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(continuação)
- PT-MI0242: P-Falperra: Perto de Braga. Ver a “Igreja de Santa Maria Madalena” (Séc.XVIII). N41 24.000 W7 39.000
- PT-MI0221: P-Faro: Foi palco de invasões, incêndios e terramotos. Na Pré-História era uma aldeia de pescadores. No tempo dos Romanos foi importante porto e centro administrativo. Nessa altura era chamada de “Ossonaba”. Depois pertenceu aos Mouros, até ao Séc.XIII, altura em que foi conquistada por D.Afonso III. No Séc.XVI foi saqueada e incendiada pelos ingleses, sob comando do Conde de Essex. Foi reconstruída e novamente destruída por um terramoto no Séc.XVIII. Ainda se podem ver vestígios da antiga muralha. Podem ver-se edifícios dos Séc.XVIII e XIX. Passear a pé pela cidade velha, desde o porto, até à zona de casas, passando pelo “Arco da Vila” (mourisco, Séc.XIX), onde era a entrada do castelo medieval. Passar pelo “Largo da Sé”, local de laranjeiros e pelo “Paço Episcopal” (Séc.XVIII). Fora das muralhas está o “Arco do Repouso” (mouro) e a “Igreja de São Francisco” (Séc.XVIII). Ver a “Igreja de Nossa Senhora do Pé da Cruz” (Séc.XVII) com uma bonita capela exterior. Ver a Sé (Séc.XVII, barroca e renascentista), construída no local de uma antiga mesquita, com a “Capela-mor”, a “Capela de Nossa Senhora dos Prazeres” e o “Orgão” (Séc.XVIII). Ver o “Museu Municipal” (Séc.XX), no antigo “Convento de Nossa Senhora da Assunção”. Ver o “Museu Marítimo” na capitania do porto, com modelos de barcos da Idade das Descobertas. Ver o “Palácio Bivar”, o “Mercado”, a “Ermida de Santo António do Alto” e as “Salinas”. Ver o “Museu Etnográfico”. Ver a “Igreja do Carmo” (Séc.XVIII, barroca), com a “Capela dos Ossos” (Séc.XIX) construída com ossadas do cemitério dos frades. Ver a “Igreja de São Pedro” (Séc.XVII). Ver o “Cemitério dos Judeus” com uma disposição tipicamente sefardita (crianças, mulheres e homens, a partir da entrada). Esta comunidade judaica foi levada para a cidade, no Séc.XVIII, pelo Marquês de Pombal, para dinamizar a economia da região. N37 00.892 W7 56.067
- PT-MI0037: P-Fátima: Santuário de Fátima. Local de peregrinação de grande importância religiosa (como Santiago de Compostela ou Lourdes). Basílica e torre com 65 metros. Recinto de muito grande dimensão. De 13 de Maio a 13 de Outubro chegam peregrinos de todo o Mundo. O local ficou conhecido pela aparição da Virgem aos três pastorinhos (13.5.1917). Lúcia, Francisco e Jacinta. A Virgem apareceu por cima de uma azinheira e mandou que voltassem ao mesmo local, no mesmo dia, durante 6 meses. A Virgem comunicou a Lúcia três segredos. O primeiro, durante a 1ª Guerra Mundial, falava da paz que viria. O segundo era sobre a Rússia. E o terceiro, apenas revelado em 2000, era sobre a tentativa de assassinato do Papa João Paulo II. Ver a "Capela das Aparições" no local onde aconteceram. Lá dentro está a bala que quase matou o Papa. Ver também a "Casa dos Pastorinhos" ali perto, onde viviam. N39 37.831 W8 40.721
- PT-MI0080: P-Figueira de Castelo Rodrigo: - N40 53.765 W6 57.717
- PT-MI0059: P-Figueira da Foz: Já esteve na moda como estância de férias. Marina. Casino. Praia muito grande. Popular ponto para a prática de surf. Ver o “Museu Municipal Dr. Santos Rocha”. Ver a “Casa do Paço” que é forrada a azulejos tirados de um navio naufragado. Ver a “Fortaleza de Santa Catarina” (Séc.XVI), triangular, na foz do rio Mondego, que foi base do duque de Wellington. N40 08.905 W8 51.528
