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Para lá do horizonte
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MensagemEnviado: 18 set 2012 22:11 
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VIAGEM DE CARRO AO PERU – PIVA E MARIA

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03/07/2012 a 20/07/2012

1º dia - 03/07/2012
Numa terracan/4x4 – diesel- eu Maria e Piva saímos de Fernandópolis – interior de São Paulo, as 06 horas da manhã com destino a Cuzco no Peru, para a realização de um sonho; um projeto construído dois – conhecer Machu Pichu – berço da civilização Inca.
As 07 horas atravessamos a Ponte Rodoferroviária sobre o Rio Paraná, entrando no estado de Mato Grosso do Sul.
As 11;10 horas cruzamos a divisa entre Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Paramos as 12:15 horas em Alto Taquari – Mato Grosso para almoçar na casa da minha irmã Nina. Foi só o tempo de trocar umas conversas, ver os parentes e almoçar, s 13:50 pegamos novamente a estrada.

Tivemos um atraso de uns 40 minutos em Alto Araguaia em virtude de um bloqueio na estrada pelo movimento dos sem terra. Chegamos a Rondonópolis as 18:12 horas – com 799 km rodados, depois de pegar um trecho de rodovia muito ruim, esburacada( e nós paulistas reclamamos dos pedágios! Preferível pagar pedágio e ter rodovias transitáveis) e com muito movimento de carretas. Fomos direto a uma borracharia, pois o Piva percebeu um pneu meio murcho, infelizmente este estava com um corte na lateral e teria que vulcanizar, e isto só seria possível no dia seguinte, colocamos o estepe e deixamos o pneu na borracharia e fomos procurar um hotel para descansar, achamos um bem legalzinho na beira da rodovia próximo a borracharia – R$ 90,00 a diária para o casal com café da manhã.

2º dia - 04/07/2012
Tivemos um atraso de 03 horas para nossa saída de Rondonópolis, pois demorou para arrumar o pneu e já estávamos em novo horário – Mato Grosso – uma hora a menos em relação ao horário de Brasília, só conseguimos seguir viagem as 8:47 horas que para nós já era muito tarde.
Neste trecho a rodovia estava em bom estado, seguimos até Cuibá, onde paramos as 12:20 horas para almoçar. As 13:10 horas pegamos novamente a estrada com o objetivo de chegar até o final da tarde em Pontes e Lacerda. Este trecho não rendeu, pois além da rodovia ruim, muito movimento de carretas, trecho perigosíssimo. Chegamos as 18:15 horas em Pontes e Lacerda – com 693 Km rodados.
Fomos até a casa de um tio do Piva que não via a algum tempo, depois fomos comer um lanche na praça da cidade, que por sinal estava bem movimentada. Depois fomos procurar um hotel para descansar e... é claro, assistir a final da Copa América – que só deu Timão (eu Corintiana, o Piva santista – imagine!). Pagamos um pouco mais caro no hotel, pois já estava tarde e a cidade não tem muitas opções – R$ 100,00 a diária - camas de solteiro e com café da manhã

3º dia - 05/07/2012
Como perdemos tempo no dia anterior, decidimos sair mais cedo, levantamos as 5:30 horas, organizamos a bagagem, tomamos o café da manhã que começava a ser servido as 06 horas, passamos em um posto, abastecemos e pé na estrada. As 09;48 horas atravessamos a divisa entre Mato grosso e Rondônia.
A primeira cidade de Rondônia nos surpreendeu – Vilhena – cidade bonita, bem movimentada. A rodovia muito boa. Paramos as 11:50 em Pimenta Bueno para abastecer e almoçar. As 12:40 continuamos a viagem, ainda sem saber até onde rodaríamos, pois não queríamos pegar rodovia a noite, para evitar riscos desnecessários e poder apreciar a paisagem.
Rodamos 912 Km até 19;10 horas, já estava ficando escuro, então paramos em Itapuã do Oeste, uma cidadezinha bem pequena sem muitas opções, jantamos em uma cantina de posto de gasolina, não muito agradável e tivemos que dormir em uma pousada bem simples ( R$ 60,00 a diária para casal), pois não tinha mais vagas em hotel. O clima já tinha mudado um pouco e a noite já era bem frio, a temperatura caia, pra piorar um pouco o chuveiro não tinha água quente e foi difícil o banho frio – serviu para planejar antes o roteiro de cada dia com base no mapa e não parar em cidade muito pequena, só em último caso.

