres Vedras”. 152 redutos com mais de 600 canhões em duas linhas que ligavam o rio Tejo ao mar. A primeira (46 Km) vai da foz do rio Lisandro até Alhandra. A segunda (39 Km) estava por trás da primeira. Havia ainda uma terceira, mais pequena, que seria uma segurança em caso de necessitarem retirar e embarcar. Foi necessário um ano de trabalho para tudo estar pronto. Tudo feito no maior sigilo. Em Outubro de 1809 chegaram 65.000 soldados franceses para tomar Lisboa. Mas encontraram uma barreira inesperada que os obrigou a recuar para Santarém. Após 2 anos em que passaram muita fome, retiraram derrotados para Espanha.
Ver o “Forte de São Vicente” com trincheiras e bastiões defensivos. O Castelo da cidade (Séc.XIII) tem no interior um jardim e a “Igreja de Santa Maria do Castelo”. Ver o “Convento da Graça” (Séc.XVI) em honra dos mortos da Guerra Peninsular, com o “Museu Municipal” (pode ser visto um modelo das linhas defensivas). Ver a “Igreja da Graça” (Séc.XVII) com o túmulo de São Gonçalo de Lagos. Ver a “Igreja de São Pedro” (manuelina, Séc.XVIII). Ver o “Chafariz dos Canos” (Séc.XVI). N39 05.487 W9 15.449


- PT-MI0076: P-Trancoso: D.Dinis e D.Isabel casaram-se aqui. A povoação foi prenda de casamento do noivo para a noiva. Rodearam a povoação de muralhas e em 1304 fizeram ali a primeira feira livre. Depois terminaram as guerras e a povoação desenvolveu-se graças ao comercio. Viveram aqui muitos judeus e ainda há casas que evidenciam marcas da sua presença. Nomeadamente aquelas que têm uma porta larga (para o comercio) e outra estreita (para acesso à parte de habitação). Ver a “Igreja de São Pedro” onde está uma pedra tumular de Gonçalo Anes, um sapateiro que com o pseudónimo de “Bandarra”, escreveu trovas sobre o rei D.Sebastião. Ali perto procurar a aldeia de Merialva onde ainda se podem ver algumas ruínas da cidadela da época medieval. Muralhas, restos de esculturas e um pelourinho. Pensa-se que teve origem no Séc.XI. N40 46.821 W7 20.983

- PT-MI0119: P-Ucanha: Porta e ponte fortificadas (Séc.XII). N41 02.950 W7 44.590

(continua)


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- PT-MI0088: P-Valezim: Ver os moinhos de água. N40 21.551 W7 43.115

- PT-MI0141: Vale do Côa: Perto de Moncorvo. A maior colecção do Mundo de gravuras da Idade da Pedra, ao ar livre. Têm 20.000 anos. Para preservar estas gravuras, abandonou-se a construção de uma barragem. As gravuras representam touros, peixes e o Homem de Pisco (nú). N41 02.794 W7 06.625

- PT-MI0147: Valença do Minho: Cidade fronteiriça, junto ao rio Minho. Tem dois fortes (Séc.XVII e XVIII) ligados por uma passagem que era secreta. Tem um bairro antigo entre os dois fortes. Chamou-se “Contrasta” nos Séc.XII e XVIII por contrastar com a cidade espanhola de Tui, do outro lado do rio. A cidade esteve nas mãos das tropas de Napoleão. Linhos, cestaria e cerâmica. Ver a “Casa do Eirado” (Séc.XV). Ver a “Casa do Poço” (Séc.XVIII). Ver ali perto o “Convento de Ganfei” (pedir a chave da capela na casa da frente). N42 01.640 W8 38.383

- PT-MI0188: P-Viana do Alentejo: Era conhecida desde o tempo dos Romanos pela abundancia de água. O “Castelo” (Séc.XIV) tem torres redondas de influencia moura. A “Igreja Matriz” (Séc.XVI) segue as mesmas linhas de fortificação. Ali perto ver a “Igreja de Nossa Senhora de Aires”. Extracção de marmore verde. N38 19.950 W8 00.315