- PT-MI0144: P-Foz do Minho: Perto de Caminha. Os pescadores podem levar grupos até à ilha para ver o “Forte da Ínsua”. N41 52.973 W8 50.386
- PT-MI0135: P-França: Aldeia tradicional no Parque Natural de Montesinho. Casas de pedra com varanda de madeira, ao estílo medieval. Tradição na utilização de plantas para curar doenças. N41 54.168 W6 44.098
- PT-MI0142: P-Freixo de Espada à Cinta: O nome pode derivar de um espanhol ou vidigodo de nome Espadacinta. Mas há também uma lenda que diz que D.Dinis amarrou a espada a um freixo quando fundou a cidade. Ver a “Torre do Galo” (Séc.XIV). Na Primavera é bonito ver todas as amendoeiras em flor. Desde o Séc.XVIII que a criação de bichos da seda é uma tradição da região. Ver a “Igreja Matriz” (Séc.XVI) que se assemelha ao Mosteiro dos Jerónimos em ponto pequeno. N41 05.422 W6 48.498
- PT-MI0162: P-Guimarães: O berço da nação. Foi a primeira capital de D.Afonso Henriques. Ruas do bairro medieval no centro da cidade. “Castelo de São Miguel” (Séc.X) onde nasceu D.Afonso Henriques. A pia batismal está na “Igreja de São Miguel” (românica). Na primeira semana de Agosto há as Festas Gualterianas, com sentido medieval. Ver o “Paço dos Duques” (Séc.XV). Ver o “Museu de Alberto Sampaio” nos claustros românicos de “Nossa Senhora da Oliveira”. O edifício da “Câmara Municipal” é o antigo “Convento de Santa Clara”. Ver a “Igreja de Nossa Senhora da Oliveira”. A lenda diz que a oliveira foi para ali transplantada para das suas azeitonas produzir azeite para a lamparina do altar. Mas esta murchou. Depois o mercador Pedro Esteves colocou-lhe a cruz e a oliveira recuperou. A árvore que hoje lá está, não é, obviamente, a original. Ver o “Museu Martins Sarmento” (arqueologo que escavou a “Citânia de Briteiros, entre outros) no claustro (gótico) do “Convento de São Domingos” (Séc.XIV). Ver a “Igreja de São Francisco” (Séc.XVIII). Ali perto ver o “Mosteiro de Santa Marinha da Costa” (Séc.XII) que actualmente é uma pousada com jardins e capela. N41 26.709 W8 17.876
- PT-MI0047: P-Golegã: "Feira Nacional do Cavalo" nas duas primeiras semanas de Novembro. No dia 11 de Novembro, dia de São Martinho, é a prova do vinho novo. "Igreja Matriz" (Séc.XVI). "Museu da Fotografia Carlos Relvas". "Museu de Pintura e Escultura Martins Correia", numa antiga estação dos correios. N39 24.215 W8 29.209
- PT-MI0083: P-Guarda: Está a 1056 metros de altitude, na Serra da Estrela. O nome vem da sua função como guarda da fronteira, no tempo de D.Sancho I, altura da sua fundação. A “Sé” é quase um forte e levou quase 200 anos até estar terminada. Ver o “Museu da Guarda” (pinturas, arqueologia e uma área dedicada a Augusto Gil, o poeta da Guarda). Ver a “Igreja da Misericórdia” (Séc.XVII) e a “Igreja de São Vicente” (Séc.XVIII). Viveu aqui uma comunidade judaica. D.João I apaixonou-se aqui por Inês Fernandes, a filha de um sapateiro judeu. Tiveram um filho (Afonso) que foi o primeiro duque de Bragança. E um dos filhos deste, D.João IV, foi rei de Portugal. N40 32.265 W7 16.063
- PT-MI0096: P-Idanha-a-Velha: Embora pequena, esta aldeia representa parte da história de Portugal. Acredita-se que Wamba, um rei Visigótico, nasceu aqui. A “Catedral” foi restaurada no Séc.XVI. Foi um bispado no Séc.XII. Actualmente o interior armazena pedras e esculturas Romanas. Ver o “Pelourinho” (Séc.XVII). Ver a “Igreja matriz”. Ver a “Torre dos Templários” - que estiveram ali até ao Séc.XIV - com lagar do Séc.XX. N39 59.860 W7 08.660
