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Para lá do horizonte
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MensagemEnviado: 06 ago 2008 15:02 
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Golpe de Estado na Mauritânia

Hoje às 11:41

Na sequência de um golpe de Estado, o Presidente da Mauriânia, Sidi Ould Cheikh Abdallahi, e o primeiro-ministro, Yahya Ould Ahmed Waghf, foram esta quarta-feira detidos em Nouakchott por militares.
O chefe de Estado, o primeiro democraticamente eleito (em Março de 2007) desde a independência do país, em 1960, foi levado para local desconhecido, de acordo com fontes militares.

O chefe do governo encontra-se numa caserna, perto da presidência, indicaram.

As emissões da rádio e a televisão mauritanas foram interrompidas depois de os militares terem expulsado do local os profissionais, disseram testemunhas citadas pela agência noticiosa francesa AFP.

De acordo com as testemunhas, regista-se movimento de tropa na capital da Mauritânia, Nouakchott.

A Mauritânia atravessa uma grave crise política marcada pela demissão, segunda-feira, de 48 parlamentares do partido presidencial.

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MensagemEnviado: 06 ago 2008 15:04 
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Ex-chefe da guarda presidencial liderou golpe na Mauritânia

Hoje às 13:40

O ex-chefe da guarda presidencial mauritana, demitido poucas horas antes, esteve por detrás do golpe de Estado que terá afastado o presidente e o primeiro-ministro do país. Os revoltosos já organizaram um «Conselho de Estado».

O ex-chefe da guarda presidencial mauritana esteve na origem do golpe de Estado do país que terá conseguido arredar, esta quarta-feira, do poder o presidente Sidi Ould Sheikh Abdallahi e o primeiro-ministro do país.

«O general Ould Abdel Aziz, chefe do Estado-maior particular do presidente e comandante da guarda presidencial, demitido das suas funções da parte da manhã, foi o autor do golpe de Estado, em reacção à sua demissão», adiantou o porta-voz da presidência, em declarações à AFP.

Abdoulaye Mahmadou Ba explicou que o presidente mauritano emitiu um decreto onde nomeou três generais para a guarda presidencial, graduados que não aceitaram os seus cargos e se «rebelaram contra a ordem constitucional».

Este porta-voz adiantou ainda que para além de terem detido o presidente e o primeiro-ministro, os revoltosos «cortaram os telefones da presidência e confiscaram todos os telefones da primeira-dama», algo feito «sem violência».

Entretanto, um comunicado do ministério da Comunicação indicou que os revoltosos já organizaram um «Conselho de Estado» onde as ordens dadas pelo presidente Abdallahi foram consideradas «nulas e sem efeito».
A filha do presidente mauritano já confirmou a prisão do seu pai, que venceu as eleições no país em 2007 e que substituiu uma junta militar que tinha subido ao poder após o golpe de Estado pacífico em 2005.


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MensagemEnviado: 06 ago 2008 15:06 
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Situação calma na Mauritânia, diz secretário de Estado

Hoje às 14:22

O secretário de Estado das Comunidades, António Braga, garante que a situação na Mauritânia está calma e que não há razão para se pensar em repatriamento por agora. Dez portugueses trabalham no país e há pelo menos dois turistas lusos na Mauritânia.
O secretário de Estado das Comunidades considerou que, apesar do golpe de Estado na Mauritânia, a situação está calma e por isso não há motivos para pensar, por enquanto, num plano de retirada dos cidadãos nacionais que estão neste país.

«A indicação que possuímos até agora é que não há razão para nenhum alarme em especial dado que se circula com tranquilidade no país. Embora o aeroporto esteja encerrado, as fronteiras estão abertas», acrescentou António Braga.

Este governante adiantou ainda que em caso exista a necessidade de repatriamento será as embaixadas e consulados da União Europeia a fazê-lo, uma vez que Portugal não dispõe de representação diplomática na Mauritânia.

Há pelo menos dez portugueses a trabalhar na Mauritânia e dois turistas lusos neste país em que ocorreu um golpe de Estado que terá arredado do poder o presidente e o primeiro-ministro mauritanos.