4º dia - 06/07/2012
Levantamos as 5:40 horas, pois o café começava a ser servido as 06 horas e queríamos sair bem cedo para viajar só durante o dia, já que no dia anterior tínhamos viajado até o anoitecer e não tinha sido legal pois era uma região meio desabitada, com um trecho de rodovia muito ruim, cheio de buracos entre Vilhena e Itapuã do Oeste – mais de 200 Km de buracos e muito tráfego de caminhões.
Começamos a ver e apreciar um pouco dos contrastes da região Norte: ao mesmo tempo que víamos grandes lagos, víamos floresta fechada, depois grandes áreas de desmatamento.
Mas... tínhamos rodado poucos quilômetros e a temperatura do carro subiu, foi o maior susto; problema na bomba d`água, tivemos que ser rebocados até uma cidadezinha próxima e arrumar um guincho para levar o carro até Porto Velho numa concessionária especializada da Hiunday. Com isso acabamos ficando em Porto Velho, o carro só ficou pronto no finalzinho da tarde. Imprevistos acontecem, mas não perdemos a nossa vontade de continuar a viagem.
Fomos para um hotel, tomamos um banho e fomos conhecer o shopping de Porto Velho, jantamos e tomamos uma geladinha para relaxar depois do susto do dia e fomos para o hotel descansar.

5º dia - 07/07/2012
Levantamos um pouco mais tarde, tomamos um bom café da manhã e depois de 4 dias acessamos a internet e enviamos emails e fotos para a família. Saímos para conhecer o Porto no Rio Madeira e a antiga estação ferroviária Madeira-Mamoré, tiramos algumas fotos e depois fomos até uma casa de câmbio no shopping, compramos alguns dólares, pois não sabíamos se seria fácil fazer o câmbio na fronteira.
As 11 horas partimos sentido Rio Branco. Rodamos por uma hora, paramos para abastecer em Jaci-Paraná e resolvemos almoçar. Era um restaurante bem gostosinho, organizado, comida boa. Por volta das 13 horas pegamos a estrada novamente. O dia estava super ensolarado e muito quente; pegamos uns 200 Km de pista muito boa, mas não se pode elogiar, logo veio um trecho de uns 100 Km de buraco e um trecho em obras. Quando chegamos em Abunã veio a surpresa, teríamos que fazer a travessia do Rio Madeira e Rio Abunã de balsa, não tem ponte, mas... ir a região norte e não andar de balsa com tantos rios, é não ter ido lá! Foi um tempo para ficar ali apreciando aquela paisagem linda – o encontro dos dois rios e de um lado a floresta brasileira, do outro a floresta boliviana, bem ali na nossa frente com uma bandeira marcando o território. Foi uma hora de contemplação, águas calmas e o verde da floresta.
Continuamos, agora em terra firme, mas...em péssimas condições, foi um dos piores trechos que pegamos até Rio Branco, demoramos muito neste percurso.
Chegamos em Rio Branco já escurecendo, quase 07 horas, mas ainda deu para ver que a cidade era bem mais gostosa que Porto Velho, com um trânsito melhor, mais organizada e mais limpa. Rodamos um pouco pelo centro e encontramos um hotel bem centralizado. Tomamos um banho e fomos comer uma pizza ali perto, um lugar bem concheante e gostoso. Voltamos para o hotel pois estava um frio danado, a temperatura tinha caído muito.