- PT-MI0023: P-Ilha da Berlenga: Reserva Natural paradisíaca a 12 Km de Peniche, apenas acessível ao turista, durante alguns meses do ano (época balnear). Meia hora num dos vários barcos que asseguram o transporte (perguntar em Peniche). Muitas aves marinhas (gaivotas e mergulhões). Ver o “Forte de São João Batista” (Séc.XVII) que foi em tempos alvo de ataques de piratas e exércitos inimigos. Actualmente é albergue (poucas condições). Ver a pequena praia do lado Este da Ilha. Visitas de barco às grutas. O “Furado Grande” é um túnel com 70 metros e dá para o “Covo do Sonho” com falésias de granito vermelho. Há também um farol e uma pequena aldeia de pescadores. A ilha já foi abrigo de Monges. A ilha é um excelente local para pesca à cana e mergulho autónomo e em apneia. Apreciar a tranquilidade e os bailados das gaivotas. Para Oeste estão os desabitados e inóspitos Farelhões. N39 24.925 W9 30.277
- PT-MI0233: P-Ilha Graciosa: Arquipelago dos Açores. Grupo Central. Ilha muito tranquila. Tem 12 Km de comprimento e pouco relevo. Muitas quintas agrícolas e vinhas. Ainda se utilizam carros de bois. N39 03.647 W28 01.166
. PT-MI0233.1: P-Santa Cruz da Graciosa: Tem um cais. Casas de dois pisos, caiadas, com varanda de ferro e janelas ovais. Ver o Museu Etnográfico e o barco baleeiro que está ao lado. Subir ao Monte da Ajuda, com a capela fortificada da Nossa Senhora da Ajuda (Séc.XVIII) e ali perto, uma antiga vigia de baleeiros. Ir à Furna do Enxofre e descer à cratera do vulcão. Lá em baixo há uma gruta com um lago sulfuroso. De manhã é mais bonito por causa da posição do sol. Por cima está a Furna Maria Encantada, onde se chega por um túnel. A vista é muito bonita. ???
. PT-MI0233.2: P-Carapacho: Está na base de um vulcão. Águas geotérmicas de tratamento. ???
- PT-MI0228: P-Ilha da Madeira: Faz parte do Arquipélago da Madeira. N32 43.670 W16 54.141
. Vinho da Madeira: No Séc.XVI o vinho era levado pelos navios porque as suas propriedades ajudavam a evitar o escorbuto nos marinheiros. Depois, descobriram que o sol tropical melhorava a qualidade do vinho. No Séc.XVIII inventaram um processo, a que chamaram de "estufagem", em que o vinho era "cozinhado" com o calor do sol e com tubos de água quente, durante 6 meses, a 40-50º. Depois é fortificado com brandy. São quatro os tipos de uva utilizados. Tantos quantos os tipos de vinho da Madeira. "Sercial": Uvas brancas, cultivadas a 800 metros de altitude. Vinho seco de cor ambar. Aperitivo ou a acompanhar sopa ou peixe. Servir meio fresco. "Verdelho": Uvas brancas, cultivadas a 400-600 metros de altitude. Tawny meio seco. Acompanhar carnes ou bolo da Madeira. "Boal": Uvas brancas, cultivadas a menos de 400 metros de altitude. Escuro e meio-doce. Acompanhar queijos e sobremesas. Tem semelhanças ao vinho do Porto. "Malmsey": Uvas malvasia, cultivadas junto às falésias solarengas. Muito escuro. Digestivo. É o mais conhecido de todos os Madeira.
. Levadas da Madeira: Sistema de irrigação que leva as águas do Norte, para o Sul da ilha. Depois de guardada em tanques ou lagos, ou directamente das nascentes, a água é levada por canais feitos para irrigar hortas, bananais e vinhas. São 2.150 Km de levadas, algumas construídas em 1500. Os caminhos feitos para a sua manutenção são bons percursos pedestres que nos levam a locais onde não chegariamos de outra maneira.