- PT-MI0100: P-Viana do Castelo: Junto ao estuário do rio Lima. Nossa Senhora da Agonia com tourada, exibição de trajes tradicionais e fogo-de-artifício no rio Lima. Foi importante centro de pesca (Séc.XV) e forneceu abastecimentos para os navios das descobertas (Séc.XVI). Saíram daqui João Velho (exploração do Congo) e João Álvares Fagundes (bancos de pesca da Terra Nova). Viviam aqui importantes comerciantes que negociavam com a Europa e Brasil. Bonitas mansões. Ver o centro da cidade. Ver o edifício da “Misericórdia” (Séc.XVI). Ver o edifício dos “Paços do Concelho”, na Praça da República. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XV). Ver o “Museu Municipal de Viana” que está no “Palacete dos Barbosas Maciéis” (Séc.XVIII). Ver a “Nossa Senhora da Agonia” (Séc.XVIII) onde se realiza uma romaria de três dias em Agosto. Vale a pena subir no elevador que vai até ao “Monte de Santa Luzía”. A basílica que ali está foi baseada na do “Sacré Coeur” em Paris. Vale a pena a vista sobre a região. Poderá passear até à “Pousada de Santa Luzía” e no alto do monte estão os vestígios de uma citânia celtibérica. Poderá ainda visitar as praias próximas. A Praia do Cabedelo a Sul e Vila Praia de Âncora a Norte. N41 41.716 W8 49.769

- PT-MI0128: P-Vidago: Perto de Chaves. Águas com o mesmo nome. Ver o “Palace-Hotel” com um parque de lagos. Em tempos foi frequentado por reis. N41 38.384 W7 34.368

- PT-MI0190: P-Vidigueira: Esta é uma região de bons vinhos. Vasco da Gama foi Conde da Vidigueira. O seu túmulo esteve ali, no “Convento do Carmo”, durante mais de 350 anos, antes de ser transferido para o Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa. Ver a “Igreja da Misericórdia” (Séc.XVII) e a “Torre de Relógio”. Ali perto ver São Cucufate, local romano, perto da Vidigueira. Abóbadas de uma Vila (Séc.IV) e banhos de uma casa (Séc.II) com adega, um reservatório e templo. N38 12.506 W7 48.025

- PT-MI0208: P-Vila do Bispo: Povoação muito tranquila. Foi oferecida ao Bispado de Faro (Séc.XVII) e por isso tem este nome. Ver a “Igreja de Nossa Senhora de Conceição”. Ali perto ver as praias mais isoladas, como por exemplo a “Praia do Castelejo”, de areia branca e rodeada de falésias. Veja a “Torre de Aspa” (Obelisco) que fica a 6 Km. N37 05.056 W8 54.471

- PT-MI0156: P-Vila do Conde: Na época dos Descobrimentos foi centro de construção naval. Actualmente é um porto de pesca calmo. Ver o “Mosteiro de Santa Clara” (Séc.XIV), junto ao rio, que foi internato (Séc.XVIII) e que actualmente é uma escola de correcção. A igreja e os claustros podem ser visitados. Estão ali sepultados D.Afonso Sanches (filho de D.Dinis) e Dona Teresa Martins, a sua esposa. Junto ao mosteiro podem ver-se parte de um “Aqueduto” com 5Km e 999 arcos. No centro histórico ver o “Pelorinho” em forma de braço e espada. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XVI). Ver a “Escola de Rendas” onde se aprendem a fazer os bilros típicos da região e o Museu sobre o mesmo tema. N41 21.201 W8 44.452

- PT-MI0052: P-Vila Franca de Xira: Junto ao rio Tejo. Criação de cavalos e touros. Há largadas de touros nas ruas e touradas. No início de Julho realiza-se a “Festas do Colete Encarnado” (danças folclóricas, sardinhas assadas e corridas de barcos no Tejo). Em Outubro realiza-se outra festa semelhante. Ver o “Museu Etnográfico”. Ver o Mercado. Ver a “Igreja da Misericórdia”. A “Ponte Marechal Carmona” é o acesso de quem vem de Oeste. Vá a “Povos”, ao “Centro Equestre da Lezíria Grande” ver o treino dos cavalos lusitanos. N38 57.232 W8 59.387