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MensagemEnviado: 06 ago 2008 15:57 
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Mauritânia: Portugueses que precisarem de apoio devem dirigir-se à embaixada de França - Governo português


Lisboa, 06 Ago (Lusa) - O Governo português aconselhou hoje os portugueses que se encontrem na Mauritânia, a trabalhar ou em turismo, a dirigirem-se à embaixada de França em Nouakchott se necessitarem de apoio, na sequência do golpe de Estado ocorrido naquele país.

"Já fomos contactados por cidadãos portugueses que estão de férias na Mauritânia e que nos disseram que a situação está calma e que estão tranquilos", referiu à Lusa o secretário de Estado das Comunidades, António Braga.

"Admitimos também que possa haver portugueses, embora em número muito reduzido, a trabalhar lá", disse.

Segundo António Braga, "a embaixada de Portugal em Dakar, Senegal, entrou em contacto com a embaixada francesa na Mauritânia, que é a que está melhor colocada no âmbito da União Europeia, a fim de acolher os portugueses que eventualmente necessitem de apoio".

Portugal não tem presença diplomática na Mauritânia.

O presidente da Mauritânia, Sidi Ould Cheikh Abdallahi, e o primeiro-ministro, Yahya Ould Ahmed Waghf, foram hoje detidos em Nouakchott por militares, na sequência de um golpe de Estado, disseram fontes da segurança.

As emissões da rádio e a televisão mauritanas foram interrompidas e, de acordo com testemunhas, regista-se movimento de tropa na capital da Mauritânia, Nouakchott.

A Mauritânia atravessa uma grave crise política marcada pela demissão, segunda-feira, de 48 parlamentares do partido presidencial.

MCL/MV

Lusa/Fim


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MensagemEnviado: 07 ago 2008 08:52 
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Comunidade internacional condena golpe de Estado na Mauritânia

A União Europeia condenou o golpe de Estado desta quarta-feira na Mauritânia e ameaçou mesmo não entregar a ajuda que está prometida ao país. Os EUA e a União Africana também condenaram esta acção.
A União Europeia condenou o golpe de Estado desta quarta-feira na Mauritânia e ameaçou mesmo não enviar uma ajuda prometida de 156 milhões de euros a este país africano para os anos de 2008 a 2013.

«A Comissão Europeia está muito preocupada com a situação na Mauritânia que põe em causa os assinaláveis progressos democráticos no país», afirmou a comissão num comunicado.

O comissário europeu para a Ajuda e Desenvolvimento, Louis Michel, pediu que o presidente e primeiro-ministro mauritanos fossem rapidamente libertados e que regressassem ao poder.

Os EUA, através do porta-voz do Departamento de Estado, também já condenaram esta acção dos revoltosos mauritanos, ao lembrar que o governo que foi afastado do poder foi democraticamente eleito.

Em declarações à imprensa, Gonzalo Gallegos adiantou que os cidadãos norte-americanos no país estão seguros.

A par de europeus e norte-americanos, também a União Africana se apressou a condenar esta acção, tendo pedido a «restauração da legalidade constitucional» na Mauritânia.

O presidente desta organização disse estar a «seguir com grave preocupação a evolução da situação» e «reitera a rejeição por parte da União de todas as mudanças anti-constitucionais de governo e de todas as tentativas de tomada do poder pela força».

Em comunicado, Jean Ping anunciou ainda que o seu comissário para a Paz e Segurança, Ramtane Lamamra, viajará para Nouakchott para «verificar a situação no terreno e ajudar na promoção de uma solução pacífica para a crise».

Entretanto, uma fonte securitária mauritana confirmou o encerramento do aeroporto da capital, mas considerou que este será apenas temporário e perdurará enquanto as «as novas autoridades se estão a organizar».

«As fronteiras não estão fechadas e as comunicações telefónicas nacionais e internacionais não foram cortadas», adiantou esta fonte, citada pela AFP.


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