6º dia - 08/07/2012
Resolvemos tomar o café e dar uma volta pela cidade e tirar algumas fotos. Andamos um pouco e seguimos com destino a Assis Brasil divisa entre Brasil e Peru.
Um pouco antes de meio dia estávamos em Epitacilândia e em cinco minutos já estávamos em Brasléia, onde paramos em um posto para abastecer e pedir algumas informações antes de cruzar a fronteira. Seguimos e logo adiante paramos em um restaurante para almoçar, e como sempre... o Piva descia e ia lá dentro dar uma olhada primeiro para ver se era bom, limpo e como era a comida, pois se encontra cada espelunca que não dá para encarar; mas era bem bacana e a comida boa.
Almoçamos e seguimos, mas a rodovia estava muito ruim, buraco e mais buraco. Enfim chegamos a Assis Brasil já era quase duas horas, passamos na Polícia federal do Brasil sem problemas e nem burocracia, só apresentamos o R.G e preenchemos um formulário de saída que deveríamos apresentar na volta. Seguimos e chegamos a Polícia Federal do Peru, ali apresentamos o R.G e o formulário preenchido na Polícia Federal brasileira, preenchemos outro formulário e fomos para o setor de liberação da entrada do carro, que exigiu cópia dos documentos do carro, dos documentos pessoais do Piva cujo veículo é no nome e do formulário peruano. Aguardamos o preenchimento de outro formulário pelo policial que fez algumas perguntas: como dias de permanência no paíos e lugares onde iríamos, qual o objetivo da viagem; aí preencheu o selo SUNAT com data de entrada e possível saída, dados do veículo e colou no canto direito do pára-brisas e nos liberou.
Liberados pela polícia peruana fomos ao câmbio ali mesmo em frente numas lojinhas. Já tínhamos informções de uma peruana chamada Tuka que falava bem o português e era de confiança para fazer o câmbio, logoa achamos a lojinha dela e fizemos a troca, mas pensamos que o real estava com um valor melhor, mas só conseguimos um real por um soles e quinze – trocamos R$ 4.750,00 e estávamos levando um pouco em dólares, não tínhamos muita noção de qual seria o nosso gasto ali no Peru.
Continuamos a viagem com o objetivo de dormir em Puerto Maldonado. Logo adiante o primeiro pedágio peruano – 5 soles. Continuamos e vimos que valeu pagar, pois a rodovia como dizia o Piva - estava um tapete – muito boa mesmo. Fomos curtindo a Amazônia peruana sem ter que nos preocupar com buracos na pista. Passamos por vários vilarejos, casass em condições bem precárias, de madeira e cobertas de palha, uma parte bem pobre, alguns desmatamentos, mas bem menos que no Brasil.
Mais um pedágio, pagamos sem reclamar pois a pista estava realmente muito boa – 5 soles. Passamos por regiões de garimpo, onde tinha verdadeiras cidades com casas todas de lona e cobertas de palha, esgoto a céu aberto, uma verdadeira loucura. Enfim, chegamos a Puerto Maldonado já no final da tarde, 18:40 mas com horário peruano – uma hora menos – 17:40. Abastecemos o carro e levamos um susto, o diesel no Peru era bem mais caro que no Brasil – 13,40 soles o galão de 3,5 litros, mas... como dizia o Piva:” Faz parte do pacote”.
Fomos procurar um hotel e logo percebemos que a coisa mais difícil é você conseguir um hotel com garagem e café da manhã, andamos um pouco e conseguimos um próximo ao obelisco na grande avenida Madre de Dios, com garagem, mas sem café da manhã, mas o café da manhã tomaríamos em outro lugar, a garagem era primordial. Foi aí que o Piva começou a ter que colocar em prática o seu “portunhol” - “ uma acomodacion matrimonial com bano privado, garaje e desayuno” – era só pra dar risada, mas tínhamos que nos virar, era difícil para entendê-los pois não falam espanhol e sim uma mistura de dialetos regionais muito rápido.
Guardamos a bagagem e fomos dar uma volta, fomos até o obelisco, e subimos na torre – 47 metros - tivemos a nossa primeira visão da cordilheira com seus picos nevados, foi incrível, vimos também o Rio Madre de Dios que corta a cidade e a loucura do trânsito com aqueles carrinhos (motos) adaptados.
Voltamos para o hotel e fomos tomar banho, aí veio a surpresa – água fria – e... para piorar a temperatura estava baixa, bem frio, mas tivemos que enfrentar pois já tinha sido difícil conseguir aquele hotel com garagem. Isso foi motivo para eu encher o Piva dizendo que ele tinha que acrescentar mais algumas coisas quando fosse perguntar sobre as acomodações – “ tiem bano caliente?”
Banho gelado e saímos para jantar ali perto mesmo e ... prato típico, lógico: “ pólo assado com papas fritas e patano fritas” – frango assado, batatas fritas e bananas fritas, estava bem gostoso e para relaxar e comemorar o primeiro dia no Peru não podia faltar uma cuzquena, pedimos gelada, mas veio só fria, eles não tem costume de tomar bebida gelada.
Voltamos para o hotel e fomos definir o nosso roteiro para odia seguinte, pois o Piva ainda estava em dúvida se íamos primeiro para Cuzco ou para Puno. Decidimos por Puno primeiro e fomos dormir.