. PT-MI0228.01: P-Funchal: Museus e edifícios históricos. Ver a Sé (início do Séc.XVI). Ver o Museu de Arte Sacra (Séc.XVI). Ver a Quinta das Cruzes (Séc.XIX) que é o Museu de Artes Decorativas e onde se pensa que viveu Gonçalo Zarco. Ver o Convento de Santa Clara onde está sepultado João Gonçalves da Câmara (neto de Zarco) e Martim Mendes Vasconcelos. Ver o Jardim Botânico com plantas de todo o Mundo. Visitar as Adegas de São Francisco, com alguns edifícios do Séc.XVII, que foi mosteiro Franciscano e onde se pode fazer prova de vinhos. Ver o Mercado dos Lavradores (produtos agrícolas, flores, cestaria e peixe) que oferece muitas cores e grande movimento. Ver a Zona Velha, com lojas, esplanadas e cafés. Ver as casas num dos extremos da Rua D.Carlos I (Séc.XV). Ver a Capela do Corpo Santo (Séc.XVI) que foi construída por pescadores (a mais antiga do Funchal). Ver a Fortaleza de São Tiago (Séc.XVII) com o Museu de Arte Contemporânea. N32 38.794 W16 54.674
. PT-MI0228.02: P-Quinta do Palheiro Ferreiro (Séc.XVIII): O melhor jardim da Madeira. Tem uma pequena capela barroca. Pertenceu ao Conde de Carvalhal e depois foi vendida aos Blandy (anglo-madeirenses). O Jardim tem uma zona a que chamam de Jardim das Senhoras e outra a que chamam Inferno (densidade tropical). N32 38.998 W16 52.002
. PT-MI0228.03: P-Monte: Subia-se de elevador e descia-se de tobogã. Agora ainda se pode descer no Tobogã do Monte, num percurso de 4 Km, feitos em 20 minutos, no cesto de verga que nos leva até ao Funchal. Esta espécie de trenó é controlada por dois homens (vestidos de branco e com chapeu de palha) e desce a grande velocidade pelas ruas empedradas. Este meio de transporte original, existe ali desde o meio do Séc.XIX. No Jardim do Monte ver a antiga estação do elevador e o viaduto e depois seguir para a Igreja de Nossa Senhora do Monte (Séc.XIX). Naquele lugar havia uma capela (Séc.XV), construída por Adão Gonçalves Ferreira, que, com Eva, a sua irmã gémea, foram as primeiras crianças a nascer na ilha. No dia 15 de Agosto realiza-se a Festa da Assunção com peregrinação ao local. A lenda diz que a Virgem deu a estátua que está no altar a uma pastora (Séc.XV). Está ali sepultado Karl I, o último imperador Habsburgo, que ali estava exilado e que morreu de pneumonia. Ver os Jardins do Monte Palace (Séc.XIX, com muitas pontes, fontes e cascatas. São 7 ha de vale luxiriante, com grande quantidade de plantas. N32 40.494 W16 54.180
. PT-MI0228.04: P-Machico: Pensa-se que o nome vem de Robert Machim, que fugiu com a aristocrata Anne de Hertford e ali naufragaram, tendo ambos morrido. A tripulação reparou o barco e rumou a Lisboa. Pensa-se que foi esta história que motivou D.Henrique, o Navegador, a mandar Gonçalves Zarco a explorar a ilha da Madeira. A ilha chegou a estar dividida em duas capitanias, sendo a da zona Leste, comandada por Tristão Vaz Teixeira, com base no Machico. Ver a Igreja dos Milagres (Séc.XIX), que está no local da primeira igreja da Madeira, onde se pensa estarem sepultados Robert Machim e Anne de Hertford. A 8 de Outubro há uma procissão que comemora o "regresso da cruz" que, segundo a lenda, foi encontrada a boiar no mar, após a destruição da igreja original por uma inundação. N32 43.054 W16 45.951