- PT-MI0145: P-Vila Nova de Cerveira: Pequena cidade muralhada, perto de Caminha. Castelo (Séc.XVI) na estrada para Valença. Ruas com mansões (Séc.XVII e XVIII) junto ao rio.N41 56.385 W8 44.540

- PT-MI0104: P-Vila Nova de Gaia: Fundada por D. Afonso III para concorrer com o bispo do Porto que controlava as taxas de embarque da outra margem do rio. É aqui que o vinho do Porto é preparado e envelhecido. Algumas marcas conhecidas: Barros, Borges, Calém, Cockburn, Ferreira, Graham, Ramos Pinto, Sandeman, Taylor, Vasconcelos. Ver MI referente ao Vinho do Porto.N41 07.742 W8 36.748

- PT-MI0201: P-Vila Nova de Milfontes: No estuário do rio Mira, que vem de Odemira. Local muito bonito e agradável. Pequeno “Castelo” que agora é um hotel e em tempos serviu como protecção contra os piratas. Praias bonitas. N37 43.489 W8 47.014

- PT-MI0217: P-Vilamoura: Zona de vivendas e hoteis. Campos de golf e todo um leque de ofertas de actividades para os mais endinheirados. Grande marina onde vale a pena dar um passeio à noite, no Verão, uma vez que nesta época do ano, ganha muita vida. A “Praia da Marina fica imediatamente antes de Quarteira. Ver as ruínas Romanas do “Cerro da Vila” (I DC). N37 06.143 W8 07.463

- PT-MI0153: P-Vilarinho das Furnas: A aldeia foi inundada pelas águas da barragem do rio Homem. Pode-se nadar, caminhar e fazer BTT.N41 45.823 W8 12.520

- PT-MI0120: P-Vila Real: Junto aos rios Cabril e Corgo, em zona de relevo e também do Parque Natural do Alvão. Ver a “Sé” (Séc.XV), que foi mosteiro dominicano. Nasceu aqui Diogo Cão, o explorador (descobriu a foz do rio Zaire no Séc.XV), Ver a “Igreja dos Clérigos” (conhecida como “Capela Nova” ou “Capela de São Pedro”. Em 28 e 29 de Junho realiza-se a Festa de São Pedro (barros negros e bordados de Agarez).N41 17.730 W7 44.778

- PT-MI0174: P-Vila Viçosa: Chamou-se “Val Viçosa” (vale viçoso), no Séc.XV, quando os duques de Bragança para ali foram viver, após a conquista da região aos Mouros. A cidade cresceu a partir dessa altura. Hoje ainda se podem ver as marcas dessa época. Casas ricamente ornamentadas . Ver o “Paço Ducal”, cuja fachada tem 111 metros. Os nós da porta são o símbolo dos Braganças. Ver a “Igreja dos Agostinhos” (Séc.XIII) onde foram sepultados os duques. Em frente à igreja está a estátua de D.João IV a cavalo. Ver o “Convento das Chagas” (renascentista) onde estão sepultadas as esposas dos Braganças e que é actualemente uma pousada. A “Tapada Real” está ao lado do “Paço Real” e é vedada por um muro com 18 Km. O “Castelo” (Séc.XV) foi mandado construir por D.Dinis e foi residencia real até se mudarem para o Paço Real. Ver a “Igreja de Nossa Senhora da Conceição” (Séc.XIV). A Santa foi coroada padroeira de Portugal por D.João IV e a partir dessa altura mais nenhum rei português usou coroa. O palácio de Vila Viçosa (Paço Ducal) era o preferido dos duques. A Sala da Cabra-Cega, a Sala de Hércules, os aposentos de D.Carlos, a Sala dos Duques com quadros de todos os duques, a enorme cozinha com os seus 600 recipientes de cobre, os armeiros, a Biblioteca, a Capela (Séc.XVI) e cá fora, os Jardins Formais. A “Casa Real de Bragança” reinou durante 270 anos, até ao exílio de D.Manuel II, depois dos Republicanos terem assassinado o pai e o irmão.N38 46.709 W7 25.145