7º dia - 09/07/2012
Levantamos cedo, pois nosso relógio biológico ainda não tinha se adaptado ao horário. Fomos procurar um local para tomar café da manhã, mas não foi fácil, andamos bastante pela avenida até encontrar uma padaria “panaderia”, onde começamos a sentir as diferenças de costumes; depois de um pouco de insistência para que nos entendessem, nos serviram um leite com café em pó e pão- 7 soles - , comemos e fomos para o hotel , pagamos 50 soles pela diária e e seguimos viagem com destino a Puno as 8:10 horas.
Rodamos uns 100 Km de rodovia muito boa, logo começamos a subir a Cordilheira, foi de tirar o fôlego, muitas curvas e uma paisagem de encher os olhos, os picos nevados, então, foi de arrepiar .
Paramos para almoçar em um restaurante bem gracioso na beira da estrada que servia uma truta frita deliciosa. Continuamos e aí começaram alguns trechos da Interoceânica onde haviam acontecido desmoronamentos das montanhas e estavam em obras, tivemos que passar até dentro de um riozinho e vários desvios de terra (uns 10Kms) com alguns lugares bem perigosos sem proteção.
Depois de subir a 4.800 metros veio o altiplano, outra visão maravilhosa, outro tipo de paisagem, paramos várias vezes só para ficar contemplando e...tirando fotos é claro. O frio aumentou muito, ventava gelado demais, o ar bem rarefeito, mas não sentimos mal, pois desde o dia anterior já vínhamos tomando o “Diamox” para prevenir. Chegamos em Juliaca por volta das 18:20 horas – 588 Km rodados, pois o percurso foi feito devagar em virtude da subida, curvas e desvios.
Juliaca – o caos, um trânsito infernal, um buzinaço, sem semáfaros, ninguém respeita nada, uma verdadeira loucura com aquelas motos adaptadas. Tivemos que rodar um pouco naquele caos até encontrar um hotel com garagem, que é raridade nas cidades peruanas. Lembrei o Piva de incluir em sua pergunta o banho quente, pois com a queda de temperatura seria impossível tomar banho frio.
Conseguimos um hotel bom – 65 soles, água quentinha – inclusive da pia, mas sem café da manhã. Tomamos um banho quente e fomos procurar um lugar para jantar, e... para surpresa nossa naquele caos um shoppinga bem grande e organizado, comemos muito bem e barato – um prato de “filé de res” com salada e fritas com suco que dava para duas pessoas por 19 soles – Voltamos e fomos descansar.