. PT-MI0228.05: P-Caniçal: Em tempos foi o centro da actividade industrial em torno na caça à baleia. Filmaram-se ali Moby Dick, em 1925. Esta actividade terminou em 1981 e a Madeira foi declarada Santuário Marítimo, protegendo estes animais, bem como golfinhos e focas. Alguns dos antigos caçadores de baleias trabalham agora na sua protecção. Ver o Museu da Baleia nos antigos escritórios da empresa que explorava a actividade. Pode-se ver um filme que documenta esta caça antiga. Porto de pesca (sobretudo atum) com barcos coloridos na praia de rocha. Ali perto está a Ponta de São Lourenço com falésias de 180 metros. Fazer passeios pedestres nos caminhos da rocha nua. A "Prainha" é a única praia de areia natural da ilha. N32 44.347 W16 44.292
. PT-MI0228.06: P-Santana: O nome vem de Santa Ana, mãe da Virgem. Cerca de 100 casas triangulares, tradicionais, de colmo. Estas casas só existem nesta ilha. Estão ali desde o Séc.XVI. Portas e janelas de cores muito vivas. Servem apenas de abrigo quando chove e para dormir, já que as pessoas cozinham na rua e nem têm casa-de-banho. A parte de baixo serve de sala e o quarto está no piso superior, muito pequeno. Há também casas destas nas colinas, para abrigo do gado. Cultura agrícola em terraços. No vale cultivam-se legumes e frutas. Os ramos dos vimeiros desta zona são matéria prima para os cesteiros da Camacha. N32 45.550 W16 49.318
. PT-MI0228.07: P-Camacha: Fabrico de produtos de verga. Por vezes podem ver-se os cesteiros a trabalhar. N32 40.778 W16 50.797
. PT-MI0228.08: P-Ribeiro Frio: O nome vem do ribeiro que ali passa. Viveiro de trutas. Bonito jardim. Daqui saem dois dos melhores percursos pedestres pelas levadas. O da "Portela" tem 12 Km, com túneis e precipícios arrepiantes, pelas montanhas. É preciso ter experiência para fazer este percurso. O dos "Balcões" faz-se em 20 minutos. Sobre o vale do rio Ametade, até à Penha da Águia. N32 44.055 W16 53.222
. PT-MI0228.09: P-Pico do Arieiro: 1.810 metros de altitude, o terceiro mais alto da Madeira. Até lá chegar, passa-se por zona de eucaliptos e loureiros. Se as nuvens estiverem baixas, continue a subir porque um céu limpo deverá estar à sua espera mais acima. Picos deslumbrantes. São 10 Km de percurso pedestre até ao Pico Ruivo. Boa pousada no cimo. N32 42.991 W16 56.009
. PT-MI0228.10: P-Pico Ruivo: 1.861 metros, a mais alta da Madeira. Chega-se por percurso pedestre de 45 minutos, desde a "Achada do Teixeira". A alternativa é vir do Pico do Areeiro (2-3 horas), sendo este um percurso bem mais exigente e para quem não tem vertígens. Mas é um dos percursos mais bonitos para se fazer na ilha. N32 44.216 W16 57.733
. PT-MI0228.11: P-Curral das Freiras: O nome vem das freiras de Santa Clara que ali se refugiaram quando o Funchal foi atacado por piratas (Séc.XVI). Actualmente já não há ali freiras. Visão geral da povoação no miradouro da "Eira do Serrado". Zona de forte relevo. Durante quase 400 anos o acesso era por caminho pedestre. Agora vai-se por estrada sinuosa. Produção de castanhas com as quais se faz pão e licor. N32 43.361 W16 57.870
. PT-MI0228.12: P-Paulo da Serra: Planalto pantanoso (17x6 Km). Energia eólica. É um local de grande retenção de águas que alimentam as levadas. N32 44.038 W17 03.193
. PT-MI0228.13: P-Rabaçal: Chega-se ali a partir do Paul da Serra. Passeios pedestres pelas levadas. N32 45.249 W17 08.017 1. Percurso da Queda do Risco: 30 minutos, entre árvores envoltas em liquenes, junto à Levada do Risco. A cascata é muito bonita. 2. Percurso das Vinte e Cinco Fontes: Duas a três horas. Musgos e fetos. Uma cascata grande e outras mais pequenas. Pode-se chegar lá, passando pela Ribeira da Janela ou pela levada da Rocha Vermelha. Os dois percursos resultam num total de 8 Km que podem ser feitos em três horas e meia. Atenção que as levadas podem ser escorregadias e os caminhos chegam a ter 30 cm de largura. No Rabaçal há um parque de estacionamento com mesas de pic-nic.