- PT-MI0134: P-Vinhais: No Parque Natural de Montesinho. Alugam-se cavalos e bicicletas para andar no parque.N41 49.824 W7 00.062

- PT-MI0146: P-Vinho do Porto: As uvas vêm do Alto Douro e o vinho é envelhecido em armazéns de Vila Nova de Gaia (PT-MI0104). As vinhas estão em socalcos de terras de xisto, nas margens do rio Douro. No final de Setembro, com a apanha da uva, é a melhor altura para uma visita à região. Fazer um circuito entre Pinhão (N41 11.393 W7 32.949), Alijó (N41 16.572 W7 28.484), Régua (PT-MI0116) e Sabrosa (N41 15.966 W7 34.520). Em Pinhão ver as quintas e a estação de comboios. No Peso da Régua ver barcos rebelos. Em Tua, local de junção das linhas-férreas do Douro e do Tua, fazer o percurso da Linha do Tua. Em São João da Pesqueira vá ao miradouro de São Salvador do Mundo, com excelente vista sobre o vale. Na Primavera há muitas amendoeiras em flor. Um nome para sempre ligado ao vinho do Porto é o de Joseph Forrester. Este homem veio trabalhar para a empresa vinícola do tio e reformou o comercio do vinho do Porto. Lutou pela qualidade dos vinhos da região, escreveu sobre o vinho e desenhou mapas do vale do Douro, estudou o oídio que destruia as vinhas e foi também pintor. Morreu no Cachão da Valeira, local de rápidos e onde actualmente está a barragem da Valeira. O barco onde navegava virou-se e o barão foi arrastado para o fundo pelo cinto com dinheiro que transportava à cintura.N41 07.742 W8 36.748

- PT-MI0074: P-Viseu: Em plena região demarcada do Dão (dos melhores vinhos do país), é uma cidade importante desde o tempo dos Romanos. O centro da cidade é muito bonito e antigo. Nascei aqui Grão Vasco, que agora dá nome a um museu, um hotel e uma marca de vinhos. A “Porta do Soar de Cima” é uma referência da muralha que ali existiu (Séc.XV). Ver a “Igreja dos Terceiros de São Francisco” (Séc.XVIII). Ver a “Câmara Municipal” (Séc.XIX. Nasceu aqui Augusto Hilário, pai do fado de Coimbra. Ver a “Sé”, a Catedral de Viseu (Séc.XVII) cuja origem remonta ao Séc.XIII. A “Igreja da Misericórdia” tem uma fachada rococó. O “Museu de Grão Vasco” está num antigo palácio (Séc.XVI). Exibem-se pinturas, das quais se destacam “São Pedro” e “A adoração dos Magos” (14 painéis com a vida de Cristo), de Grão Vasco. N40 39.418 W7 54.867

- PT-MI0203: P-Zambujeira do Mar: Falésias negras e praia de areia muito branca. Ficou conhecida pelos inumeros concertos que ali se têm realizado. Tirando a altura em que se realizam, é muito sossegada. O local é muito frequentado por turistas pouco endinheirados. N37 31.459 W8 47.097

Pontos a Explorar

- PT-EX0001: Aldeia do Franco de Cima: V-Parola Gonçalves (2008): Se quiserem mesmo paz e sossego venham a Aldeia do Franco de Cima, concelho da Lousã, só se vai a pé pelo carreiro ou de 4x4, ficando a viatuta a cerca de 200,00 mts do lugar. Tem ribeira com água todo o ano, mas não tem luz só sossego. N40 06.488 W8 11.327

GRANDES VIAJANTES

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- Gil Eanes
- João Garcia


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