8º dia - 10/07/2012
Saímos as 7:30 horas com destino a Puno – 45 Km de Juliaca, pensando em encontrar uma “panaderia” e tomar café, mas que nada, sorte ter algumas frutas no carro. Chegamos a Puno bem rápido, rodovia boa. Demos uma volta e fomos para o lago e lá já compramos um passeio de barco pelo Lago Titicaca até as ilhas flutuante - Ilha de Uros – 25 soles por pessoa; o passeio durou umas duas horas. Voltamos para Puno e como ainda estava cedo resolvemos seguir e almoçar no caminho, foi besteira, pois só tinha vilarejos e não tinha nada, até que conseguimos um lugarzinho onde servia truta frita com batatas, é claro. Continuamos com o objetivo de dormir um pouco mais próximo de Cuzco, mas não encontramos nada descente pelo caminho, acabamos indo até Cuzco e chegando a noite – por volta das 19:20, já bem escuro, colocamos no GPS o endereço de um hotel que tínhamos anotado, mas encontramos um na avenida de entrada e resolvemos ficar ali mesmo e no outro dia procuraríamos um mais no centro – com garagem é claro.
Banho quente, hotel bom, muito cobertor, pois estava um gelo. Fomos jantar em um restaurante ali bem perto que servia massas, bem gostoso, comemos uma massa e tomamos uma cuzquena. Voltamos para o hotel e fomos descansar.

9º dia - 11/07/2012
Levantamos por volta das 07 horas muito frio, saímos de carro para ir até a praça de Armas para tentar encontrar um hotel mais próximo do centro. O trânsito era um caos, as ruas super estreitas, não tinha lugar para estacionar, voltamos para o hotel na Avenida da Cultura, guardamos o carro e tomamos um taxi de volta para a Praça de Armas – 8 soles .
Andamos por ali, mas hotel com garagem não encontramos. Decidimos continuar onde estávamos e andar de taxi, então fomos a algumas agências de viagem para contratar o nosso passeio para Machu Pichu, conseguimos para o dia seguinte – 210 dólares por pessoa, com van nos pegando no hotel, e levando até Olhantaytambo, depois trem até Águas Calientes e ônibus até Machu Pichu. Depois fomos fazer um city tur por Cuzco, bem legal – 20 soles por pessoa, no percurso encontramos um casal super perdido de Rondonópolis, e nós que pensamos que estávamos, vimos que não, já estávamos nos virando bem.
Depois do tur fomos almoçar em um restaurante ali no centro de Cuzco bem gostoso, experimentamos um drink de pisco – realmente uma delícia. Continuamos o passeio pelo centro e decidimos subir a pé para conhecer alguns sítios arqueológicos que tem ali por perto, mas no meio do caminho vimos um passeio com cavalos por estes sítios ali mais próximo, e como eu e o Piva não andávamos a cavalo a um bom tempo, resolvemos unir o útil ao agradável e fomos. O passeio durou por volta de três horas e meia – 40 soles por pessoa com guia. Quando voltamos já era bem tarde, tomamos um taxi e fomos direto para o hotel, pois no outro dia teríamos que levantar as 03 horas da manha para o passeio a Machu Pichu. Tomamos banho, passamos em um mercado perto do hotel, compramos água e frutas para levar no dia seguinte, jantamos ali por perto e fomos descansar.