. PT-MI0228.14: P-Boa Ventura: Ver os terrenos agrícolas de socalcos (terraços) nessa zona (de Santana para Boa Ventura). N32 48.983 W17 00.464
. PT-MI0228.15: P-São Vicente: Agricultura. Ver a igreja Matriz (Séc.XVII). Ruas empedradas sem carros. Lojas, bares, pastelarias (provar o bolo de mel, feito de melaços e frutas). Sai-se dali para Porto Moniz, por estradas estreitas com falésia ao lado, túneis e quedas de água. São 19 Km que demoraram 16 anos a abrir à mão. N32 48.080 W17 02.710
. PT-MI0228.16: P-Seixal: Local abrigado, onde se produz bom vinho, que vem de uvas criadas em terraços. ???
. PT-MI0228.17: P-Porto Moniz: Fica num dos extremos da ilha. Campos de cultivo muito pequenos, rodeados de árvores e fetos secos. Povoação pitoresca. Lagos naturais na rocha, ligados por caminhos artificiais. N32 52.025 W17 10.033
. PT-MI0228.18: P-Calheta: Vinhas e plantações de banana. Ainda há alguma indústria do açucar. Produção de rum. A fábrica pode ser visitada (Março-Abril é a melhor época). Ver a Igreja Matriz (Séc.XV). N32 43.584 W17 09.944
. PT-MI0228.19: P-Loreto: Ver a Capela (Séc.XV). N32 43.182 W17 10.475
. PT-MI0228.20: P-Lombo dos Reis: Ver a Capela dos Reis Magos. N32 44.010 W17 10.950
. PT-MI0228.21: P-Ribeira Brava: Praia de pedra. Porto de pesca, onde se chega passando um túnel. Ver a Igreja de São Bento (Séc.XVI). N32 40.243 W17 03.872
. PT-MI0228.22: P-Câmara de Lobos: Pequena aldeia piscatória (sobretudo peixe-espada). Serviu de inspiração a pinturas de Winston Churchill. Bares e restaurantes. Casas simples. Ver a pequena Capela de São Nicolau (Séc.XV). N32 38.842 W16 58.475
. PT-MI0228.23: P-Cabo Girão: Segunda maior falésia da Europa (589 metros). N32 38.942 W16 58.751
- PT-MI0198: P-Ilha do Pessegueiro: Muito perto de Porto Covo. Ruínas de um “Forte” e praia agradável, ambos virados para a pequena ilha, sem mais para ver, além dela própria. N37 49.702 W8 47.406
- PT-MI0235: P-Ilha do Pico: Arquipelago dos Açores. Grupo Central. Grande pico de vulcão (2.350 metros, o ponto mais alto de Portugal) ainda activo. Campos agrícolas num rendilhado de muros de pedra vulcânica (lava basáltica). A vinha é das poucas culturas que se adequam a estes solos "recentes". Casas feitas com a pedra basáltica que lhes dá a cor negra. N38 28.935 W28 21.921
. PT-MI0235.1: P-Madalena: Capital da ilha. Porto muito calmo. Daqui saem barcos para o Faial. À entrada do porto há dois rochedos a que chamam de "O Em Pé" e "O Deitado" e que estão replectos de aves. Para subir ao Pico é preciso autorização e convem contratar um guia (informações no Posto de Turismo). ???
. PT-MI0235.2: P-Lajes do Pico: O Espaço Talassa leva grupos de barco em saídas de 3 horas para observar baleias. Há observadores em terra que guiam o barqueiro por rádio. As baleias, tal como os golfinhos, aparecem no Verão. Foram caçadas até 1980. Na altura, em vez de rádios, eram utilizadas bandeiras que passavam informações em código, para evitar serem ultrapassados por outros grupos de caçadores concorrentes. São cerca de 20 as espécies que ali passam. Seguem a corrente do Golfo. Ver o Museu dos Baleeiros. ???
. PT-MI0235.3: P-São Roque do Pico: Ver a antiga Fábrica da Baleia. Fazer passeios de barco em torno da ilha. As formações rochosas, de lava negra, junto à costa, são chamadas localmente de Mistérios. Cachorro: Casas construídas com a rocha de lava. Produz-se no Pico o vinho Vermelho do Pico, que se parece com o Vinho de Cheiro. ???
- PT-MI0229: P-Ilha de Porto Santo: Faz parte do Arquipélago da Madeira.Pequena ilha a 57 Km da Madeira. Há pequenos aviões, helicópetero e ferryboat a partir da Madeira. O Porto de Abrigo é onde chegam os barcos. Vila Baleira é a capital. Praia de areia de 9 Km. Local de veraneio dos madeirenses. Práticas de desportos aquáticos e subaquáticos. Ver a Casa de Colombo. Colombro esteve ali (Séc.XV) para conhecer Bartolomeu de Perestrelo, governador de Porto Santo. Acabou por casar com a filha, Filipa Moniz, que morreu ao dar à luz. N33 02.750 W16 21.711
- PT-MI0231: P-Ilha de Santa Maria: Arquipelago dos Açores. Grupo Central. Foi a primeira ilha do arquipelago dos Açores a ser descoberta (Séc.XV). Tem 18 Km de comprimento. Praias de areia, campos verdes e clima quente.N36 58.816 W25 05.416
. PT-MI0231.1: P-Vila do Porto: É a capital. Tem uma grande baía. A pista de aterragem foi construída na Segunda Guerra Mundial e está num planalto seco.N36 56.808 W25 08.802
. PT-MI0231.2: P-Anjos: É uma povoação de pescadores. Tem uma estátua de Colombo que assinala o seu regresso do Novo Mundo e a Capela da Mãe de Deus, a mais antiga dos Açores.N37 00.367 W25 09.228
. PT-MI0231.3: P-Pico Alto (590 metros): É o ponto mais alto da ilha.N36 58.250 W25 06.588
. PT-MI0231.4: P-Santo Espírito: Igreja de Nossa Senhora da Purificação (barroca).N36 57.350 W25 02.473
. PT-MI0231.5: P-Baía de São Lourenço: Estância de Verão, num local bonito.N36 59.366 W25 03.311
- PT-MI0230: P-Ilha de São Miguel: Arquipelago dos Açores. Grupo Oriental. 56 Km, a maior do arquipelago. Campos verdes, paisagens vulcânicas, lagoas, nascentes de águas minerais quentes e história. Caldeiras que resultam das erupções vulcânicas e nas quais por vezes se acumulam águas, como é o exemplo da Caldeira das Sete Cidades. Furnas.N37 45.881 W25 30.841
. PT-MI0230.1: P-Ponta Delgada: Grupo Oriental. Ver as Portas da Cidade (Séc.XVIII). Foi ponto de paragem obrigatória para os navios que navegavam entre a Europa e o Novo Mundo. Casas brancas, igrejas, conventos e ruas empedradas. Ver a Igreja de São Sebastião (Séc.XVI). Ver o Forte de São Brás. Ver o Convento da Esperança. Ver o Museu Carlos Machado, ond era o Mosteiro de Santo André.N37 45.333 W25 41.646
. PT-MI0230.2: P-Caldeira das Sete Cidades: 12 Km de circunferência. Há um trilho a toda a volta, que tem início no Miradouro da Vista do Rei. Há uma povoação junto à caldeira e que se chama Sete Cidades. Há ali também três lagos verdes.N37 51.897 W25 46.950
. PT-MI0230.3: P-Ribeira Grande: Ver a Casa da Cultura no Solar de São Vicente (Séc.XVII).N37 48.999 W25 30.996
. PT-MI0230.4: P-Lagoa do Fogo: Tem uma praia de areia. No meio de rocha vulcânica. Muito bonita. Furnas: Actividade geotérmica que ali se torna visível.N37 45.777 W25 28.451
. PT-MI0230.5: P-Caldeira das Furnas: Jactos de vapor. Nascentes de água quente que borbulham à superfície. Lamas terapêuticas. Águas minerais.N37 45.583 W25 20.000
. PT-MI0230.6: P-Parque Terra Nostra: Jardins criados por Thomas Hickling (Séc.XVIII). São 12 ha de árvores e plantas, com uma piscina de água quente, de cor amarelada.N37 46.031 W25 19.090
. PT-MI0230.7: P-Lagoa das Furnas: Ali de cozinha o Cozido, nas terras quentes. A carne e os vegetais são colocados em recipientes que são enterrados no chão, durante cinco horas. Fica com um sabor característico. Serve-se com Vinho de Cheiro. Toda esta região é muito bonita. Relevo acentuado e muito verde. Ver o Miradouro do Sossego e a Ponta da Madrugada.N37 46.103 W25 19.689
- PT-MI0234: P-Ilha de São Jorge: Grupo Central. Ilha estreita e com relevo acentuado. São 56x8 km. A Norte, grandes falésias. As fajãs são pedaços de falésia que abateram, criando linguas de terra. Os primeiros colonos (Séc.XV) escolheram as fajãs para se instalarem. Faz-se ali um excelente queijo, o conhecido Queijo de São Jorge. Bons percursos pedestres de acesso às fajãs. Talvez o melhor exemplo seja a ligação de 10 Km da Serra do Topo à Fajã dos Cubres.N38 39.241 W28 04.122
. PT-MI0234.1: P-Calheta: Museu de São Jorge.???