10º dia - 12/07/2012
Levantamos as 03 horas da manhã, as 03:30 a van nos pegou no hotel e saímos passando em outros hotéis para pegar as pessoas que fariam parte do grupo. Chegamos umas 05:40 em Olhantaytambo, tomamos um chocolate bem quentinho, pois estava um gelo, as 06:30 pegamos o trem, foi simplesmente maravilhoso todo o percurso, uma paisagem incrível, o rio, as montanhas com seus picos nevados, incrível mesmo.
Chegamos 08:20 em Águas Calientes e dali fomos de ônibus até Machu Pichu, uns 20 minutos. Sem palavras para explicar a sensação sentida ao avistar Machu Pichu. Ficamos com o guia até umas 11:40, depois foi livre para visitar a vontade. Andamos, andamos e não conseguimos visitar metade, não tinha noção que era tão grande. Depois de já estarmos bem cansados, decidimos voltar para Águas Calientes e almoçamos lá, já era bem tarde e sabíamos que seria almoço e janta. Ficamos por lá andando, uma cidadezinha entre a Cordilheira muito bonita. Pegamos o trem de volta já era quase 19 horas, pois acabou atrasando um pouco.Chegamos em Cuzco já era quase 23 horas, super cansados, mas com uma sensação maravilhosa com tudo que vimos. Simplesmente incrível mesmo, só estando lá para saber.

11º dia - 13/07/2012
Levantamos mais tarde – quase 08 horas, pegamos um taxi e fomos para a Praça de Armas, tomamos um belo café da manhã em um restaurante bem gostosinho em frente a praça. Com uma visão maravilhosa, depois fomos em uma agência de viagem e fizemos um pacote para o Vale Sagrado no dia seguinte – 60 soles por pessoa com almoço incluso. Pedimos algumas dicas de passeio aos pontos turísticos de Cuzco.
Fomos ao Museu da Cultura que fica logo a frente da praça – 3 soles por pessoa – mostra a fauna e flora do Peru. Depois fomos ao Museu Inca, muito interessante, mostra tudo sobre a história do Peru e dos Incas. Ficamos por mais de duas horas e meia – valeu a pena – 10 soles por pessoa; mas achei que poderíamos ter ido antes de ir a Machu Pichu, seria mais interessante.
Depois fomos ao Mercado Central ( onde se vende de tudo) uma verdadeira loucura peruana. Tomamos um suco delicioso e compramos algumas frutas, mas lá não tem grandes variedades, pensamos que teria mais , aqui temos uma diversidade bem maior; compramos algumas lembrancinhas também, é claro! Quando voltávamos para a Praça de Armas paramos em um barzinho e o Piva quis experimentar um lanche diferente, era bem gostoso e barato.
Depois pegamos um taxi e fomos para o hotel, demos uma organizada na bagagem que já estava meio bagunçada , tomamos um bom banho, fomos a um supermercado próximo do hotel comprar umas garrafas de pisco para presentear e para nós, depois fomos jantar e descansar.

12º dia - 14/07/2012
Levantamos as 07 horas, pegamos um taxi até a Praça de Armas e tomamos café da manha numa “panaderia” no centro – um chocolate quente bem forte e gostoso e um pão delicioso. Logo fomos para o local combinado esperar o ônibus para o passeio ao Vale Sagrado – Pisaq, Urubamba, Olhantaytambo e Chinchero.
Foi um passeio magnífico, uma região cheia de vales entre a Cordilheira, muito bonita, maravilhosos sítios arqueológicos. Tivemos a sorte de ter um guia super bacana e o grupo era a maior parte de brasileiros e os demais todos de língua espanhola ( Mexicanos, Espanhóis e Chilenos). O passeio durou o dia todo, chegamos em Cuzco por volta das 21 horas, fomos direto para o hotel, organizamos a bagagem, comemos um lanche e fomos descansar para no dia seguinte iniciar o nosso retorno seguindo o mesmo roteiro que viemos.

OBs: É um passeio para as pessoas que gostam de aventuras e de experimentar o novo sem medo, vale a pena.

Não tivemos nenhum tipo de problema ( exceto o imprevisto do pneu cortado e da bomba `d água), nada que fizesse com que nos arrependêssemos da aventura.
Basta ter coragem, um GPS atualizado e um bom mapa do Brasil e da América do Sul e saber curtir cada momento.

Maria Jesus Borges

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