. PT-MI0234.2: P-Malhadas: Povoação bonita. Igreja de Santa Bárbara (Séc.XVIII).???
. PT-MI0234.3: P-Urzelina: Torre de uma igreja enterrada pela lava à 200 anos.???
. PT-MI0234.4: P-Sete Fontes: Zona arborizada para piqueniques. Subir ao Pico da Velha.???
- PT-MI0232: P-Ilha Terceira: Arquipelago dos Açores. Grupo Central. Foi a terceira ilha do arquipelago dos Açores a ser descoberta (Séc.XV). Está ali a Base das Lajes, utilizada pelos americanos. Fazem-se ali Touradas à Corda, entre a Primavera e o Outono, em que o touro, amarrado com uma corda, é solto nas ruas, para divertimento das populações. Há muitas capelas coloridas, em honra do Espírito Santo. Muito verde no interior e zonas negras de lava, na costa. N38 44.997 W27 13.159
. PT-MI0232.1: P-Angra do Heroísmo: Património Mundial pela UNESCO. Paravam ali (Séc.XVII) os navios que navegavam no Atlântico. Está ali sepultado o irmão de Vasco da Gama. O nome vem da coragem demonstrada durante as Lutas Liberais (Séc.XIX). Terramoto de 1980 causou grande destruição. Ruas, casas e igrejas bonitas. O Monte Brasil é uma cratera vulcânica de onde se tem bonitas vistas da baía. O Castelo de São João Baptista é utilizado pelos militares. Ir ao Alto da Memória. Ver a Sé (Séc.XVI) com torres gémeas. Ver o Jardim Municipal, que pertenceu ao Convento de São Francisco (Séc.XV), onde está agora o Museu de Angra do Heroísmo. ???
. PT-MI0232.2: P-Caldeira de Guilherme Moniz: No interior da ilha. Tem 3 Km de largura. ???
. ???: P-Algar do Carvão: É uma grande gruta subterrânea de origem vulcãnica, com musgo nas paredes. ???
. PT-MI0232.3: P-Furnas do Enxofre: Géiseres. Fazer a estrada, por entre hortênsias azuis, da Serra de Santa Bárbara, até à cratera (1022 metros). Da Serra do Cume (545 metros) vê-se o aeroporto e a Praia da Vitória, de areia, cujo nome vem de uma vitória sobre os espanhóis que, ao tentarem desenbarcar na Baía da Salga, foram empurrados por uma manada de gado para esta praia ???
. PT-MI0232.4: P-Biscoitos: O nome vem das formas da rocha de lava. Piscinas na rocha. Região do vinho que resulta das vinhas que crescem ao abrigo das Curraletas (muros). Ver o Museu do Vinho. Produz-se o Vermelho, que em tempos foi muito apreciado pelas cortes russas. Nesta ilha as Festas do Espírito Santo são particularmente bonitas. Uma criança é coroada imperador. Realizam-se durante sete semanas, depois da Páscoa. No Domingo de Pentecostes é o ponto mais alto das festas. Vêm imigrantes dos Estados Unidos, Canadá e do continente. Os Impérios do Espírito Santo são coloridas capelas (há 58, na totalidade), de onde sai a procissão e onde é distribuída a Sopa do Espírito Santo (carne e legumes) e o pão. Este ritual tem origem na rainha Santa Isabel. Há muitas flores e música nestas festas. Em alguns lugares fazem-se touradas à corda. ???
(continua)
Editado pela última vez por palves em 11 ago 2010 00:07, num total de 13 vezes.
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